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Secretaria analisa possibilidade de usar estrutura do São Paulo em pandemia

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A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo analisa a viabilidade técnica e a necessidade de usar os equipamentos oferecidos pelo São Paulo no combate ao avanço do coronavírus. A principal estrutura são-paulina é o estádio do Morumbi.

O departamento de comunicação do órgão cestadual confirmou que o clube tricolor fez a oferta e analisa a situação.

Outras estruturas importantes são os centros de treinamentos das categorias de base e do time principal.

O Pacaembu, por exemplo, está recebendo um hospital de campanha para  atendimentos durante a pandemia.

No último sábado (21), o Corinthians publicou em rede social que colocou à disposição das autoridades todos os seus equipamentos.

Ao blog, o setor de comunicação da secretaria estadual afirmou que não poderia confirmar no final de semana se recebeu oficialmente a oferta corintiana. Contudo, ela também deve ser analisada.

“Face ao necessário enfrentamento da epidemia de coronavírus no Brasil, e fiel à sua tradição de solidariedade e responsabilidade social, o Sport Club Corinthians Paulista está disponibilizando todos os seus equipamentos para que as autoridades avaliem de que forma poderão ser utilizados no combate ao avanço da doença e na assistência à população em geral. Estão à disposição, desta forma, sua sede social, no Parque São Jorge, o centro de treinamento Dr. Joaquim Grava e a Arena Corinthians”.

Por sua vez o Palmeiras emitiu nota afirmando que está pronto para contribuir com ações e recursos no combate à pandemia.

O presidente do alviverde, Maurício Galiotte, conversou com autoridades envolvidas com o tema e colocou a estrutura do clube à disposição.

O Allianz Parque, estádio palmeirense, será usado nesta segunda (23) para uma campanha de vacinação contra a gripe influenza.

Santos

José Carlos Peres presidente do Santos disse ao blog que ofereceu à Secretaria Municipal da Saúde da cidade litorânea as instalações de seu clube.

“Oferecemos a nossa infraestrutura, como por exemplo o Salão de Mármore (área na Vila Belmiro em que o clube realiza eventos importantes). E o apoio para construir provisoriamente o que for possível. Temos espaço e um departamento de patrimônio. Se houver demanda, temos engenheiros, eletricistas, encanadores, pintores, todos à disposição”, afirmou Peres. 

Futebol sem público !

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Está correto . Todas as providências de precaução em relação ao corona vírus estão corretas . Não sei nada de Medicina , mas me informo muito . As pessoas devem seguir as regras e se prevenirem . Nada a contestar . O campeonato paulista na cidade de São Paulo não terá a presença do público . Os jogadores que se apliquem da mesma maneira e boa. Teremos São Paulo e Santos jogando no Morumbi e espero…

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Quem vai segurar o Flamengo em 2020?

Leia o post original por Nilson Cesar

O Flamengo é sem dúvida o grande favorito este ano no futebol brasileiro . Só acho que não pode cantar vitória de véspera . Grêmio , Palmeiras , São Paulo e Internacional podem ser os mais fortes adversários aqui no Brasil . Boca Juniors e River Plate podem brigar na América . Esse momento do Flamengo fez com que os outros evoluíssem também . Com isso espero um Brasileirão cheio de emoções e…

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Ranking de faltas: D. Alves bate mais do que F. Melo e Fágner no Paulista

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A dura entrada de Felipe Melo em Yuri Alberto, do Santos, neste sábado (29), ressuscitou uma antiga discussão nas redes sociais. O debate é sobre quem bate mais: o zagueiro palmeirense ou o lateral corintiano Fágner.

Este blogueiro foi checar os números para tirar a dúvida e tropeçou numa curiosidade. O são-paulino Daniel Alves fez mais faltas no Campeonato Paulista até aqui (antes do confronto com a Ponte Preta neste domingo) do que os dois adversários com fama de mais violentos e foi menos advertido com cartões amarelos.

De acordo com o site especializado em estatísticas Footstats, o jogador do São Paulo acumula 14 infrações em sete jogos com média de duas por partida.

Fágner atingiu oponentes faltosamente em 12 oportunidades nas suas oito apresentações no estadual. A média é de 1,7 falta por jogo.

O polêmico Felipe Melo registra menos da metade de infrações cometidas por seus dois colegas de profissão em questão. Segundo o Footstats, o palmeirense fez apenas cinco faltas em sete jogos, anotando média de 0,7 infração por jogo.

Ele me deu um amarelo que não existe, tem jogadores dando voadora e fazem vista grossa.

