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São Paulo deve testar Pato e Tchê Tchê em jogo treino com São Caetano

Leia o post original por Perrone

A comissão técnica do São Paulo espera realizar um jogo-treino com a São Caetano na próxima terça (16). Em se confirmando o treinamento, a ideia é utilizar Pato e Tchê  Tchê, que por enquanto apenas treinam. O aproveitamento de Vitor Bueno, contratado na última quarta, não é descartado.

Em entrevista ao blog, Carlinhos Neves, preparador físico são-paulino, deu a realização do jogo-treino como certa, porém, segundo o clube, o teste ainda não está confirmado. O integrante da comissão técnica falou da chance de os reforços serem observados. “É um trabalho pra contemplar o elenco todo, mas aí a gente já começa a pensar nesses atletas (os três reforços) pro jogo contra o Botafogo (estreia no Brasileirão)”, declarou o preparador físico. Segundo Neves, Tchê Tchê está num estágio de preparação mais avançado em relação aos dois novos companheiros.

O preparador físico enxerga um fator positivo no fato de os reforços não poderem atuar pelo time na reta final do Paulista. “Claro que gostaríamos de utilizá-los, mas já que não podemos, estamos trabalhando do jeito que gostamos e entendemos. Sem ter que jogar quarta e domingo, eles têm trabalhado bastante. Trabalham sábado, domingo, segunda, dia de jogo. Vão chegar bem no Brasileiro. Só não vão chegar 100% porque ainda vai estar faltando jogar”, disse Neves.

Neto para goleiro do São Caetano: ‘Quem nunca errou???’

Leia o post original por Craque Neto

O apresentador do Os Donos da Bola afirmou que o goleiro Paes, do São Caetano, errou no lance em que tentou sair jogando e acabou sofrendo o gol, mas o defendeu dizendo que muitos jogadores não têm a coragem de assumir o erro, como ele fez.

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Quando vencer até dói

Leia o post original por Rica Perrone

Eu nem me lembrava dele, pra ser honesto. Talvez eu nunca o tenha notado. Mas aos 35 anos, Paes não terá um futuro brilhante. Tem uma carreira digna, boa, mas que a idade só permite manter, não mais sonhar.

O São Paulo jogou mal. Mas mereceu a vaga porque o São Caetano jogou pior ainda.  O que na verdade era pra ser uma partida de eliminatória simples com resultado bastante comum e previsível, comoveu mais do que convenceu.

Aquele “chupa!”  de torcedor na hora que ele erra virou nó na garganta quando, ao final do jogo, ele se deita no chão e, conforme ele mesmo revelou, olha pro céu e diz “porque comigo?”.

Na entrevista, chora. É um cavalo de quase 2 metros experiente chorando feito um garoto por uma bobagem que eliminou o provável eliminado.  Mas o choro dele é mais alto que os aplausos do Morumbi.  Porque é mais sincero e merecido que os aplausos.

Ele merece ser o vilão pelo erro que cometeu. E também pode chorar, porque como todos nós, um dia dá tudo errado e a gente se sente o mais injustiçado do mundo.

Paes vai sumir. Ele não é uma promessa, nem o primeiro goleiro a falhar e sair chorando. Não será o último também.

Mas seguramente foi a coisa menos esquecível que o Morumbi viu nesta noite.

abs,
RicaPerrone

Obrigação bem feita! Mas não dá pra se iludir…

Leia o post original por Craque Neto

Depois de perder o primeiro jogo no ABC paulista, o São Paulo recebeu o São Caetano no Morumbi e entrou com uma postura totalmente diferente do que vinha tendo. O novo técnico Aguirre, em seu primeiro jogo em casa, fez algumas alterações e conseguiu deixar a equipe mais veloz. O que na visão de muita gente vinha sendo o principal defeito dessa equipe do Tricolor. Só que ao término do primeiro tempo a torcida vaiou demais. O treinador foi chamado de BURRO com força em sua segunda partida no comando. Acho até que de maneira infeliz e bem precipitada. Na etapa […]

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Obrigação bem feita! Mas não dá pra se iludir…

Leia o post original por Craque Neto

Depois de perder o primeiro jogo no ABC paulista, o São Paulo recebeu o São Caetano no Morumbi e entrou com uma postura totalmente diferente do que vinha tendo. O novo técnico Aguirre, em seu primeiro jogo em casa, fez algumas alterações e conseguiu deixar a equipe mais veloz. O que na visão de muita gente vinha sendo o principal defeito dessa equipe do Tricolor. Só que ao término do primeiro tempo a torcida vaiou demais. O treinador foi chamado de BURRO com força em sua segunda partida no comando. Acho até que de maneira infeliz e bem precipitada. Na etapa […]

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Cinco problemas que se repetem no São Paulo

Leia o post original por Perrone

Em cerca de dois anos e meio como presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Sila, o Leco vê  problemas se repetirem incomodamente. A falta de solução causa mudanças constantes na comissão técnica e na diretoria, mas a maioria não surte o efeito esperado. Abaixo, veja cinco desses problemas recorrentes.

