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Palmeiras x Fla é o de menos. CBF precisa proteger jogadores na pandemia

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O surto de covid-19 no Flamengo está longe de ser um caso esportivo sujeito a regulamentos e protocolos. Em português claro, que se danem os critérios da CBF e, se for preciso, que se dane o jogo com o Palmeiras.

O importante agora é cuidar dos infectados, proteger os palmeirenses e futuros adversários do Flamengo e descobrir o que aconteceu para evitar a repetição de surtos semelhantes.

A partida de domingo, no Allianz, só deve acontecer se médicos assegurarem que não há risco de novas contaminações. O Palmeiras já deveria ter exigido isso.

A brincadeira dos cartolas com o novo coronavírus já foi longe demais. Antes que alguém envolvido diretamente com Brasileirão e Libertadores morra, é preciso que os tais protocolos sejam revisados. Alguém ainda dúvida que estão furados?

Já que CBF e Conmebol não têm humildade para admitir o erro e suspender as competições, precisam tentar investigar o que aconteceu com o Flamengo e mudar procedimentos para tentar evitar novos surtos. Se bem que a experiência nessa pandemia nos mostra ser algo muito difícil de conseguir com a rotina de viagens e jogos a que os clubes se submetem.

Briguinhas clubísticas agora só colocam em risco a saúde dos profissionais que estão em campo. Aliás, jogadores e integrantes de comissões técnicas também precisam acordar e agir para protegerem uns aos outros. Já está claro que nas mãos dos cartolas a saúde deles não é tratada com o devido carinho.

 

FPF apoia clubes por isonomia na volta de público, sem ‘forçar barra’

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A decisão do Ministério da Saúde de aprovar o protocolo da CBF para a volta de público nos estádios, com 30% da capacidade, intensificou a movimentação de cartolas dos clubes brasileiros nos bastidores em relação ao tema.

Basicamente, quem não é do Rio de Janeiro luta para que a venda de ingressos só seja permitida para todos ao mesmo tempo. Nesse sentido, os times de São Paulo ganharam o apoio da Federação Paulista. A prefeitura do Rio pretende que o jogo entre Flamengo e Athletico, no próximo dia 4, já tenha a presença de torcedores.

Entidade estadual e agremiações estão alinhadas no sentido de defender o retorno dos torcedores ao mesmo tempo em todas as praças. A FPF deixou isso público em nota emitida nesta terça.

Porém, a federação coloca que a segurança sanitária deve ser priorizada, deixando a decisão nas mãos das autoridades ligadas à saúde pública e informa que não liberará a volta da torcida em suas competições em andamento.

O posicionamento da FPF pode ser interpretado como um gesto contra forçar a barra pela volta.

Ao blog, dirigente do Santos informou que o clube está alinhado com a entidade pelo não retorno dos torcedores neste momento em que a pandemia de covid-19 não está controlada no país. Abaixo, leia a nota da Federação Paulista na íntegra.

“A respeito do retorno de torcedores nos estádios, a Federação Paulista de Futebol vem a público manifestar sua posição:
1- Desde o início da pandemia, a FPF e os clubes de São Paulo sempre agiram priorizando a saúde da população e de todos os profissionais envolvidos na realização das partidas;
2- A retomada de todas competições organizadas pela FPF foi construída em conjunto pela área médica dos clubes, da FPF e pelo Centro de Contingência do Governo do Estado de São Paulo, seguindo rigorosos protocolos de saúde;
3- A FPF entende que o retorno do público aos jogos deve seguir o mesmo processo e depende do aval das autoridades públicas estaduais e municipais, conforme diz o Ministério da Saúde;
4- Quando houver essa autorização, a FPF defende que, por uma questão de equilíbrio técnico e isonomia, somente seja permitido público nos estádios caso haja uniformidade de decisões por parte dos Estados que tenham equipes envolvidas na competição;
5- A FPF reafirma que prioriza a saúde pública antes de qualquer outro assunto e, assim, nenhuma competição em andamento organizada por esta entidade terá público nos estádios.