Felipe Melo sobre o lance com Yuri Alberto em entrevista ao canal Premiere

Obviamente, os números não medem a brutalidade e a imprudência das faltas. No entanto, o ranking de cartões amarelos indica como os juízes interpretam essas jogadas.

Apesar de ser o mais faltoso entre os três, Daniel Alves é o que menos foi advertido pela arbitragem. Só tomou um cartão amarelo até aqui. Fágner levou dois. Do trio, o zagueiro palmeirense é o recordista com três amarelos. Nenhum desses jogadores foi expulso.

Apesar de irritação com FPF, São Paulo está longe de romper com entidade

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Apesar da irritação de dirigentes do São Paulo com a Federação Paulista por conta de recentes erros de arbitragem contra o time, o clube está longe de romper com a entidade, como fez o Palmeiras em 2018.

Isso principalmente porque os cartolas tricolores entendem que a FPF recebeu suas críticas de maneira respeitosa e num clima propício ao diálogo. Nos bastidores do Morumbi o discurso é de que os dirigentes da entidade admitiram os erros contra a equipe e que prometeram tomar providências.

Do lado da federação há  um sentimento de compreensão com as queixas do clube. Mauro Silva, um dos vices da casa, conversou com jogadores, como Tiago Volpi, e agradeceu pelo comportamento deles diante dos erros de arbitragem no empate com o Novorizontino. Isso porque crê que eles tiveram calma para evitar uma rebelião de maiores proporções em campo.

Na ocasião a FPF admitiu que dois gols tricolores foram anulados incorretamente e que a equipe sofreu com a não marcação de dois pênaltis a seu favor.

Como mostrou a coluna De Primeira, o São Paulo montou uma ofensiva para cobrar a FPF. Foram pelo menos três ligações com cobranças feitas entre sábado, dia do jogo contra o Corinthians em que o clube reclamou da não marcação de um pênalti que teria ocorrido a seu favor, e a última segunda.

O presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, telefonou para Reinaldo Carneiro Bastos, mandatário da federação, que estava na Itália.

Os dirigentes remunerados  Raí e Alexandre Pássaro ligaram para Mauro Silva. Nos telefonemas, os cartolas do São Paulo repetiram críticas que foram feitas em público por Lugano e Raí.

Em entrevista coletiva depois do empate sem gols com o Corinthians, Raí chegou a dizer que seu clube tem sido roubado em jogos em casa e que isso não pode acontecer.

Apesar da forte cobrança, nenhuma das conversas descambou para o bate-boca, o que sustenta a tese de que um atrito maior está descartado neste momento.

Leco não se pronunciou publicamente sobre o tema. Mas gente que conversou recentemente com o dirigente tricolor o descreve como muito irritado com a Federação Paulista, porém, sem citar a possibilidade de rompimento.

Opinião: São Paulo acerta ao fazer campanha para defender trabalho de Diniz

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O São Paulo está em campanha pública para defender o estilo de jogo implantado por Fernando Diniz. Trata-se de comprar uma boa briga já que parte significativa da torcida contesta o treinador.

A crítica geralmente bate na tecla de que não adianta jogar bem. É preciso obter melhores resultados, taças.

Na opinião deste blogueiro, o clube está certo  em se esforçar para defender o técnico. O trabalho da diretoria é criar condições para que a comissão técnica supere dificuldades. Convencer o torcedor de que vale à pena continuar com o projeto é parte dessa função.

Prova de que a direção do São Paulo não se limita a “prestigiar” Diniz  é uma postagem feita no perfil oficial da agremiação no Twitter na última segunda-feira (17).

O texto é praticamente uma carta aberta ao torcedor tricolor com o objetivo de convencê-lo de que a manutenção de Diniz é o melhor caminho.

Diz a postagem: “Construir e ter prazer em jogar futebol. O que se treina é o que se joga. O time que cria mais e oferece menos chances é o time que está mais perto de ganhar. É a probabilidade, e vamos ficar com ela. Perseverança e persistência”.

 A mensagem é acompanhada vídeo com lances em que o São Paulo troca passes desde o seu campo de defesa até chegar à área corintiana no clássico do último sábado, no Morumbi.

As jogadas mostram paciência dos atletas para encontrar espaços e sugerem um treinamento bem feito.

O clube poderia ainda ter acrescentado dados estatísticos para reforçar a tese de que não se trata de uma edição de imagens com o objetivo de criar falsa realidade.

De acordo com o site especializado em estatísticas “Footstats”, o time comandado por Diniz fica, em média, com a posse de bola durante 61% de uma partida do Paulista. É a melhor marca do Estadual.