1 – Erros em campo

Passes errados e falhas individuais, especialmente na defesa, são problemas que perseguem o São Paulo nas últimas temporadas. Rogério Ceni e Dorival Júnior caíram sem encontrar solução. Diego Aguirre já viu em sua estreia que terá dificuldade para se livrar deles.

2 – Substituto de Rogério Ceni no gol

A aposentadoria do ídolo deixou uma preocupante lacuna no gol tricolor. Dênis, Sidão e Renan Ribeiro não conseguiram se firmar na posição. Jean, a bola da vez, sofreu um baque ao sair catando borboleta no cruzamento que gerou o gol da vitória contra o São Caetano. A falha foi pontual e está longe de indicar que ele não é o cara certo pra posição. Mas é preciso ver como o goleiro vai reagir ao golpe.

3 – Inconstância de Cueva

A trajetória do peruano no Morumbi é marcada por altos e baixos. Ele alterna grandes partidas (cada vez menos) com atuações apagadas. Constantemente recebe críticas de cartolas e membros da comissão técnica por suposta falta de comprometimento. Em janeiro, num momento de atrito com a diretoria, o jogador chegou a pedir para não atuar contra o Mirassol. Depois pediu desculpas e voltou o time. Ele já tinha sido multado por atrasar em seis dias sua reapresentação à equipe no início da temporada. O camisa 10 foi substituído por Marcos Gilherme no primeiro confronto das quartas de final e não participará do segundo, nesta terça, no Morumbi, por estar com a seleção peruana.

4 – Trocas na comissão técnica

Os últimos dois treinadores contratados por Leco foram demitidos com menos de nove meses no cargo. Ceni ficou seis meses e Dorival Júnior oito. Diego Aguirre assinou contrato por nove meses e perdeu na estreia para o Azulão comandado por Pintado. O treinador adversário é um dos que simbolizam as trocas na comissão técnica tricolor. Auxiliar que deveria ser fixo, ele foi afastado após a chegada Dorival. Por sua vez, Aguirre, depois do começo ruim, certamente já será pressionado se o São Paulo não conquistar a vaga para as semifinais. De quebra, ele tem a sombra de André Jardine, auxiliar que encanta parte considerável dos conselheiros.

5 – Busca por diretor de futebol que resolva os problemas com rapidez

O rodízio de diretores e executivos no departamento de futebol é uma das características da administração de Leco. Já passaram pelos cargos nomes como Ataíde Gil Guerreiro, Gustavo Oliveira, Luiz Cunha e Vinícius Pinotti. Atual diretor remunerado, Raí ainda não conseguiu solucionar com rapidez antigos problemas. A contratação de Aguirre, mais por vontade sua e de Lugano do que do restante da diretoria, aumenta a pressão sobre o ex-jogador.

 

 

 

Opinião: derrota do SPFC no ABC ressalta benefício injusto ao Corinthians

Leia o post original por Perrone

Não foi por jogar fora de casa que o São Paulo perdeu neste sábado (17) por 1 a 0 para o São Caetano. O time da capital até tinha a maioria dos cerca de 5 mil torcedores no Anacleto Campanella. Mesmo assim, o resultado ajuda a entender como foi injusta a decisão da Federação Paulista de permitir ao Bragantino mandar sua partida desta tarde contra o Corinthians no Pacaembu. O fracasso são-paulino reforça também a bagunça no Estadual.

Mesmo jogando na segunda casa alvinegra, a equipe do interior pode vencer. Mas o jogo seria muito mais complicado para os corintianos em Bragança. Assim como seria mais difícil para o Azulão bater o São Paulo com um confronto no Morumbi e outro no Paulo Machado de Carvalho. Se o primeiro duelo das quartas de final do Paulista tivesse acontecido na capital, apesar do mando do São Caetano, a presença da torcida tricolor seria maior. Consequentemente, a pressão sobre o adversário também aumentaria.

Claro que o teórico desequilíbrio na competição provocado pelo benefício ao Corinthians não tem nada a ver com a falha de Jean no gol do São Caetano e a fraca exibição são-paulina. Porém, não há como negar que essa falta de igualdade existe, não só em relação à equipe de Diego Aguirre e ao próprio Azulão, mas também em referência aos demais participantes desta fase.