 

Corinthians vê antecipação de verba da venda de Pedrinho adiada de novo

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Mais uma vez, o Corinthians adiou seus planos em relação ao recebimento da antecipação do dinheiro referente à venda de Pedrinho. A última projeção era de que a receita chegaria na terça da semana passada, o que não aconteceu. Agora, a direção espera que a verba entre nos cofres do clube entre hoje (22) e amanhã.

O dinheiro é necessário para o pagamento dos salários atrasados de agosto de jogadores e comissão técnica. A quantia também servirá para o clube realizar demissões de funcionários, fora do departamento de futebol profissional, como medida de corte de despesas. Os cortes não foram feitos antes por falta de recursos para pagar verbas rescisórias

De acordo com dirigente ouvido pelo blog, houve novo atraso porque foi trocada a instituição financeira responsável pela operação. Por essa versão, a mudança teria sido feita em busca de melhores taxas.

No entanto, o blog apurou que ocorreu demora do Benfica para assinar documento confirmando que fará o repasse dos valores para a instituição financeira, não para o Corinthians.

A diretoria alvinegra sustenta que tal documento não atrapalharia a antecipação. Isso porque os portugueses se comprometeram em contrato a fazer esse repasse.

Andrés Sanchez, presidente corintiano, viajou para a Europa com Portugal na rota. Porém, o departamento de comunicação alvinegro afirma desconhecer sua agenda.

Pedrinho havia sido vendido por 20 milhões de euros. Mas o Corinthians aceitou reduzir o preço para 18 milhões de euros por não exercer opção de compra de Yony González. O alvinegro também topou mudar o recebimento da primeira parcela relativa à venda do mês passado para agosto do ano que vem.

Por conta da antecipação, o clube não receberá o valor integral já que a instituição responsável pela operação, obviamente, cobra taxas pelo serviço.

Além disso, Will Dantas, agente de Pedrinho, tem direito a 30% do valor. O empresário aceitou receber sua parte só em 2021.

 

Coelho trabalha para deixar Cássio mais protegido em campo

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Enquanto segue como substituto de Tiago Nunes, Coelho trabalha para fazer com que o Corinthians sofra menos finalizações durante as partidas. Se o plano der certo, Cássio ficará mais protegido.

Ídolo da torcida, o goleiro foi um dos mais pressionados no cerco feito pela Gaviões da Fiel no Aeroporto de Cumbica após derrota para o Fluminense no Rio.

Não se ouve queixas da atual comissão técnica ao goleiro. Mas há um consenso de que é difícil manter um nível excelente de atuações sofrendo tantos arremates contra sua meta.

De acordo com o site “WhoScored.com”, o Corinthians é o time que mais sofre finalizações em média por partida no Brasileirão. São 16,7 por jogo, em média.

A defesa da equipe paulista é a terceira mais vazada da competição, ao lado da do Ceará, com 16 gols em dez jogos. Os cearenses têm um jogo a mais.

Para combater o problema, Coelho aumentou a carga de treinos defensivos. Segundo integrante da comissão técnica, o trabalho na era Tiago Nunes era mais voltado para o ataque.

Já no jogo com o Fluminense, a atual comissão detectou falhas graves de posicionamento defensivo.

As entradas dos jovens volantes Xavier e Roni, autor de um gol na vitória por 3 a 2 sobre o Bahia, também têm a ver com a intenção de proteger mais a defesa. Os dois são vistos como atletas com mais vigor para marcar os adversários.

Contra o Sport, nesta quarta, em Recife, será possível conferir se Cássio estará mais protegido.

‘Se não tiver público nas outras, não pode ter no Rio’, diz cartola do Galo

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Indagados pelo blog sobre o tema, os presidentes de Atlético-MG, Fortaleza Grêmio e Santos se manifestaram a favor da volta de público no Brasileirão só se a medida valer para todos os clubes envolvidos na disputa.

