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Flamengo segue liderando o ranking digital

Leia o post original por Rica Perrone

O Ranking atualizado do mês de novembro mantém o Flamengo no topo e tem como única grande curiosidade o Botafogo ser o único dos 12 grandes que não está no “top 13”. O “top 13” existe em virtude do acidente da Chapecoense, onde o mundo todo passou a seguir o clube nas redes sociais. Sport…

Opinião: Felipão fala de Deyverson, mas também parece ter ‘chavezinha’ ruim

Leia o post original por Perrone

O Palmeiras obteve uma vitória de campeão ao bater o Santos, no sábado (3), por 3 a 2, pavimentando ainda mais seu caminho rumo ao título brasileiro. Porém, Felipão conseguiu emplacar o time negativamente nas manchetes ao dar piti impedindo Dayverson de conceder entrevistas depois do jogo.

Numa tacada só o treinador censurou o atacante e a imprensa, ameaçou cercear a liberdade de expressão de outros atletas, deixou o jogador exposto ao dizer que ele tem uma chavezinha que não funciona e indicou uma certa insatisfação com o comportamento de seu comandado.

É um pacote negativo muito grande numa noite em que a atuação palmeirense deveria se o destaque.

Ipressiona a falta de habilidade do veterano treinador para lidar com a situação.

Se a ideia era a de que Deyverson não falasse, a comissão técnica falhou ao não o convencer disso depois de ele irritar jogadores do Santos simplesmente por comemorar a vitória.

Outro erro foi Scolari explodir na frente de jornalistas. Chega a ser cômico. Ele diz que o atacante tem uma chavezinha que não funciona, mas parece sofrer do mesmo problema.

A diferença é que o “defeito” de Felipão é muito mais antigo. Vem dos tempos em que agrediu o jornalista Gilvan Ribeiro em sua primeira passagem pelo Palmeiras e um jogador sérvio enquanto comandava brilhantemente a seleção portuguesa.

A tal chavezinha já tinha mostrado ainda não ter sido reparada quando ele falou em tom ameaçador aos jogadores do Cruzeiro que teriam que jogar na casa alviverde depois de desentendimento no Mineirão, pela Copa do Brasil.

Deyverson ainda está em processo de amadurecimento em sua carreira e é compreensível que se envolva em episódios desnecessários.

Por outro lado, Felipão é um dos treinadores mais experientes e vitoriosos do futebol brasileiro. Passou da hora de aprender a se controlar e deixar de tumultuar seu próprio ambiente de trabalho.

Scolari deveria entender que reações pré-históricas como a que teve agora ajudam um treinador a ser definido como ultrapassado. Causa perplexidade que com tanto tempo de estrada ele ainda não tenha percebido isso. E se percebeu e não liga, o caso beira a sabotagem a ele mesmo.

Clássico confronta Palmeiras ‘mordedor’ com Santos ‘dono’ da bola

Leia o post original por Perrone

O clássico deste sábado (3), às 19h, no Allianz Parque, opõe o “mordedor” Palmeiras ao Santos, que gosta de ficar mais com a bola. É o que mostram as estatísticas dos times no Brasileirão. Os números são do site “Footstats”.

A pegada forte do time de Felipão é responsável por colocar o alviverde no topo do ranking das equipes que mais desarmam, cometem faltas e levam cartões amarelos.

O alviverde é o líder em desarmes certos com média de 18,7 por jogo. Seu adversário é o quinto colocado com 16,2 a cada partida.

Ninguém levou mais amarelos do que os palmeirenses. Foram 96 até aqui. Já os santistas receberam 68 cartões. Com essa marca, o alvinegro é apenas a 15ª equipe mais indisciplinada na competição.

O Palmeiras também tem a média mais alta de faltas cometidas por jogo: 17,6. A marca santista é de 13,9 (mesmo número exibido pelo Corinthians) por apresentação. Só o Fluminense, com 13,8 de média, bate menos na Série A.

