Arquivo da categoria: São Bento

O risco que o Santos correu

Leia o post original por Odir Cunha


Em 2016, com grande atuação de Vitor Bueno, foi assim.

Agora que o susto passou, é possível informar. Com os 20 milhões de bônus que recebeu da Rede Globo pela assinatura de um contrato que envolve a tevê aberta e o pay per view, o Santos pagou, na sexta-feira, uma dívida de cerca de R$ 16 milhões à Receita Federal e evitou ser desligado do Profut e sofrer punições que envolveriam até o rebaixamento do time no Campeonato Brasileiro.

Imagine o tamanho da frustração do santista, ele que se orgulha por torcer para um time que jamais foi rebaixado, ver o Glorioso Alvinegro Praiano cair para a Série B por dívidas com a União.

O risco era real, já que desde agosto de 2017 o clube não pagava as parcelas do Profut. O não pagamento nos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro já somavam esses R$ 16 milhões que tinham de ser pagos imediatamente à Receita Federal.

Não nos esqueçamos que em dezembro de 2017, antes de assumir oficialmente o seu mandato, o presidente José Carlos Peres já teve de recorrer a empréstimos bancários para conseguir R$ 30 milhões para pagar salários e o décimo-terceiro, impedindo a debandada de jogadores e vultosas ações trabalhistas, como ocorreu no início de 2015, durante a gestão anterior.

A questão financeira tem sido prioritária nesse início de gestão. Infelizmente o Santos era um clube que para cada real arrecadado precisava gastar três ou quatro. Do jeito que seguia, a conta não fecharia nunca e o clube caminharia rapidamente para o colapso.

Demissões são atitudes antipáticas e tristes, mas o clube chegou a tal ponto que seria impossível alcançar a sustentabilidade com uma folha de pagamentos tão volumosa. Outras despesas foram cortadas e é compreensível que haja uma reação contrária, mas, ou se fazia isso, ou o Santos logo deixaria de ter a mínima possibilidade de manter uma equipe competitiva.

Agora, aos poucos, as coisas tendem a se estabilizar. O santista tem começado a compreender a importância de se tornar sócio e de prestigiar o time no estádio. Diante de algumas notícias desconexas, o importante é se concentrar na mais pura verdade desse momento: ade que o fortalecimento do Santos só depende de nós.

10 Meninos na Vila em campo?

Algumas fontes garantem que nada menos do que oito Meninos da Vila deverão começar a partida contra o São Bento, neste domingo, às 17 horas, na Vila Belmiro. O time escolhido por Jair Ventura seria: Vladimir, Daniel Guedes, Luiz Felipe (veio do Paraná), Gustavo Henrique e Dodô ( veio da Sampdoria/ITA); Renato (veio bem jovem do Guarani para o Santos), Léo Cittadini e Vitor Bueno (veio do Botafogo de Ribeirão Preto para o sub 23 santista); Arthur Gomes, Yuri Alberto e Diogo Vitor.

Mas há quem garanta que Jair Ventura escalará mais jogadores experientes, em um time que terá Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Dodô; Guilherme Nunes, Léo Cittadini e Vecchio; Sasha, Gabigol e Rodrygo.

Já classificado para enfrentar o Botafogo nas quartas de final, o Santos garantirá o primeiro lugar no grupo com uma vitória, mas poderá perder a primeira posição caso perca ou mesmo empate com o São Bento e o Botafogo goleie o Corinthians em Ribeirão Preto.

A liderança do grupo dará a vantagem de fazer o único jogo das quartas em casa. A partir da semifinal a disputa será em dois jogos.

O São Bento, que não tem mais chances de classificação, mas também não corre riscos de rebaixamento, deverá jogar com Rodrigo Viana, Lucas Farias, Luizão, João Paulo e Marcelo Cordeiro; Fábio Bahia, Maicon Souza, Diogo Oliveira, Lucas Crispim e Everaldo; Lúcio Flávio. A arbitragem será de Vinicius Furlan, auxiliado por Hernan Brumel Vani e Alberto Poletto Masseira.

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Vamos lotar a Vila: venda de ingressos para a partida contra o São Bento

E você, o que acha disso?


