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Opinião: melhora de Neymar na seleção merece ser vista com cautela

Leia o post original por Perrone

A atuação de Neymar contra a Arábia Saudita, com direito a duas assistências, serviu para mostrar para ele mesmo e Tite de que o camisa 10 pode ser muito útil na seleção brasileira sem fazer gols.

Com sua qualidade, pensando e destribuindo o jogo, ele é capaz de ser mais letal do que simplesmente como o cara que dribla e tenta o gol.

Além das assistências para Gabriel Jesus e Alex Sandro. O jogador do PSG mostrou evolução ao evitar simulaçôes e reclamações.

Ao contrário do que fez na eliminação na Copa da Rússia diante da Bélgica, desta vez, após o triunfo por 2 a 0 sobre os sauditas, ele deu entrevistas. Não merece elogio por isso, já que é praticamente uma obrigação dos líderes de qualquer time representarem os colegas diante da imprensa.

O saldo do amistoso em Riad é postivo para Neymar, mas deve ser visto com cautela. É prudente desconfiar que ele possa ter uma recaída, como tantas que já teve.

Além disso, o adversário da última sexta era frágil. Ou seja, é interessante esperar o desempenho de Neymar contra a Argentina, na próxima terça (16), para uma avaliação mais consistente sobre se o principal jogador da seleção está em fase de evolução, principalmente comportamental.

Nada melhor do que Argentina para testar Neymar emocionalmente , tecnicamente e taticamente.

Mas, independentemente do que acontecer, é importante entender que também será apenas mais um pequeno passo no ciclo para o próximo Mundial.

Do mesmo jeito que não é razoável considerar Neymar recuperado pelo que apresentou contra a Arábia Saudita não será justo carimbá-lo como irrecuperável caso haja uma recaída diante dos argentinos.

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Opinião: atuação da França mostra quanto Brasil precisa evoluir

Leia o post original por Perrone

Desde antes de a Copa da Rússia começar, este blogueiro colocava a França como principal favorita ao título ao lado da Alemanha. Os atuais campeões deram vexame, mas os franceses aumentaram o favoritismo ao eliminar a Argentina com a vitória por 4 a 3 neste sábado.

A atuação francesa foi muito superior em relação ao que todas as equipes produziram até aqui.

Isso indica que o Brasil precisa melhorar muito para sair do território russo como hexacampeão.

Contra a Sérvia, o time de Tite mostrou uma animadora evolução. Enfim, fez uma grande partida na Copa. A tendência é melhorar ainda mais contra o México. Porém, neste momento, a expectativa é pessimista num eventual confronto com os franceses pelas semifinais.

É cedo para pensar na França. Primeiro é preciso passar pelo México e depois despachar o adversário das quartas. Ainda é necessário que os franceses cheguem na semifinal.

Mas é bom ter a França em mente como parâmetro de quanto a seleção brasileira precisa crescer.

O sistema defensivo montado por Tite é suficientemente sólido para oferecer mais resitência do que os argentinos diante da França. Porém até aqui o Brasil não encarou nenhum ataque com poderio semelhante ao francês.

Já ofensivamente, a seleção deixa muito a desejar em relação aos franceses. Melhorar na frente, com Gabriel Jesus desencantado, é o principal ponto contra os mexicanos. É nesse setor que o Brasil mais precisa diminuir a diferença para a França.

Nada justifica

Leia o post original por Rica Perrone

Sob qualquer angulo que desejar analisar, não faz o menor sentido um brasileiro torcer pela Argentina. Queira você ou não, o próprio respeito e admiração pelo futebol deles lhe faria no mínimo incoerente. Pois se gosta do que eles fazem, então repita. Eles não torcem por nós. Eles amam sua seleção. Estão com ela na …

A imprensa e seu amor bandido

Leia o post original por Rica Perrone

Você já tirou um minuto do seu dia para avaliar o absurdo que está acontecendo na seleção argentina e o quanto é desproporcional a opinião da mídia brasileira sobre o assunto? Um jogador de futebol rejeita e diz que não quer mais a seleção.  Faça isso na sua cabeça com Coutinho, Neymar, Firmino, a puta …

“No tiene personalidad…”

Leia o post original por Rica Perrone

Falar bem do Messi é um esporte. Um dos mais praticados, aliás.  Messi segue o protocolo Sandy de sucesso e apenas joga futebol. Não tem opinião sobre quase nada, ninguém conhece sua voz, suas posições. Apenas o atacante. E basta. Talvez pra ser comercialmente especial hoje em dia o melhor caminho seja mesmo não se …

Argentinos eufóricos, por ontem e por hoje

Leia o post original por Antero Greco

A seleção argentina atual e as lembranças do passado dividem manchetes do diário esportivo “Olé!”, da Argentina.

