Arquivo da categoria: Seleção Brasileira

Por que brigas como a entre CBF e Fla por joia da base devem continuar?

Leia o post original por Perrone

Com Danilo Lavieri, do UOL, em São Paulo

Pouco antes de o Flamengo conseguir no STJD a liberação de Reinier para jogar (e arrebentar) contra o Avaí, Branco, coordenador das categorias de base da CBF, e André Jardine, técnico da seleção sub-20, afirmaram que a entidade continuará sendo firme para negar pedidos de clubes para liberar de convocações seus jovens talentos.

As declarações foram dadas durante palestra na “Brasil Expo Futebol”, mesmo evento em São Paulo no qual sessão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva deu aval para o rubro-negro escalar sua revelação, que não atendeu à convocação do time nacional sub-17.

“Sempre fazemos questão de convocar os jogadores que consideramos os melhores no momento. Quem não se apresentar, não é um problema meu, é jurídico”, declarou Branco. O coordenador sustenta que recentes vexames dados pelas seleções de base do Brasil aconteceram porque alguns dos melhores jogadores não puderam ser convocados.

Jardine completa o raciocínio afirmando que a ideia é que nos Mundiais de 2026 e 2030 a maioria dos convocados tenha construído carreira nas seleções de jovens. Ele atribui o fracasso de alguns atletas que se destacaram em clubes mas não na equipe pentacampeã mundial ao fato de terem pouca rodagem com a camisa amarela. Essa experiência, segundo ele, deveria ter sido adquirida na base.

“O jogador pensa em si, o clube pensa em si. Está na hora de todos pensarem no melhor para o futebol brasileiro”, disse Jardine em sua apresentação. Após o evento, o blog perguntou ao técnico se há um estudo sobre como acomodar interesses de jogadores, clubes e seleções de base. “Quebramos a cabeça pensando nisso. É muito difícil, o calendário está muito cheio, são muitas competições”. Indagado se o caminho seria o diálogo, ele respondeu: “diálogo e bom senso”.

Por que brigas como a entre CBF e Fla por joia da base devem continuar?

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Com Danilo Lavieri, do UOL, em São Paulo

Pouco antes de o Flamengo conseguir no STJD a liberação de Reinier para jogar (e arrebentar) contra o Avaí, Branco, coordenador das categorias de base da CBF, e André Jardine, técnico da seleção sub-20, afirmaram que a entidade continuará sendo firme para negar pedidos de clubes para liberar de convocações seus jovens talentos.

As declarações foram dadas durante palestra na “Brasil Expo Futebol”, mesmo evento em São Paulo no qual sessão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva deu aval para o rubro-negro escalar sua revelação, que não atendeu à convocação do time nacional sub-17.

“Sempre fazemos questão de convocar os jogadores que consideramos os melhores no momento. Quem não se apresentar, não é um problema meu, é jurídico”, declarou Branco. O coordenador sustenta que recentes vexames dados pelas seleções de base do Brasil aconteceram porque alguns dos melhores jogadores não puderam ser convocados.

Jardine completa o raciocínio afirmando que a ideia é que nos Mundiais de 2026 e 2030 a maioria dos convocados tenha construído carreira nas seleções de jovens. Ele atribui o fracasso de alguns atletas que se destacaram em clubes mas não na equipe pentacampeã mundial ao fato de terem pouca rodagem com a camisa amarela. Essa experiência, segundo ele, deveria ter sido adquirida na base.

“O jogador pensa em si, o clube pensa em si. Está na hora de todos pensarem no melhor para o futebol brasileiro”, disse Jardine em sua apresentação. Após o evento, o blog perguntou ao técnico se há um estudo sobre como acomodar interesses de jogadores, clubes e seleções de base. “Quebramos a cabeça pensando nisso. É muito difícil, o calendário está muito cheio, são muitas competições”. Indagado se o caminho seria o diálogo, ele respondeu: “diálogo e bom senso”.

Solta a bola FOMINHA!

Leia o post original por Craque Neto 10

A Seleção Brasileira fez seu primeiro amistoso em Miami e empatou em 2 a 2 com a Colômbia. O time do Tite, que chegou a estar atrás do placar, teve seus gols anotados pelo volante Casemiro e pelo atacante Neymar. Foi o gol de número 61 do craque do PSG com a camisa amarela. Aliás, não vai demorar muito e ele vai passar o Pelé em número de gols. Mas uma coisa me incomodou profundamente nesse jogo: individualidade do camisa 10. Pelo amor de Deus! O Neymar é muito FOMINHA. Ele toda hora puxa a bola para o lado esquerdo […]

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Tomara que possamos ter um trabalho na Seleção Brasileira sem bajulação para ninguém .

Leia o post original por Nilson Cesar

O Brasil sempre estará entre os favoritos para conquistar uma Copa do Mundo . O problema sim é o velho Neymar. Se ninguém ficar babando ovo para ele e todos jogarem para um conjunto, certamente as nossas chances sempre serão boas. O problema é a bajulação em torno do Neymar. Começando pelo treinador dizendo que é Neymar e mais dez. Isso não é legal para o grupo. Os caras do grupo engolem e…

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Técnico de Seleção Brasileira adora Neymar !