Tem que se MEXER aí Andrés! E RÁPIDO!

Leia o post original por Craque Neto

Acabou agora! O Corinthians perdeu para o São Bento por 1 a 0 em sua volta à Arena de Itaquera. Posso falar? Acompanhei a partida inteira e é impressionante a falta de capacidade ofensiva que o time do Carille ficou após a saída do lateral Guilherme Arana e principalmente do Jô. Incrível! Não consegue criar mais nada. Às vezes que venceu – o que ainda lhe mantém na liderança do grupo A – foi na base da qualidade técnica de um Jadson ou Rodriguinho. Fora a zagueirada que vai pra área fazer gols. Por que o restante está difícil de […]

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Corinthians e a pulga atrás da orelha

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, o Corinthians ainda está no prazo que costumo determinar para emitir um juízo a respeito do que um time poderá mostrar na temporada. O período de observação vai a 10, 12 jogos. Foram 7 oficiais até agora, todos pelo Paulistão. Não fico em estado de alerta, tampouco entusiasmado com a turma de Fábio Carille.

O campeão brasileiro não está com cara boa. Previam-se dificuldades, com a saída de Pablo, Arana, Jô – o que, de resto, não é muito diferente do que ocorreu em outras ocasiões. Não se trata da primeira vez em que o Corinthians passa por um desmanche, mesmo parcial.

Já comprovou poder de reação, ao se reconstruir e dar a volta por cima. Isso serve de consolo e esperança para o torcedor. Porém, o tira-gosto no Estadual não agrada. Até agora, foram quatro vitórias e três derrotas, a mais recente há pouco, nesta quarta-feira de Cinzas, no 1 a 0 para o São Bento. Em casa.

Resultados em si nem sempre refletem o desempenho de uma equipe. No caso corintiano, sim – e eis o que preocupa. A atuação não foi boa, diante de um adversário fraco, que teve o mérito de lutar e suar, qualidades corriqueiras para qualquer um que preze o que faz.

O Corinthians até teve posse de bola, que não representou grande coisa. Ciscou, apertou e criou pouco. O time de Sorocaba esteve perto, muito perto do segundo gol, e não de levar o empate. Ficou em vantagem com gol de João Paulo, no primeiro tempo, e se fartou de usar o contragolpe como alternativa para ampliar a diferença. Passou raspando para dar certo.

Carille mexeu na defesa, com a estreia de Henrique, apostou em Marquinhos Gabriel no meio e foi com Júnior Dutra no meio do ataque. No mais, apelou para os jogadores da campanha do título nacional de 2017, incluído Romero. O Corinthians não funcionou. A magia anterior desapareceu.

O treinador ainda fez alterações, até com a entrada de Danilo no lugar de Gabriel, Camacho na vaga de Jadson e Clayson em substituição a Marquinhos. Na prática não deu em nada. A estabilidade, a calma, a consciência do que fazer, que foram características decisivas para vitórias no Brasileiro, ainda não deram o ar da graça em 2018.

O Corinthians de hoje deixa o torcedor com a pulga atrás da orelha. E é pulguinha chata, daquelas que incomodam, que provocam coceira e desconforto.

Aperitivo tricolor sem graça

Leia o post original por Antero Greco

Você gostou da estreia do São Paulo no Estadual, na noite desta quarta-feira? Eu não. Como aperitivo, o time que entrou em campo para encarar o São Bento, em Sorocaba, não teve graça. Cheio de jovens, criou pouco, incomodou quase nada o adversário e ainda amargou derrota por 2 a 0.

Sei, sei, é apenas início de trabalho e estava combinado que Dorival Júnior colocaria só reservas, para dar mais tempo de preparação para aqueles considerados titulares. É estratégia definida com a direção e não se esperava grande coisa mesmo.

Mas, como já havia deixado claro anteriormente, preferia ver no mínimo formação mista, se possível a mais próxima possível da ideal. Como fez Jair Ventura, no Santos, que no mesmo horário enfrentou o Linense e venceu por 3 a 0. Se a intenção é usar o Paulistão como laboratório, por que não observar logo como se comportam os principais atletas do elenco?