O fantástico gol de Messi na goleada de 4 a 0 sobre os Estados Unidos. E um encontro com Dieguito Maradona, falando do grupo que 30 anos atrás ganhou a Copa do Mundo, no México. “O time de 86 é irrepetível”, diz Maradona.

O time do bi mundial era invejável. Mas irrepetíveis mesmo – pelo menos até o surgimento de Messi – foram as jogadas de Maradona com a camisa da Argentina.

Don Diego encantava a cada partida disputada em 1986.

O jogo contra os ingleses, após a desigual Guerra das Malvinas, era uma questão de honra. Os argentinos queriam descontar na bola a surra militar levada dos ingleses quatro anos antes. E todos sentiam esse desejo de desforra no Mundial. Maradona fez das suas. Primeiro com os pés, deixando os inimigos para trás… depois com… “la mano de Dios”.

No treino do dia seguinte à vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, Maradona atendeu a todos com carinho e educação. Na época, SBT e Record fizeram um “pool” na cobertura e uma equipe chegou atrasada ao treino no campo do América, concentração dos argentinos. O saudoso repórter Eli Coimbra chamou Maradona, que ia para os vestiários. E um sorridente Dieguito reapareceu para um papo amigo com os “hermanos de Brasil”.

Veio a semifinal com a Bélgica e um novo golaço. Depois, a final contra a Alemanha, e vitória por 3 a 2. “Aquele time não se repetirá”, admite Maradona, com nostalgia, 30 anos depois.

Talvez não se veja na Argentina um craque tão decisivo quanto Maradona… Se bem que Lionel Messi chega perto, em diabruras e gols maravilhosos. A cobrança de falta nos 4 a 0 sobre os EUA já faz parte da história do futebol. A Argentina classificou-se para a final de mais uma Copa América.

Faltam os títulos pela seleção. Mas, pelo visto, estão a caminho.

(Com colaboração de Roberto Salim.)

 

Argentina nadou, nadou, nadou… e morreu na praia! Mas pelo menos não fez papelão diante da Alemanha, viu, Scolari?

Leia o post original por Milton Neves

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placar final

Com extremo merecimento, a Alemanha levou o título da Copa do Mundo do Brasil, a Copa das Copas.

Na final diante da Argentina, os alemães encontraram MUITO mais dificuldade do que no jogo contra o Brasil, na última terça.

Mas, mesmo assim, sobrou em campo.

O gol do quarto título da Alemanha em Copas veio no segundo tempo da prorrogação, com o jovem Mário Gotze.

Foi a vitória da organização para cima do amadorismo.

Afinal, assim como a CBF, é lamentável o modo como a AFA conduz o futebol argentino.

Chegou à final só porque o Messi escolheu não defender a Espanha, onde aconteceu toda a sua formação.

Mas, mesmo assim, a Argentina não passou vergonha contra a Alemanha, viu, Felipão?

E a imagem abaixo explica muito do sucesso da Alemanha nesta Copa:

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Opine!

Desmontemos o Messi antes que seja tarde*

Leia o post original por Antero Greco

Meu amigo, o Brasil precisa unir-se em torno de uma causa antes do fim da Copa. Como? Não, não me refiro à seleção. Deixe ela pra lá, porque, bem ou mal, passou a primeira fase e agora pega o Chile, que assusta um pouco, claro, mas é freguês de caderneta. Dá para a rapaziada de Felipão se livrar, no sábado, de Vidal, Valdivia, Vargas e outros rivais andinos e seguir adiante no caminho do hexa.