Empatado com o Corinthians, o São Paulo tem também o mais alto índice médio de acertos de passe: 93,2%.

A equipe tricolor é a que mais finalizações fez até agora no Paulista. Foram 116. Segundo colocado nesse ranking, o Palmeiras acumula 104 arremates. O índice médio de acerto de conclusões são-paulino é apenas o 6º melhor da competição (38,8%). Mesmo assim, o time do Morumbi é o que mais acerta finalizações por jogo em média. São 7,5 arremates certos por partida.

Os torcedores mais incomodados com Diniz, porém, vão me mandar enfiar toda essa numeralha no bolso. Dirão que ela de nada adianta se não for acompanhada de vitórias e títulos. E o último caneco relevante levantado pelo tricolor foi o da copa sul-americana, em 2012.

Já que o São Paulo vai bem em estatísticas importantes e o clube tem até um vídeo para defender o estilo de jogo do time, o torcedor que critica Diniz está errado? Claro que não. Só quem nunca se desesperou com seu time pode condenar um fã irritado, desde que pacífico.

Quem não pode entrar nessa é a diretoria. Pelo menos publicamente, a do São Paulo tem feito isso bem com Diniz, apesar do seu histórico de moer treinadores.

A divisão de papéis no futebol é simples e clara. A torcida pode agir mais com a emoção do que com a razão. Por sua vez dirigentes deveriam ser, nesse aspecto, frios, calculistas e profissionais, o que raramente se vê no futebol brasileiro.

Por enquanto, a direção do São Paulo age bem ao não se limitar a fazer uma defesa protocolar de Diniz.Vamos ver se isso não muda de repente.

 

FPF assina acordo com entidade de combate à corrupção no esporte

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Na última segunda (17), a Federação Paulista de Futebol assinou acordo de cooperação com a SIGA (sigla em inglês para Aliança Global de Integridade Esportiva). A nova parceira da FPF é uma entidade internacional que desenvolve ações voltadas, principalmente, para boas práticas de gestão, fair-play  financeiro e combate à corrupção.

 Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da federação, assinou o acordo pela entidade em Roma, na Itália.

A SIGA vai ajudar a FPF a estudar mudanças em seu estatuto e regulamentos visando o combate à corrupção no futebol dentro de sua jurisdição.

Haverá ações para promover governança e compliance, como reuniões, intercâmbio de informações e eventos. As atividades vão envolver os clubes paulistas.

No dia 22 de agosto deste ano deve acontecer um seminário da SIGA em São Paulo.

Por conta da concretização do acordo, o presidente da FPF se ausentou da entidade no auge das críticas do São Paulo contra a arbitragem no Estadual. A viagem já estava programada antes de a crise ocorrer.

São Paulo precisa ser mais inteligente para combater erros de arbitragem

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O São Paulo já foi muito prejudicado pela arbitragem neste Campeonato Paulista. Na opinião deste blogueiro, isso aconteceu de novo em pênalti de Camacho em Igor Gomes não marcado no empate com o Corinthians no último sábado (15). Porém, a diretoria tricolor não reage ao problema da melhor forma.

Sobram barulho em intimidação, faltam inteligência e ações efetivas.

Entupir a entrada do vestiário de gente raivosa rosnando para equipe de arbitragem é uma das práticas mais mofadas e ineficientes do futebol.

Protestar e mostrar indignação diante de erros do juiz é necessário. Mas há limites. Fazer as contestações ainda no gramado é suficiente. 

Um ídolo do clube como Lugano cercar o árbitro no túnel de acesso ao vestiário, como se fosse um dirigente amador, é desgastante para a imagem dele e pouco eficaz. Parece mais medida para agradar a torcida do que para resolver o problema.

Esse tipo de comportamento deixa os juízes que vão apitar as próximas partidas da equipe extremamente pressionados. Em tese, um cara nervoso tende a errar mais. A história nos mostra, como acontece hoje com o próprio São Paulo, que nem sempre o erro vai ser a favor de quem pressiona.

O melhor para equipe do Morumbi é ter em seus jogos árbitros que, além de excelentes tecnicamente, tenham tranquilidade para trabalhar.

Nesse cenário é mais produtivo que a direção do São Paulo sente com os cartolas da federação cobre soluções e apresente sugestões para diminuir esses erros.

Pode ser cobrando determinados critérios para árbitros poderem ser escalados em jogos da primeira divisão do Estadual, sugerindo a contratação de juízes melhores que estejam atuando em outras praças ou pregando a implantação imediata do VAR, antes dos mata-matas.