Ok, a escolha é essa, respeita-se e aguarda-se. Costumo dizer que avaliação adequada do que pode ser a temporada se faz depois de 7, 8 partidas oficiais. E tomara Dorival tenha respaldo incondicional dos dirigentes, sobretudo os novos, os ex-boleiros Raí e Ricardo Rocha.

Na prática, o jogo com o São Bento não foi bom. Sidão, o mais experiente do grupo, teve trabalho com o sistema defensivo desentrosado. O meio-campo com Pedro Augusto, Paulo Henrique e Araruna inexistiu, assim como Maicosuel e Júnior Tavares desapareceram na frente. O jovem Bissoli não decepcionou.

O São Bento cumpriu o papel dele à perfeição, com boa marcação, trocas rápidos do meio em diante, e aproveitamento total nas chances de gol, com Anderson Cavalo e Maicon Souza (em jogada ensaiada na cobrança de falta), no segundo tempo.

Só largada, não custa destacar. Mas poderia ser mais empolgante por parte do São Paulo.

 

O lado cheio do copo

Leia o post original por Odir Cunha

Amigos e amigas leitores e leitoras deste blog. Vejam como são as coisas: uma vitória, fora de casa, e o Santos já é o líder de seu grupo no Campeonato Paulista e tem a terceira melhor campanha da competição, superando, no olho mecânico, o São Paulo de Rogério Ceni. O que isso quer dizer?

Para mim, indica que nem tudo está perdido. Um esforço suplementar e nosso querido Alvinegro Praiano pode, sim, fazer uma ótima campanha na Copa Libertadores e ainda beliscar, quem sabe, mais uma boa classificação no Campeonato Paulista. Peço desculpas a alguns colegas pelo meu otimismo, mas não consigo desacreditar.

Caras e caros, nada como um dia depois do outro. Vejam que o garoto Vitor Bueno, que perdeu aquele gol feito domingo, dessa vez acertou uma chapa bem no cantinho, assim como Lucas Lima, que driblou o goleiro e fez o gol como se passeasse com o pequinês no calçadão de Santos. O sujeito é craque e torço para que arrebente neste ano.

Esse meu otimismo não tem nada a ver com aprovar a forma como o clube vem sendo administrado, mas sim com com a confiança na camisa, no carisma, na personalidade dos jogadores que defendem nosso time. Não desistirei de acreditar neles, ou este blog não teria sentido. Fortes abraços e vamos à luta!

E você, o que acha disso?

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O Verdão venceu, mas o palmeirense sempre sentirá um calafrio ao ouvir falar no Mirassol! Santos dá belo pontapé na má fase!

Leia o post original por Milton Neves

Palmeiras 2 x 0 Mirassol

O Palmeiras enfrentou dificuldades no primeiro tempo diante do Mirassol, mas melhorou na etapa complementar e conseguiu mais uma importante vitória nesta temporada.

Pelo visto, o Verdão, favorito a tudo em 2017, embalou mesmo.

E Eduardo Baptista, enfim, acertou a mão neste milionário elenco alviverde.

Ainda bem que tiveram paciência com ele…

Agora, quero ver quem conseguirá parar a poderosa equipe do Palestra Itália.

E o Verdão venceu nesta noite, é verdade.

Mas é verdade também que, apesar do triunfo, o palmeirense sentirá para sempre um calafrio ao ouvir falar no Mirassol.

Afinal, impossível esquecer aquela vexatória derrota por 6 a 2 para a equipe do interior em 2013, não é mesmo?

São Bento 0 x 2 Santos

E Dorival Júnior, enfim, pode respirar aliviado.

Afinal, se o Santos não conseguisse vencer o São Bento nesta noite, a demissão do treinador seria quase certa.

Então, que bom que o Peixe ganhou, porque acredito que Dorival ainda fará com que a equipe cresça muito.

Basta que a diretoria e a torcida tenham paciência com ele…

Opine!

Apito amigo salva a pele de Rogério Ceni!

Leia o post original por Milton Neves

São Paulo 3 x 2 São Bento

O argentino Lucas Pratto tinha tudo para ser o nome do jogo entre São Paulo e São Bento, no Morumbi.