Na última sexta, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou o retorno de público aos estádios no Estado com a partida entre Flamengo e Athletico, no próximo dia 4, no Maracanã. Para a ideia, que prevê liberação de 30% da capacidade do estádio, ser colocada em prática, faltam ajustes e conversas com diferentes órgãos.

Andrés Sanchez foi o primeiro cartola a reagir anunciando que o Corinthians não entrará em campo se a volta da torcida não valer para todos ao mesmo tempo.

Dos quatro dirigentes ouvidos pelo blog, nenhum foi tão radical quanto o alvinegro, mas todos se posicionaram contra a liberação da venda de ingressos em uma praça antes das outras.

“Sou a favor da volta coletiva, em todos os estados. Por coerência, acho que o equilíbrio técnico deve prevalecer em uma competição tão disputada”, afirmou Marcelo Paz, presidente do Fortaleza. Para ele, será preciso esperar que todos os locais que tenham jogos na disputa estejam numa situação em relação à pandemia de covid-19 que permita essa flexibilização.

Romildo Bolzan, presidente do Grêmio, segue a mesma linha. “Sou a favor, de modo controlado, com no máximo 30 por cento da ocupação e no momento em que todas as praças possam jogar. Caso isso não seja possível, gerando desequilíbrio, sou contra”, declarou.

José Carlos Peres, presidente do Santos, conta com a CBF para evitar que clubes de uma cidade, no caso o Rio, possam vender ingressos antes dos outros.

“O Santos entende que a volta do público, mesmo com apenas 30%, deve ocorrer ao mesmo tempo em todas as praças.
Caso contrário, certamente causará desequilíbrio na competição.
Não acreditamos que a CBF permitirá que isto ocorra em apenas algumas praças”, afirmou o dirigente.

Indagado se estudaria a possibilidade de seu time não entrar em campo, caso o Rio tenha a volta de torcida antes dos outros estados ele disse preferir uma negociação entre todas as partes envolvidas no Brasileirão.

“Creio que a solução deva ser negociada com a participação de todos os clubes, e não de forma isolada. Há clima e união para que isto ocorra de forma conjunta e pacífica. O Santos aguarda o bom senso nesta volta do público para que haja protocolos rígidos de proteção a saúde dos torcedores e que a liberação ocorra em igualdade”, argumentou Peres

O presidente santista declarou ainda ter a informação de que a CBF trabalha pelo retorno parcial dos torcedores ao mesmo tempo para todas as equipes.

Na opinião de Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG, os protocolos que permitem o funcionamento de estabelecimentos de diferentes áreas em praticamente todo o país indica que é possível liberar com restrições a venda de ingressos.

“Nós entendemos que se já tem bares, feiras, shoppings, comércio, de um modo geral funcionando, então, o futebol, seguindo os protocolos, dentro dessa linha de 30% de ocupação dos estádios, me parece bastante razoável. E os clubes precisam muito disso. Estamos sem receita já há alguns meses. É importantíssimo para que a gente possa aliviar um pouquinho o caixa”, afirmou o dirigente do Galo.

Ele também se posicionou contra o retorno dos torcedores antes no Rio. “Na minha opinião, e muitos presidentes pensam da mesma forma, a volta só pode e só deve acontecer se for isonômico o tratamento. Então se tiver jogo no Rio de janeiro, tem que ter jogo em todas as outras praças do Brasil. Se não tiver nas outras, não pode ter no Rio de Janeiro também”, defendeu o atleticano.

Simplicidade e voz aos jogadores. Como Coelho tenta acertar o Corinthians

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Simplicidade é a aposta de Dyego Coelho para tentar arrumar o Corinthians. Seja no jeito de falar, de treinar ou de jogar.

Há uma avaliação no clube de que parte dos atletas tinha dificuldade para assimilar o volume de informação passada pela antiga comissão técnica, principalmente por meio de vídeos.

Desde o primeiro dia como substituto temporário de Tiago Nunes, Coelho, mesmo sem ignorar a tecnologia, tem usado uma linguagem direta para fazer seus pedidos, além ouvir os atletas em relação a essas orientações.