Por outro lado, também não dá pra ter pena do São Paulo, que no ano passado jogou duas vezes contra o Linense pela mesma fase e avançou às semifinais com dois triunfos. E nem do Palmeiras, que 2015, na etapa de grupos, viu o Audax ser mandante no Allianz Parque e venceu por 3 a 1.

 

Aguirre, não vai ser fácil…

Leia o post original por Antero Greco

Começo da madrugada de domingo, e fico aqui a imaginar se o Diego Aguirre já foi deitar. Penso que não. Embora o jogo com o São Caetano tenha terminado mais de seis horas atrás, o técnico do São Paulo talvez ainda esteja a remoer o que aconteceu no Anacleto Campanella.

E deve ter boa dose de adrenalina a circular pelo corpo dele. Não apenas pelo resultado – derrota por 1 a 0, logo na estreia no banco tricolor. Mas pela forma como ocorreu o deslize. Meus amigos, o Tricolor negou fogo, e feio. Jogou uma bolinha murcha, como reconheceram técnico recém-chegado, dirigentes e até um ou outro atleta.

Para preocupar.

Claro que não julgo aqui o trabalho de Aguirre. Seria coisa de maluco, burro ou mal-intencionado. Ou as três coisas juntas. Ele desembarcou no clube dia desses, só orientou um treino, escalou o time, viu a rapaziada entrar em campo para ver no que ia dar.

E o que deu não foi nada legal.

O São Paulo esteve travado diante de um São Caetano arrumado e que soube aproveitar, a rigor, a melhor chance que surgiu, numa vacilada de Jean que Chiquinho aproveitou. O Azulão ao menos fez isso. E a turma tricolor? Foi devagar, quase parando.

Aguirre apelou para o quinteto experiente que Dorival Júnior, num primeiro momento, também havia considerado como a saída ideal: Jucilei, Petros, Cueva, Nenê, Diego Souza. Não funcionou. O time não teve velocidade nem foi ofensivo. Jucilei foi substituído no segundo tempo, assim como Cueva, desaparecido em campo. Os outros foram figurantes.

Sobressaiu Valdivia, que corre por fora nesse grupo e talvez seja aquele que, aos poucos, ganha destaque. Mas insuficiente para evitar a derrota.

Claro que a diferença pode ser anulada na terça-feira. Não é esse o ponto. O xis da questão é que, mesmo com novo comando, persiste o problema maior no São Paulo: a falta de confiança, que se manifesta em desempenho “burocrático”, sem graça.

Resumo da ópera: a tarefa do Aguirre, de reerguer o time, será pra lá de complicada.

Estreia ruim de Aguirre

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Em sua estreia pelo São Paulo, Diego Aguirre optou pela escalação dos jogadores mais famosos do São Paulo. Do meio para frente, jogaram Jucilei, Petros, Nenê, Cueva, Valdivia e Diego Souza, o São Paulo nunca conseguiu jogar bem com uma formação neste estilo, não é fácil encaixar Nenê, Cueva e Diego Souza no mesmo time, o trio tem qualidade, mas ficam devendo na mobilidade e intensidade. A dupla Jucilei e Petros também sofre com o mesmo problema.

No primeiro tempo, o São Paulo não criou praticamente nada, como já aconteceu em outras oportunidades, foi um time lento e previsível. Militão voltou a ser o responsável pelo apoio no lado direito, contra o CRB ele ficava como um terceiro zagueiro quando o time tinha a bola, o jovem jogador sofre muito para atacar. O São Caetano foi mais perigoso, com marcação adiantada em muitos momentos.

Aguirre não mudou no intervalo e o time também não, com um jogo parecido com o da primeira etapa, o São Caetano saiu na frente com falha do goleiro Jean.  Com a desvantagem no placar, o técnico mexeu no time, saíram Cueva, Militão e Jucilei, entraram Marcos Guilherme, Bruno e Liziero. O time apareceu mais no ataque, mas sofreu para criar oportunidades.

Resultado justo, o jogo de volta no Morumbi promete muitas emoções para o torcedor do São Paulo.

Cadê a força do elenco?

Leia o post original por Craque Neto

No início da temporada confesso que engrossei o discurso de que o Palmeiras estava contratando um elenco com muitas peças de qualidade. Várias opções para quase todos os setores do time. Mas esse jogo diante do São Caetano no Allianz Parque provou deficiências sérias nessas peças de reposição. Vamos lá, até pelo Verdão já estar classificado para a fase final do Paulistão, o técnico Roger Machado optou por escalar uma equipe completamente reserva para encarar o Azulão. Só que muitos desses jogadores não corresponderam. Sobretudo os que estavam na parte defensiva. Vamos ser sinceros? O que dizer de uma linha […]

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