Arquivo da categoria: seleção feminina

Matemática não lacra

Leia o post original por Rica Perrone

Muitas  reclamam da diferença de salários no futebol entre homens e mulheres. Eu odeio ter que ser o “não lacrador” que diz isso, mas estão levantando uma bandeira absolutamente sem sentido. Não é uma ONG. É um negócio. O futebol masculino gera 700 bilhões, distribui 700 bilhões. O feminino gera 50 milhões, distribui 50 milhões….

Matemática não lacra

Leia o post original por Rica Perrone

Muitas  reclamam da diferença de salários no futebol entre homens e mulheres. Eu odeio ter que ser o “não lacrador” que diz isso, mas estão levantando uma bandeira absolutamente sem sentido. Não é uma ONG. É um negócio. O futebol masculino gera 700 bilhões, distribui 700 bilhões. O feminino gera 50 milhões, distribui 50 milhões….

Privilégios e boicote atrapalham sucesso da Seleção na Copa do Mundo

Leia o post original por Craque Neto

No próximo mês começa a Copa do Mundo de futebol feminino, que terá transmissão na tela da Band, direto da França e reunirá todas as principais jogadoras do planeta. E o técnico Vadão divulgou nesta quinta-feira (16) a lista das meninas convocadas para o torneio. E querem saber? Senti falta das jogadoras do Santos, que hoje talvez seja considerado o melhor time do País. O Peixe por sinal lidera o Brasileirão da categoria. Fui a fundo para entender o porquê dessa situação. A história parece que é bem mais complexa do que se apresenta. Enquanto o dirigente Marco Aurélio Cunha […]

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O Maracanã tem alma

Leia o post original por Rica Perrone

Times tem alma, torcidas tem alma. Porque imaginam que estádios não tenham?  O Maracanã foi palco de mais uma derrota dolorosa pro Brasil, e mais uma vez surgem as manchetes dos fantasmas. Você sabia que na final de 1950 contra o Uruguai havia milhares de convidados que jamais foram a um jogo de futebol e, …

Jogo do Brasil com Camarões não foi para inglês ver

Leia o post original por Antero Greco

A fama dos ingleses de lotarem estádios de futebol corre o mundo. Normalmente, não há espaços vazios nos jogos domésticos, seja lá qual for a divisão. O mesmo não se pode dizer do futebol olímpico ­– pelo menos o feminino. A primeira rodada das disputas da categoria mostrou grandes, nesta quarta-feira, clarões imensos nas arquibancadas, até na estreia do time da casa.

O público nem de longe lotou o Millenium Stadium, em Cardiff, para ver a vitória da Grã-Bretanha sobre a Nova Zelândia por 1 a 0. E grande parte se mandou quando rolou a bola para Brasil x Camarões. Quem ficou viu uma exibição tranquila de Marta, Formiga & Cia. As africanas não foram páreo para as medalhistas de prata dos dois últimos Jogos, que venceram por 5 a 0 e consolidaram o favoritismo na chave, que também também britânicas e neozelandesas.

A tarefa foi liquidada em dez minutos, tempo suficiente para os dois primeiros gols – Francielle, de falta, e Renata Costa. O Brasil percebeu a fragilidade das adversárias e nem se preocupou em acelerar o ritmo. Chegou na área quando e como queria. O esquema armado pelo técnico Jorge Barcellos (3-5-2) sequer foi testado.

A farra continuou na fase final, com os gols de Marta (pênalti), Cristiane e Marta mais uma vez. Marta, a estrela da companhia, o destaque da competição, teve desempenho aquém do habitual. No primeiro tempo, principalmente, andou sumida. Quando despertou, desequilibrou, com os gols, os passes, os dribles e a assistência.

O Brasil abriu bem o caminho para a disputa por mais uma medalha no futebol feminino.  Já o público não curtiu o aperitivo oferecido antes da abertura oficial da Olimpíada.

Vitória feminina embala propaganda da “nova” CBF

Leia o post original por Perrone

 

Começou bem o projeto da nova cúpula da CBF de apostar na seleção feminina como uma de suas ferramentas de propaganda. A dupla José Maria Marin/Marco Polo Del Nero se aproximou do time, quase abandonado por Ricardo Teixeira. Uma demonstração de que a confederação está sob nova direção.

E os 5 a 0 sobre Camarões, na estreia olímpica, caíram como uma luva. Antes do jogo, em declarações publicadas pela Folha de S. Paulo, as meninas elogiaram o novo comando. Segundo as atletas, elas deixaram de ser tratadas a pão e água. Ganharam um comissão técnica mais encorpada e um canal aberto com os dirigentes.

É o básico. Uma  fina pincelada de novidade numa entidade que não se libertou de seu passado. Ricardo Teixeira ainda dá palpites, e é pago para isso. A comitiva de cartolas que foi a Londres, com tudo pago, também mostra que antigas práticas do futebol brasileiro não foram esquecidas pelos sucessores de Teixeira, patrono da CBF.