Já os santistas ficam mais com a bola do que o rival. Ostentam média de 54,1% de posse (a quarta melhor) diante de 50,9% do Palmeiras, oitav0 colocado nessa lista.

Os jogadores de Cuca também costumam trabalhar mais as jogadas. Trocam, em média, 399,3 passes certos por jogo. É a sexta marca mais alta da competição.

Por partida, os palmeirenses registram média de 335,2 passes corretos, ocupando o 12º lugar nesse ranking. Por aqui passa uma das receitas do líder do Brasileirão. O alviverde aproveita seu alto poder de destruição sendo objetivo quando tem a posse de bola.

Tanto que é quem mais faz lançamentos certos em média por partida: 19,2. O Santos só utiliza esse recurso 11,8 vezes em cada duelo, na média.

A objetividade e a precisão palmeirenses também são traduzidas pelo número de finalizações certas da equipe na competição: 161. É a quarta melhor marca do campeonato. Embora fique mais tempo com a bola, o Santos finalizou menos de maneira correta até agora. Foram 130 arremates com endereço certo. Onze times registram marca melhor.

Os palmeirenses também marcaram dez gols a mais do que os santistas (48 contra 38). O alviverde divide com o Atlético-MG o posto de segundo melhor ataque do Nacional. A liderança pertence ao Flamengo com um tento a mais. Na oitava posição nesse quesito aparece o Santos.

A agressividade do Palmeiras na marcação também contribui para o time ter a defesa menos vazada (20 gols). Os santistas levaram 28 gols. É a sexta melhor marca, dividida com o Cruzeiro.

Vencer o Santos é fundamental. O Palmeiras sabe disso .

Leia o post original por Nilson Cesar

Ganhar o clássico diante do Santos no sábado é fundamental para a conquista do título brasileiro . O Palmeiras sabe disso e deve jogar a vida nesse jogo . O que sobrou foi o Brasileirão . Passar um ano sem nenhuma conquista de título seria uma grande derrota para o Palmeiras . Virou mesmo obrigação  ganhar o campeonato brasileiro . Se não conquistar muita coisa precisa ser repensada para a próxima temporada . É um jogo chave e a vitória é fundamental no clássico de sábado .

Diretor da DIS ironiza estafe de Neymar: ‘feliz com chance de pena maior?’

Leia o post original por Perrone

A mais recente decisão da Justiça espanhola sobre Neymar deflagrou nos bastidores uma espécie de disputa entre os estafes do jogador e da DIS, empresa que detinha 40% dos direitos econômicos do jogador, para ver quem demonstra mais otimismo em relação ao desfecho da batalha judicial.

Ao UOL Esporte, a equipe do jogador afirmou ter sido bom para o atleta o juiz responsável pelo caso se julgar incompetente para julgá-lo e determinar que um tribunal formado por três juízes faça o julgamento.

Em contato com o blog, Roberto Moreno, diretor da DIS, ironizou a visão otimista de Altamiro Bezerra, diretor financeiro do Instituto Neymar Júnior.

“Não quero cutucar ninguém, mas é uma incoerência ele (Altamiro) dizer que ficou feliz com a decisão. A promotoria tinha pedido dois anos de prisão, agora o juiz calcula que a pena pode chegar a seis anos. Quem fica feliz ao saber que uma pena pode passar de dois para seis anos?”, afirmou o executivo da DIS.

Ele se refere ao fato de, inicialmente, a promotoria ter pedido a condenação de Neymar por dois anos, além de multa, por suposta irregularidade na transferência do Santos para o Barcelona em 2013.

Agora, o juiz José Maria Vázquez Honrubia entendeu que a pena pode chegar a seis anos de prisão e ele só pode julgar casos com previsão máxima de condenação por cinco anos. Por isso, o juiz se considerou incompetente para julgar o caso.

“Você já viu alguém comemorar porque pode pegar uma pena maior do que antes? Não faz sentido”, afirmou Moreno, ainda sobre a reação do estafe de Neymar.