Em sua entrevista depois do empate sem gols com o Corinthians, Raí cobrou corretamente que a FPF apresente soluções. Como isso já deveria ter acontecido faz tempo, é hora de o São Paulo agir. Porém, mais com a cabeça, menos com a garganta. A situação é como abrir um vidro de palmito. É preciso mais jeito do que força.

MP pede mais quebras de sigilos bancários por suspeitas na gestão de Aidar

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O Ministério Público paulista decidiu ampliar os pedidos de quebras de sigilos bancários de envolvidos em operações feitas durante a gestão de Carlos Miguel Aidar na presidência do São Paulo.

Segundo três cartolas ouvidos pelo blog, o MP também pediu novos documentos sobre transações suspeitas. O clube, porém, não confirma o recebimento da intimação para entregar a papelada.

Em novembro, a promotoria tomou a iniciativa de solicitar à Justiça mais quebras de sigilos bancários. A medida foi fruto da apuração feita  por especialistas do órgão a partir dos dados bancários obtidos anteriormente.

Não é possível saber todos que tiveram as contas abertas e quem foram os alvos das últimas solicitações porque o caso está em segredo de Justiça.

Como mostrou o blog, a necessidade de cruzamentos das informações bancárias faz o trabalho se arrastar.

Segundo os três cartolas ouvidos, entre os novos documentos pedidos pelo MP estão todos os referentes a eventuais operações com Cinira Maturana, que se aproximou do clube na ocasião como namorada de Aidar, e uma empresa dela e outros relativos à negociação com a fornecedora de material esportivo Under Armour.

A investigação começou em 2016 depois que conselheiros oposicionistas liderados por  Newton Luiz Ferreira, o “Newton do Chapéu” levaram ao Ministério Público denúncias referentes ao período em que Aidar presidiu o São Paulo. O ex-presidente e Cinira sempre negaram terem cometido irregularidades.

Inicialmente, o foco principal dos trabalhos foi a contratação de Iago Maidana com suspeitas de lavagem de dinheiro, o que os envolvidos na operação negam.

Entre as contas que  tiveram pedido de quebra de sigilo estão as do Monte Cristo, time que vendeu Maidana ao São Paulo sem chegar a aproveitá-lo, e de uma empresa pertencente a Cinira.

Segundo as investigações feitas pelo Ministério Público, o Monte Cristo, de Goiás, pagou R$ 400 mil ao Criciúma pelo jogador usando dinheiro colocado no negócio pela empresa Itaquerão Soccer. Dias depois, o jogador foi vendido ao São Paulo por R$ 2 milhões, de acordo com a promotoria, o que gerou a suspeita de lavagem de dinheiro.

Atualmente, as investigações são conduzidas pelo GEDEC (Grupo de Atuação Especial de Repressão à Formação de Cartel e à Lavagem de dinheiro e de Recuperação de Ativos do MP.

São Paulo vence round contra prefeitura na Justiça por IPTU

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No último dia 31, a Justiça concedeu ao São Paulo tutela antecipada para suspender a exigibilidade do IPTU em relação aos exercícios de 2014 e 2015.

A decisão suspende a cobrança feita pela prefeitura e seus efeitos enquanto o clube contesta o suposto débito. Assim, não pode haver inscrição na dívida ativa enquanto a questão for discutida judicialmente.

A quantia cobrada não foi informada na decisão, porém, o valor da ação é de aproximadamente R$ 8,6 milhōes.

Como todos os clubes da cidade, o São Paulo é isento da cobrança de IPTU, mas a prefeitura exige que as agremiações anualmente solicitem a isenção.

Alegando a existência de dívida do tricolor com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registrada no CADIN (Cadastro Informativo Municipal), a prefeitura indeferiu a isenção para o clube do Morumbi em 2014 e 2015. O município suspende o benefício para quem tem débitos registrados nesse cadastro. O Corinthians, por exemplo, enfrenta briga semelhante na Justiça com a prefeitura.

A Lei 14.094, de 2005, determina que, entre outras sanções, quem tiver seu nome registrado no Cadin não pode receber da prefeitura concessões de auxílios, subvenções e incentivos fiscais e financeiros.

No caso são-paulino, o juiz Marcos de Lima Porta entendeu que a isenção não é o mesmo que incentivo fiscal e que o benefício é incondicional.

O magistrado argumentou ainda que o São Paulo fez um acordo com a CET e vem pagando parceladamente sua dívida. A prefeitura pode contestar a decisão.