Afinal, o centroavante empatou e virou a partida para a equipe da casa, somando três gols em apenas dois jogos.

Uma marca incrível, não é mesmo?

Mas, já no fim do duelo, quando tudo se encaminhava para a igualdade no placar, um convidado muito inconveniente resolveu dar as caras.

Claro que estou falando do bom e velho apito amigo.

Afinal, o que falar sobre a penalidade do zagueiro Pitty no argentino Chávez?

Honestamente, esse pênalti não seria marcado nem no… Itaquerão!

Ê, Rogério Ceni, quem diria, hein?

Precisando de uma forcinha da arbitragem para salvar a sua pele…

Mas uma coisa é certa: o técnico são-paulino precisa URGENTEMENTE arrumar a zaga da equipe.

Não é nada normal tomar tantos gols em um campeonato tão fraco tecnicamente quanto o Paulistão.

Ituano 0 x 0 Santos

E o Santos, que anda mais lento que tartaruga grávida?

Mais um jogo sem vitória, desta vez diante do Ituano, e a situação de Dorival, infelizmente, vai se complicando.

Se a equipe da Baixada não entrar com tudo na Libertadores, vai acabar sobrando para o treinador.

Uma pena…

Opine!

Corinthians, vitória para abrir os serviços

Leia o post original por Antero Greco

Ganhar jamais é ruim. E vencer em início de ano e de competição serve como estímulo. Dessa forma, jogadores, comissão técnica e torcedores têm de encarar o 1 a 0 do Corinthians sobre o São Bento, no final da tarde deste sábado. O jogo em Sorocaba não foi um espetáculo de gala – ficou longe disso -, mas serviu como tira-gosto para os próximos desafios no Campeonato Paulista. Jô, o filho pródigo, marcou, de pênalti.

Fábio Carille colocou em campo o que tem de melhor no momento, praticamente o time que deve disputar o Estadual e etapas da Sul-Americana. Falta, claro, Jadson, que deve ficar só para março. A opção do treinador se justifica, pois o Paulistão é o laboratório que terá para montar o time. Com os riscos que isso implica. A gente costuma dizer que estadual não serve para grande coisa, exceto para iludir muitos clubes e para provocar queda de técnicos.

O comportamento não foi decepcionante. Dentro dos limites atuais, o Corinthians mostrou o que se esperava e teve no São Bento adversário apenas razoável. Atrapalhou mais o campo molhado do que as ações do rival. O problema maior ficou para armação no meio-campo e para as finalizações. Como havia ocorrido nos amistosos com São Paulo (nos EUA) e com a Ferroviária, no meio da semana, o time chutou pouco.

Jô ficou muito isolado à frente e, em sua melhor jogada, cavou o pênalti que ele mesmo cobrou, no segundo tempo, para garantir a vitória, aos 8 minutos. Lance pra lá de duvidoso, na dividida de Jô com Pitty, que Raphael Claus considerou como falta. Interrogação do tamanho de Sorocaba na jogada. Dali em diante, o São Bento até tentou incomodar Cássio, e o fez em lances esporádicos.

Carille mexeu algumas vezes, numa delas ao tirar Giovanni Augusto e colocar Marquinhos Gabriel. Havia feito isso anteriormente, o que mostra dúvida em relação ao titular no setor. Felipe Bastos saiu para a entrada de Camacho, mas mais por cansaço do primeiro do que por incerteza tática. Gabriel tem se aplicado na marcação; no entanto, tem de ir com calma. Já levou três amarelos em quatro jogos.

Sem trocadilho, e sem chover no molhado, ajuda e muito largar com três pontos. Há o que aprimorar, o Corinthians está distante do ideal. Mas correções feitas com base em vitórias são mais fáceis, e o ambiente descontrai.

Vitor Bueno decidiu!

Leia o post original por Odir Cunha

Mais do que vencer o bom São Bento por 2 a 0 e avançar à semifinal do Campeonato Paulista, o Santos deve comemorar a ótima exibição do jovem Vitor Bueno, que marcou os dois gols, participou de muitas jogadas de ataque e mostrou que a lacuna deixada por Marquinhos Gabriel está sendo bem preenchida.