O caso envolve também os pais de Neymar, o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rossell, atualmente preso por outras acusações, o atual principal mandatário do clube, Josep Maria Bartolomeu, e Odílio Rodrigues, que presidiu o Santos, além dos dois clubes.

A declaração rebatida por Moreno foi a seguinte demonstração de confiança dada por Bezerra ao UOL Esporte: “a notícia é boa para nós porque já é o segundo juiz que se considera incompetente para julgar o pedido da DIS. Isso enfraquece o pedido. Agora o juiz alegou incompetência  porque ele só cuida de casos com pedido de prisão até cinco anos. Eles pediram seis. Outro ponto favorável para nós é que a Justiça, na Espanha e no Brasil, já entendeu os valores recebidos pelo Neymar como sendo salário”.

As duas partes também esbanjam otimismo em relação ao pedido de condenação. Para a DIS, as provas contra Neymar são absolutas, e o fato de Honrubia calcular que a pena pode chegar a seis anos seria um indício de que a punição é viável.

Do outro lado do muro, o estafe do jogador do PSG diz ter certeza de que ele não será preso. Primeiro por considerar não existirem provas de que foi cometido crime na transferência dele para o Barça. Para a DIS, houve uma simulação entre os envolvidos para diminuir a quantia que a empresa tinha a receber pelos 40% dos direitos econômicos.

A defesa do astro da seleção brasileira também justifica sua posição otimista com o fato de o jogador ser primário. Pelas leis espanholas, ele só poderá ser preso ser for condenado a mais de cinco anos. O entendimento é de que um réu primário não pegaria pena perto da máxima e teria a condenação transformada em multa.

Mas a hipótese de condenação não é levada em conda pelo estafe do atleta, que sempre alegou inocência.

Em nota, a assessoria de imprensa de Neymar também afirmou que ao se declarar incompetente para julgar o caso, Honrubia, “reforça o pedido que foi negado à defesa”, que “contestava a competência desta corte em julgar o caso. Consequentemente todos pedidos e atos praticados por essa corte tornam-se nulos”.

Completando a demonstração de otimismo, o comunicado afirma que “fica claramente demonstrado que a Espanha não tem jurisdição para julgar a demanda da DIS”.
Oficialmente, Neymar foi vendido pelo Santos por 17,1 milhões de euros. O Barcelona pagou 40 milhões de euros para a N&N, pertencente aos pais do jogador. A empresa entende que essa quantia fazia parte da negociação pelos direitos econômicos. Assim, deveria entrar na conta dos 40% a que ela tinha direito.
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VAR tem simpatia dos primeiros, mas ideia do Inter ainda não decolou

Leia o post original por Perrone

Pelo menos três dos outros quatro primeiros colocados do Brasileirão são simpáticos à ideia do uso do VAR nas últimas rodadas da competição, como propõe o Internacional. Porém, o projeto do time gaúcho (3º colocado) ainda não decolou.

De seis clubes indagados nesta segunda (29) sobre o tema pelo blog, apenas o Grêmio havia sido procurado pelo presidente do Internacional, Marcelo Medeiros.

O cartola colorado quer entregar um abaixo-assinado para a CBF pedindo o uso do VAR na reta final do Brasileirão.

“Sim (fui procurado pelo Inter). Eles vão fazer um documento. O Grêmio (5º colocado) mantém sua posição inicial de concordância, mas entende que (o assunto) deve passar pelo conselho técnico da CBF”, afirmou o presidente do tricolor gaúcho, Romildo Bolzan.

Ou seja, para a direção do gremista não basta a assinatura, é necessária uma reunião dos clubes da Série A na confederação para aprovar a novidade, o que evitaria eventuais questionamentos futuros.

Líder do campeonato, o Palmeiras também não foi procurado nesta segunda para tratar do tema. Mas, seu presidente, Maurício Galiotte, segue como defensor do uso do VAR o mais rapidamente possível. No entanto, procurada, a assessoria de imprensa do clube disse que a diretoria não comentaria a proposta do Inter.