Na atual comissão técnica prevalece a ideia de que quanto mais simples for a comunicação, mais os atletas se sentirão à vontade para dizer como se sentem melhor em campo.

O ex-lateral tem procurado eliminar barreiras entre a comissão e os jogadores, acostumados a uma série de protocolos na era Tiago Nunes.

Nos treinos, Coelho tem investido em repetir  situações de jogo para que seus comandados saibam o que fazer.

Uma das principais preocupações é retomar a eficiência defensiva que marcou o clube nos últimos anos. Isso passa por uma reorganização do sistema defensivo.

Nessa retomada, o vigor é valorizado. Tanto que a disposição para marcar pesou na escalação dos jovens volantes Xavier e Roni, autor de um gol, na vitória por 3 a  2 sobre o Bahia.

Essa importância aumenta com Otero, de menor capacidade defensiva, em campo. O venezuelano é visto pela atual comissão como a referência técnica do time, no entanto, precisa de ajuda na marcação. Coelho pretende explorar não apenas seus chutes de fora da área e cobranças de falta, mas também as inversões de jogo e os lançamentos.

No entorno de Coelho existe a expectativa de que ele recupere o “DNA” do time com eficiência defensiva e raça, mas sem deixar a equipe limitada a se defender e contra-atacar. A espera é por um Corinthians que também agrida o adversário.

Porém, tudo depende do tempo que Coelho terá. Apesar de Andrés Sanchez dizer que ele é o técnico do sub-20, a direção evita acelerar a busca por um novo treinador para que o ex-lateral ganhe fôlego. A efetivação dele é vista por membros da diretoria como a melhor opção para o alvinegro neste momento.

Corinthians evita acelerar busca por técnico e dá folego para Dyego Coelho

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De acordo com dois dirigentes ouvidos pelo blog, o Corinthians não abriu negociação com um ou mais treinadores até esta quinta (17). Segundo eles, o clube não pretende encaminhar tratativas com um novo técnico pelo menos até a próxima quarta (23), quando a equipe joga fora de casa contra o Sport.

A ideia é dar tempo para Dyego Coelho trabalhar, apesar de o presidente Andrés Sanchez dizer que o ex-lateral é técnico do sub-20 e que o alvinegro está no mercado em busca de um substituto para Tiago Nunes.

Como mostrou o blog, a direção alvinegra vê uma série de virtudes em Coelho e acredita que sua efetivação seria vantajosa para a agremiação.

Neste momento o discurso é de avaliar o trabalho de técnico passo a passo. Ou seja, sua eventual manutenção vai depender da reação da equipe no Brasileirão.

Os cartolas entendem que a vitória sobre o Bahia, por 3 a 2, na última quarta, serviu para dar confiança ao time. Os dirigentes avaliavam que faltava confiança aos atletas e que isso só seria superado com um triunfo. Ou seja, Coelho cumpriu sua primeira missão.

Especialista vê crime em ameaça a filho de Fágner. Ação depende de queixa

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Especialista em direito digital e cibercrimes, o advogado Luiz Augusto Filizzola D’Urso tira dúvidas sobre o episódio em que o filho do lateral Fágner, Henrique Lemos, de dez anos, recebeu ameaça de um suposto torcedor corintiano em sua conta no Instagram. Confira abaixo entrevista concedida por D’Urso ao blog.

Fágner  diz que da próxima vez tomará providências. Apesar de ele não apresentar queixa agora, Ministério Público, Juizado do Torcedor ou Polícia Civil podem fazer algo?

Nenhum órgão poderá tomar providências, pois o crime de ameaça depende da representação da vítima ou de seu representante legal, vale dizer, de autorização para que o Estado possa agir.

Quem fez a ameaça pode ser acusado de quais crimes e quais penas podem ser aplicadas?

 Quem ameaça alguém, seja criança ou adulto, pode responder pelo crime de ameaça, previsto no Art. 147 do Código Penal, que prevê punição de um a seis meses de detenção e multa.