O autor dos gols santistas não é um meia defensivo, ou tático, como Marquinhos Gabriel, mas é mais incisivo na busca pela meta adversária. É um meia que vem de trás com um apetite de gol incrível.

No primeiro gol, aos oito minutos, Bueno tabelou com Victor Ferraz e surpreendeu o goleiro Henal ao bater com o lado externo do pé direito, jogando a bola no ângulo direito da meta adversária. Golaço! No segundo, aos 41 minutos, foi rápido para alcançar, de carrinho, o forte cruzamento de Ricardo Oliveira.

O Santos dominou a partida amplamente no primeiro tempo, quando fez os dois gols e teve oportunidades para marcar outros mais. A partida, porém, mudou na segunda etapa. Aparentemente cansado, o Alvinegro Praiano recuou e permitiu ao São Bento criar boas oportunidades. David Braz levou um cartão amarelo por retardar uma cobrança de falta e o árbitro Vinicius Gonçalves Dias Araújo não deu um pênalti em que o zagueiro do São Bento aliviou o perigo com uma manchete de vôlei.

Nos 20 minutos finais da partida, Dorival Junior tirou Lucas Lima, Gabriel e Ricardo Oliveira para fazer entrar Rafael Longuine, Joel e Elano. O time continuou preso atrás e o São Bento pressionava. Mas a má pontaria dos atacantes do time de Sorocaba e algumas defesas de Vanderlei mantiveram o marcador inalterado.

Com o resultado, o Santos se classificou para jogar a semifinal contra o vencedor de Palmeiras e São Bernardo, que se enfrentarão na segunda-feira. Em caso de empate, a vaga na decisão será decidida por meio de tiros diretos da marca do pênalti.

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Santos 2 x 0 São Bento
Vila Belmiro, 16/04/2016, 18h30
Público: 12.051 torcedores. Renda: R$ 477.280,00.
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno e Lucas Lima (Rafael Longuine); Gabriel (Joel) e Ricardo Oliveira (Elano). Técnico: Dorival Júnior.
São Bento: Henal, Régis, Pitty, João Paulo e Marcelo Cordeiro; Fábio Bahia, Éder (Diego Clementino), Serginho Catarinense e Clebson (Everton Sena); Edno (Anderson Cavalo) e Rossi. Técnico: Paulo Roberto Santos.
Gols: Vitor Bueno, aos oito e aos 41 minutos do primeiro tempo.
Arbitragem: Vinicius Gonçalves Dias Araújo, auxiliado por Miguel Ribeiro da Costa e Patrick André Bardauil, todos de São Paulo.
Cartão amarelo: David Braz.

E você, acha que Vitor Bueno ganhou a posição?


Santos: o próximo, por favor!

Leia o post original por Antero Greco

O Santos do Campeonato Paulista joga simples, sem frescura. Tem o estilo de Dorival Júnior. Passou fácil pela fase de grupos, não teve problemas diante do São Bento: 2 a 0, no início da noite deste sábado, e vaga na semifinal pela oitava vez seguida.

Não foram necessários mais do que os 45 minutos iniciais para consolidar a superioridade santista diante do brioso São Bento, na Vila Belmiro. Com 8 minutos, estava em vantagem, num belo gol de Vítor Bueno, que dobrou a dose antes do intervalo. Assim, sem sustos, sem suar demais a camisa, sem permitir que a zebra passeasse.

Ritmo sereno que se manteve no segundo tempo. O Santos percebeu que tinha o jogo sob controle e nem se incomodou em acelerar o ritmo. Não por menosprezo, mas por preservação. O importante era seguir adiante na rota da taça estadual. E o caminho correto foi aberto com os gols no primeiro tempo.

Dorival usou até parte do jogo como laboratório para testar jogadas e alternativas de escalação. Afinal, no meio da semana que vem estreia na Copa do Brasil, contra o Santos do Amapá, e no campo do adversário. Oportunidade para rodar o elenco e para recomeçar a busca de taça que escapou no ano passado, ao perder a decisão por pênaltis para o Palmeiras.

É um Santos que, com limitações e sem badalação, ainda pode fazer bonito no Paulista e em outras frentes.