O Flamengo é outro que não tinha recebido pedido do Internacional para assinar o documento. “Não foi procurado, mas sempre apoiei o VAR”, declarou ao blog Eduardo Bandeira de Mello, presidente do vice-líder do Brasileirão.

Já o São Paulo, quarto colocado, não respondeu sobre o assunto até a publicação deste post.

José Carlos Peres, presidente do Santos, sétimo na classificação do Nacional, também afirmou que não tinha sido procurado pelo Inter. Ele declarou que apoia o uso imediato do VAR “sem dúvida”.

O blog não conseguiu falar com a diretoria do Atlético-MG, que ocupa a sexta posição na tabela.

Fora da briga pelo título e ainda tentando se afastar da zona de rebaixamento, o Corinthians ainda não recebeu pedido para assinar o documento, segundo seu departamento de comunicação. O clube não se posicionou sobre o assunto.

 

 

 

 

 

Sem estrelismo ele é excelente!

Leia o post original por Craque Neto

Veja como são as coisas… eu estava olhando a lista de artilheiros do Brasileirão e vi o moleque que surgiu ainda pequeno em São Bernardo do Campo, o Gabriel Barbosa, na topo com 15 gols. Isso mesmo! Além de ter sido o goleador da Copa do Brasil desse ano o Gabigol, como ficou conhecido no Peixe, lidera também o quesito no principal campeonato nacional. Ele sabe finalizar com qualidade – com pé de cabeça-, tem velocidade e bom drible. Ou seja, todos os quesitos que precisa ter um bom centroavante. Aí os mais pessimistas me perguntam: ‘Por que tanta irregularidade?’. […]

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Opinião: após ‘caso do replay’, Globo deve explicar seu papel no Nacional

Leia o post original por Perrone

Na opinião deste blogueiro, em parte, a diretoria do Internacional tem razão ao reclamar da Globo no episódio do gol de sua equipe anulado contra o Santos na última segunda (22).

Os colorados afirmam que se a emissora decidiu não mostrar o replay do lance até o juiz se posicionar, deveria ter feito isso nos outros jogos da rodada, em especial na partida entre Palmeiras e Ceará. Faz sentido. O modelo deveria começar a valer para todos na mesma rodada. De preferência com um comunicado oficial antes das partidas para o torcedor saber o que se passa.

Ao tomar a decisão de segurar a repetição do lance para não influenciar a arbitragem, o Sportv (canal do grupo Globo), ultrapassou a fronteira do jornalismo e invadiu a área técnica e de gestão da competição.

Arbitragem é assunto para quem organiza o campeonato, no caso a CBF, e não para quem o transmite.

Caso saibam da existência da prática das equipes de arbitragem de esperarem o replay para se posicionar, o Sportv e a Globo deveriam ter investido numa reportagem sobre o tema. Seria um golaço, um serviço para o futebol brasileiro. Armar uma pegadinha foi a pior escolha.

Outra questão é a situação do assinante que pagou para assistir ao jogo contando com uma série de confortos e ficou sem esse (o replay quase imediato). No lugar da informação instantânea, o assinante ficou com a dúvida até o juiz Ricardo Marques Ribeiro tomar uma decisão e a emissora liberar a imagem. O produto não foi entregue como vendido.

Em nota oficial, a Globo disse que “a transmissão da TV optou por não exibir o replay antes da decisão como é o protocolo da Fifa quando tem a produção de imagens com árbitro de vídeo”. O Brasileirão não tem o uso do VAR.

O comunicado diz ainda que o procedimento de segurar o replay foi adotado na final da Copa do Brasil (com VAR), entre Corinthians e Cruzeiro. E que valerá a partir de agora para todas as partidas transmitidas pelo Grupo Globo, mesmo sem árbitro de vídeo. Leia a nota completa clicando aqui.

Diante do posicionamento da rede de televisão, para este blogueiro é necessário que a Globo explique melhor para o público o papel que espera exercer nos campeonatos que transmite. Elá se considera parceira da CBF e de outras entidades na gestão das competições? O esclarecimento é necessário para sabermos com que olhos devemos assistir aos jogos pela TV. E o que o consumidor pode esperar e cobrar da emissora.