Precisamos lembrar que para caracterizar o crime de ameaça, a vítima deve compreender que está sendo ameaçada e se sentir nesta condição, vale dizer, uma ameaça dirigida a um bebê não é crime, todavia, digirida a uma criança de 10 anos pode caracterizar o crime.

O fato de o alvo ter sido uma a criança poderia agravar acusações e penas?

Neste caso, mesmo a vítima sendo criança, não há nenhuma previsão legal de agravamento específico de pena.

Existe a possibilidade de a ameaça ter sido feita de modo que não seja possível identificar o autor?

As redes sociais têm obrigação legal de armazenar os registros e logs de IP, de acordo com o Marco Civil da Internet. Estes dados são utilizados para investigar e localizar o criminoso, mesmo quando este se utiliza de perfil falso, sendo possível sua identificação.

Na sua opinião, o crime de ameaça está configurado nesse caso?

Sim, está configurado. Além da vítima já ter idade e maturidade para entender, as ameaças são graves, inclusive de invadir a residência da família.

Justiça apura cerco a time do Corinthians em aeroporto e pede imagens de TV

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O Juizado Especial de Defesa do Torcedor decidiu investigar o cerco de torcedores a jogadores do Corinthians no último domingo (13) no Aeroporto de Cumbica. Foram solicitadas imagens da ação exibidas por emissoras de TV.

“Alguns veículos estão dizendo que não foram tomadas providências, mas tomamos, sim. Já foram requisitadas imagens na Band e na TV Gazeta. Essas imagens serão analisadas pela promotoria para eventual reconhecimento dos participantes. Os reconhecidos serão ouvidos e sofrerão processo criminal”, afirmou ao blog o desembargador Miguel Marques e Silva, um dos coordenadores do juizado. Coincidentemente, ele é conselheiro do Corinthians. No entanto, sua ação não tem ligação com o clube.

“Fatos que ocorrem em aeroportos envolvendo torcedores também estão sujeitos ao Estatuto do Torcedor”, explicou Silva.

O caso está só responsabilidade do juiz Luiz Guilherme Angeli Feichtenberger e do promotor Roberto Bacal.

Membros da Gaviões da Fiel vestiam uniforme da torcida organizada enquanto cobravam e intimidavam os atletas.

Rodrigo Tapia, o Dgão, presidente da uniformizada, chegou a dar entrevista no local para a TV Gazeta. “Esses caras estão nos fazendo passar vergonha. E todo jogo vai ser assim. Se a gente não ver raça e vontade, vamos embaçar na vida de todo mundo”, disse o presidente da torcida na ocasião.

 

Defesa corintiana é a que mais sofre finalizações em média no Brasileiro

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O Corinthians é o time do Campeonato Brasileiro que mais tem a sua meta ameaçada em média por partida, segundo o site especializado em estatísticas “WhoSocred.com”. O alvinegro sofre contra seu gol 15,8 finalizações em média por jogo. A marca representa o dobro da registrada pelo líder Internacional. O Colorado tem em média 7,5 tiros contra seu goleiro a cada apresentação.

Quando atua fora de casa, o gol defendido pelos corintianos é alvejado 17,8 vezes por partida, em média. Nenhum visitante sofre bombardeio tão intenso. Jogando em casa, Cássio tem 13,3 arremates contra ele, em média. É a quinta pior marca entre os mandantes.

A fragilidade defensiva é um dos problemas corintianos na competição até aqui. Ocupando a 15ª posição do campeonato, o time paulistano tem a terceira defesa mais vazada da Série A neste ano com 14 gols sofridos em 9 jogos (média de 1,5 gol tomado por atuação).

Na próxima quarta, na Neo Química Arena, o alvinegro, por enquanto comandado por Coelho, terá pela frente outro time que precisa arrumar seu sistema defensivo, o Bahia. A equipe de Salvador, que estreou o técnico Mano Menezes na última rodada, é a segunda com mais gols tomados (15 em nove jogos) do Brasileirão. A meta do tricolor baiano é um pouco menos desprotegida do que a do alvinegro. Sofre 15,2 finalizações em média por partida.