Corações e mentes dos nossos patrícios têm de ficar em sintonia contra um mal maior, aterrorizante, arrepiante. Uma praga devastadora, uma versão específica de peste bubônica. Não, também não me refiro a política, eleições, votos e temas secundários. Pare de pensar nisso, eita!

O perigo contra a hegemonia, a cultura, a autoestima nacionais anda à solta por aí – esteve ontem em Porto Alegre – e atende pelo nome de Lionel Messi, ou a “Pulga”, para parentes, amigos e agregados. O inimigo público número 1 tem aprontado das suas.

Esse moço possui folha corrida internacional. Já fez estragos em dezenas de equipes na Europa, faturou quatro vezes o título de melhor do mundo, tem sei lá quantos gols e não se cansa. É insaciável. Inferniza zagueiros incautos, destrói esquemas táticos, trata a bola com intimidade irritante. Não se pode vacilar com ele um minuto, um segundo sequer, sem o risco de sucumbir.

Você viu o que aconteceu com os nigerianos no Beira-Rio? Estavam cheios de confiança, apostavam na possibilidade de terminar na liderança da chave, até ensaiaram um calor na Argentina. Só não contavam com a astúcia de Messi, um tampinha atrevido com mania de brilhar. Dois cochilos foram suficientes para ele aprontar e levar os hermanos  adiante. Quatro gols em três jogos. E, para quem gosta de curiosidades históricas, até hoje só Jairzinho, em 1970, marcou em todas as partidas (na ocasião, foram seis).

Messi se firma como um dos protagonistas do Mundial brasileiro, logo após completar 27 anos. Está esperto, lépido, com o raciocínio mais rápido do que nunca. Esse homem é um monstro que pode estragar a festa doméstica. Ou começamos logo uma campanha para desmistificá-lo, freá-lo, desmontá-lo ou corremos risco danado de vê-lo passear pelo País e se divertir na final no Maracanã. Até mesmo contra a turma canarinha.

Vale reza brava, despacho, catiça, feitiço, promessa – tudo para segurar Messi. Ah, ia esquecendo: ele é argentino, é católico, é seguidor do papa Francisco. Daí complica mesmo: juntam-se um craque da bola e um craque da igreja… não tem jeito. O melhor, então, é fazermos reverência e reconhecermos ainda uma vez: como joga o Messi, que bom que continua aqui e tomara ocorra o duelo com Neymar, na tarde de 13 de julho, no Rio. A arte da bola é que vai vencer.

Fica, Fernandinho. Não sei o que se passa na cabeça de Felipão, mas o bom senso indica a permanência de Fernandinho contra os chilenos. Paulinho é opção de banco.

*(Minha crônica publicada no Estado de hoje, quinta-feira, dia 26/6/2014.)

Apito amigo “hermano” e Messi salvam a Argentina de vexame contra Irã! E a torcida do Cruzeiro elegeu Di Maria como seu preferido da Copa!

Leia o post original por Milton Neves

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“Não existe mais bobo no futebol!”

“O futebol é uma caixinha de surpresas !”

“Futebol é muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem, defende”

São frases cunhadas pelo filósofo Mauro Beting  e mostram o porque que a competição no Brasil é a Copa das Copas.

O Irã hoje trouxe bombas de alegria e quase derrotou a favorita Argentina.

Se não fosse o “apito amigo” do árbitro sérvio Milorad Mazic, que não deu uma penalidade máxima absurda de Zabaleta sobre o atacante iraniano Dejagah…

Messi andou em campo por 90 minutos, não mostrava brio, vontade ou alguma característica de sua habilidade desconcertante.

Mas nos descontos regulamentares acertou um petardo de fora da área para a festa total no Mineirão!

Vitória magra, ridícula, pelo placar minímo, mas e “eles” estão chegando à “italiana”.

É bom lembrar que o goleiro Romero fez uma excelente partida, evitando três gols do time do oriente médio.

E para finalizar em votação informal realizada entre os cruzeirenses, Di Maria foi escolhido pela torcida da Raposa para representá-los no Mundial.

E aí torcedor, brasileiro?  Essa Argentina é vergonhosa ou seria bom colocarmos as barbas de molho com o time de Lionel Messi?

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