Leia o post original por Nilson Cesar

Neymar sempre será titular da Seleção Brasileira . Enquanto Neymar estiver jogando provavelmente não deixará de ser chamado . O que precisamos cobrar é que ele jogue futebol . É simples assim . O resto é conversa mole . Ele é adorado pelos treinadores que passam pela Seleção do Brasil . Só não sei se ele é tão bom para o grupo. Tem privilégios e os caras aceitam e pronto . Resta o velho Neymar…

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Copa América ficou longe de empolgar

Leia o post original por Craque Neto 10

Como disse no post anterior existe o fato concreto que a Seleção Brasileira com o Tite no comando tem um estilo tático bem ajustado. Mas gostaria de esclarecer algo que talvez tenha ficado mal explicado: esse título da Copa América está longe de empolgar! Muito longe. Poxa vida, como querer falar que o Brasil finalmente se ajustou se pegamos adversários fracos como Bolívia, Venezuela, Peru e Paraguai? Pelo amor de Deus! Até a Argentina, que sempre é um rival complicado, já não é lá essas coisas. E olha que tomamos sufoco dos caras, hein? Na minha visão essa Copa América […]

Caboclo se descola de falhas de copa e ganha com Bolsonaro e beijo em Tite

Leia o post original por Perrone

Perto dos integrantes da seleção brasileira e de Jair Bolsonaro, porém, mantendo distância regulamentar dos muitos problemas de organização da Copa América. Com essa fórmula, Rogério Caboclo aproveitou a competição vencida pelo Brasil para transformar pontos fracos em fortes.

O cartola terminou o torneio com uma coleção de fotos ao lado do presidente brasileiro, de Tite e dos jogadores, incluindo a comemoração da conquista do título. Contudo, mesmo sendo o CEO do COL (Comitê Organizador Local) da Copa América, ele praticamente não teve seu nome ligado às falhas de organização. Caboclo foi discreto na função, mas ativo como presidente da Confederação Brasileira. Pouco se viu o cartola no papel de explicar problemas de logísticas e gramados ruins, por exemplo.

Já a aproximação com Bolsonaro poderá facilmente ser usada por ele como uma conquista de sua gestão. Mesmo organizando uma Copa do Mundo, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, seus antecessores, não conseguiram se aproximar de Lula e Dilma Rousseff, enquanto os petistas estavam no poder. Quando Caboclo sentou na cadeira mais cobiçada da CBF, em abril deste ano, a entidade era criticada por dirigentes de clubes e federações por estar distante do governo federal. A realidade parece ser diferente agora.

Assim que o atual presidente foi eleito, antes da Copa da Rússia, para assumir em 2019, uma de suas claras fragilidades era não ser boleiro. Por outros cartolas era descrito como alguém que pouco falava sobre jogos e que não tinha intimidade com atletas.

Caboclo começou a trabalhar contra essa imagem na Copa da Rússia. Apesar de não ficar em período integral com a seleção como chefe da delegação, ele assistiu a treinos e começou a conhecer os atletas. Neste domingo (7), durante a premiação dos campeões, exibiu sua nova versão. Ficou à vontade com jogadores e comissão técnica. Cumprimentou Tite trocando beijinhos e deu até tapinhas nas mãos de atleta parecendo um “parça”.

Mas havia outro ponto a ser atacado. A ausência de Del Nero em reuniões da Conmebol e da Fifa desde que cartolas começaram a ser presos fora do país sob a acusação de corrupção, fizeram o Brasil perder força nos bastidores. Dirigentes de clubes brasileiros reclamavam principalmente de falta de prestígio na entidade sul-americana dizendo-se constantemente prejudicados nas competições continentais.

Hoje, não dá pra saber exatamente quanto Caboclo progrediu nos gabinetes da Conmebol. No entanto, a reclamação da associação argentina para a entidade de suposto favorecimento ao Brasil pode ser usada pelo dirigente brasileiro como demonstração de que pelo menos o Brasil teria anulado uma suposta desvantagem nos bastidores. Mas, claro, o episódio também pode ser interpretado como vergonhoso, como fazem os argentinos.

Nesse cenário, assim como Tite fez levantando a taça, Caboclo sai da Copa América fortalecido nos bastidores. Entretanto, parece longe de conquistar algo que foi impossível para os outros que ocuparam sua posição: a simpatia do torcedor.

Tite campeão é melhor do que o de 2018, mas Brasil precisa evoluir muito

Leia o post original por Perrone

O título da Copa América foi conquistado pela seleção brasileira de maneira justa na opinião deste blogueiro. A equipe comandada por Tite foi a melhor do torneio continental.

Evolução é a palavra que resume a campanha brasileira. O time que bateu o Peru por 3 a 1 na final é muito mais maduro, inteligente e objetivo do que aquele que venceu a Bolívia na estreia.

Na decisão, os jogadores brasileiros tiveram mais ousadia para furar a defesa com dribles, além de  inteligência e visão de jogo para aproveitar os espaços. São virtudes que fizeram falta durante parte da competição.

Essa melhora aconteceu porque o treinador entendeu as necessidades da seleção,  não se abraçou aos titulares iniciais e mudou o que foi preciso mudar.

Ou seja, o Tite campeão da Copa América evoluiu e é melhor do que o Tite eliminado na Copa da Rússia. No Mundial de 2018, o treinador carregou a tendência que tinha nos clubes de morrer abraçado aos seus titulares.

Foi uma evolução significativa do técnico. Mas se olharmos para a seleção, ela ainda precisa evoluir muito para pensar em título na Copa de 2022.