 

 

Clubes decidem sobre VAR a partir das quartas de final no Paulista

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No congresso técnico do Campeonato Paulista, nesta terça-feira (23), às 10h30, os clubes votarão a proposta da Federação Paulista de Futebol para o uso do VAR na próxima edição do Estadual.

A entidade vai oferecer o recurso eletrônico a partir das quartas de final. Os custos seriam bancados integralmente pela FPF.

Depois da polêmica na final do Paulista deste ano, o Palmeiras exigiu em carta que o Estadual de 2019 tenha o uso do VAR em todas as suas partidas.

Mas Maurício Galiotte, presidente palmeirense, afirmou que não participará da reunião. Ele está rompido com a FPF desde que seu time se sentiu prejudicado por uma suposta interferência externa na arbitragem na final do último estadual, vencida pelo Corinthians no Allianz Parque.

Pouco depois da queixa alviverde, a federação passou a consultar empresas e a fazer um levantamento de preços para implantar o VAR. O orçamento escolhido foi o da Hawk-Eye, que cuidou do sistema na Copa da Rússia.

Outro tema controverso que será votado pelos clubes é a continuidade da permissão para equipes mandarem seus jogos fora de casa. A questão gera polêmica principalmente por conta de times do interior que decidiram recentemente jogar algumas partidas como mandante na capital contra grandes do Estado.

Um dos principais interessados é o Santos, que tem mandado jogos no Pacaembu.

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Pequeno para Palmeiras, Paulista pode render 29 mi em dois meses e meio

Pequeno para Palmeiras, Paulista pode render R$ 29 mi em dois meses e meio

Leia o post original por Perrone

Sem calcular a venda de ingressos, quanto pode render para o Palmeiras o Campeonato Paulista, chamado de pequeno por seu presidente, Maurício Galiotte? O blog fez as contas.

O alviverde levaria cerca de R$ 2 milhões por partida na pouco provável hipótese de ser eliminado na primeira fase.

Nessa conta está apenas a cota de TV paga pela Globo a cada um dos quatro grandes do Estado pela transmissão de seus jogos. São aproximadamente R$ 24 milhões por time (Palmeiras, Corinthians, Santos e São Paulo), de acordo com apuração do blog. A fase inicial da competição tem 12 jogos.

No ano passado, os grandes embolsaram cerca de R$ 19 milhões pelas transmissões no Estadual.

A receita em 2019 aumentaria de acordo com o desempenho palmeirense na competição por conta das premiações pagas pela FPF, entidade com a qual o clube está rompido.

Conforme apurou o blog, campeão paulista levará R$ 5 milhões. Ou seja, contando cota de TV e premiação por título, o Palmeiras poderia levantar por volta de R$ 29 milhões em dois meses e meio para disputar 18 partidas. Nesse caso, a competição renderia ao clube cerca de R$ 1,6 milhão por apresentação.

Galiotte rompeu com a federação por entender que pênalti a favor de seu time na final deste ano, contra o Corinthians, foi anulado com interferência externa.

Depois da partida, chamou o Paulista de campeonato pequeno. Repetiu a afirmação para a rádio Jovem Pan, na semana passada, ao dizer que não participará de reunião sobre a competição na próxima terça.

“Para o projeto do Palmeiras, o (Paulista) é pequeno”, disse o cartola. A tese é de que em comparação aos outros campeonatos que o clube participa o Estadual é menor. Por isso, com os planos para a temporada inteira em mãos, a comissão técnica vai decidir as escalações mais adequadas para o torneio.

Em termos comparativos, a Copa do Brasil de 2018 ofereceu R$ 50 milhões para seu campeão (Cruzeiro) e R$ 20 milhões ao vice (Corinthians), sem contar bônus nas fases anteriores. Os finalistas disputaram oito jogos, pois entraram já nas oitavas de final.