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Advogado de Najila trava batalha com MP para tentar desarquivar inquérito

Leia o post original por Perrone

Com Felipe Pereira, do UOL em São Paulo

Cosme Araújo, advogado de Najila Trindade tenta na Justiça o desarquivamento do inquérito no qual Neymar foi investigado sob a acusação de estupro de sua cliente. Caso o pedido seja negado, ele requer a suspensão do arquivamento para novas diligências serem cumpridas. Na última sexta (16), a juíza Ana Paula Gomes Galvão Vieira de Moraes encaminhou nova manifestação do representante de Najila para o Ministério Público se posicionar.

Araújo já havia pedido o desarquivamento no último dia 12, mas o MP manteve sua posição de arquivar o caso, o que gerou nova iniciativa do advogado. Em sua primeira petição ele pediu para o inquérito ser desarquivado com o objetivo de que fosse mantida a requisição das imagens de câmeras de vídeo do hotel em Paris em que Najila e Neymar se encontraram. O inquérito foi arquivado sem que elas fossem analisadas.

O advogado também pediu que “fosse dado valor à palavra da mulher, oportunizando uma instrução criminal”. Ele ainda solicitou que fosse retirado do inquérito o depoimento do ex-marido de Najila  e da peça apresenta pela defesa de Neymar pedindo o arquivamento. O atleta nega o crime. O advogado põe o depoimento sob suspeita e sustenta que tecnicamente a alegação dos representantes do jogador não poderia ser feita durante o inquérito e sem oportunidade para as alegações serem rebatidas. Os depoimentos do ex-marido da modelo, Estivens Alves, foram dados em inquéritos que apuram suposta tentativa de extorsão contra o pai de Neymar e suposto furto do tablet de Najila.

Na última quinta, as promotoras Flávia Cristina Merlini  e Estefânia Ferrazini Paulin alegaram que Araújo não apresentou novas provas para justificar o desarquivamento. No entanto, elas concordaram com a retirada dos memorias apresentados pela defesa de Neymar do inquérito, admitindo que eles não poderiam ser apresentados na fase de investigações policiais.

Sobre as imagens registradas no hotel, as promotoras afirmam que, por terem sido gravadas fora do quarto de Najila, elas não trariam algo relevante para o caso. Mesmo assim, elas afirmam que o MP não se opõe à apresentação das imagens.

Diante da resposta do Ministério Público, Cosme apresentou sua petição mais recente alegando que o MP confessou que o inquérito foi “contaminado” ao concordar que as alegações da defesa de Neymar não poderiam ter sido apresentadas. Ele também afirma que o Ministério Público faz “mea culpa” ao dizer que não se opõe à apresentação das imagens.

O advogado solicita que, se a juíza não concordar com o desarquivamento, seja suspenso o arquivamento até que as alegações da defesa de Neymar sejam retiradas do inquérito e as imagens gravadas no hotel recebidas. Por fim, Araújo solicita que, em caso de desarquivamento, o procurador-geral do MP deve ser comunicado.

Procurada, a Polícia Civil afirmou que ainda não havia sido comunicada sobre o pedido de desarquivamento do caso.

VAR e racha. Fluminense 0 x 1 CSA.

Leia o post original por Mauro Beting

O Fluminense chutou 13 bolas contra a meta do CSA. E mais 19 que foram pra fora. São 32 chutes. Alguns a esmo. No desespero. Outros bem trabalhados. Pensados. Executados. Mas não concluídos.

Falta tranquilidade. Falta técnica. Mas não técnico. Sobra pressão. Não sobra gente no elenco tricolor.

Vai acabar sobrando pra Diniz. Uma pena.

Por responsabilidade também dele. Mas também do nosso futebol que não tem paciência com o que é diferente. Ou pior: com o que já foi nosso e já não é.

O time do Fluminense deveria estar em situação melhor. Mas não tão melhor. Não tem tanta qualidade pra mais do que isso. Também por isso poderia ser mais precavido. Menos propositivo. Sei lá. Diniz fazer mais simples. Menos complicado. Não sei.

(Mas então não chamassem Diniz para tentar fazer o que não está conseguindo nas Laranjeiras…)

Na derrota maluca para o CSA, também porque Wagner Reway não marcou um pênalti de Castan em Daniel que o VAR poderia ver. Mas estava vendo a Record. E nem precisaria do recurso que também não quis usar no mais claro ainda sobre Ganso também cometido por Castan. O VAR deveria estar vendo Casa de Papel. A Tokio. Sei lá.

Claro que Ganso exagerou na queda. Overreacting. Mas foi derrubado. Foi pênalti. E pra onde foi o VAR?

Deixou seguir. E ainda saiu o gol de Gómez pro CSA, em lance bem trabalhado pelo time alagoano.

Estamos de mal a pior no apito.

Não ajudamos quem apita e quem assiste.

E o Fluminense precisa se ajudar.

Daniel Alves! São Paulo 1 x 0 Ceará.

Leia o post original por Mauro Beting

Daniel Alves foi o primeiro a entrar voando no aquecimento no Morumbi. Foi o nome mais ovacionado quando anunciado pelo sistema de som do estádio. Parecia gol. E parecia mesmo que só com ele sairia gol no primeiro tempo bem disputado e mercado, até mesmo bem jogado, mas com poucas chances.

O bem armado Ceará de Enderson teve três, todas impedidas por boas defesas de Volpi. O Tricolor chegou também apenas três vezes. A primeira no primeiro toque na bola de Dani, de canhota, para defesa de Diogo Silva, com apenas 31 segundos. Goleiro que nada poderia fazer aos 39min42s, quando o também estreante Juanfran tocou para Raniel acertar seu primeiro lance para o camisa 10 fazer 1 a 0.

Daniel Alves também criaria a terceira chance na primeira etapa batendo falta rente à meta alvinegra.

Na segunda etapa, Cuca manteve o desenho tático são-paulino (o ideal quando Juanfran está na lateral): um 4-3-3 típico, com Tchê Tchê na cabeça da área, Liziero pela esquerda dando um pé mais atrás, Dani pela direita saindo mais pro jogo, e devendo criar parceria sólida com Antony. Com mais tempo, ritmo e jogo, Daniel poderá dar a amplitude que o canhoto Antony não dá. Sem a bola, vira um 4-4-2 básico, co Daniel Alves adiantado, Antony e Everton fechando espaços.

Como o esperado, e com a vantagem inicial, o São Paulo foi melhor e mais perigoso na segunda etapa nos primeiros 15 minutos. Mas o bom time cearense equilibrou e foi melhor. Criou sete oportunidades. As mesmas que o São Paulo. E teve uma sonegada pela arbitragem, aos 14. Pênalti claro de Volpi que só atingiu o perigoso Felippe Cardoso numa saída de gol. Sem VAR já era marcavam. Com VAR, a única coisa indiscutível é que o árbitro ao menos deveria ter assumido a responsabilidade para interpretar melhor o lance.

Nem tudo igual. Grêmio 1 x 1 Palmeiras.

Leia o post original por Mauro Beting

David Braz mandou da intermediária uma bola tão inesperada quanto indefensável. Um golaço. Aos 42 do segundo tempo em que o Grêmio reserva errou menos defensivamente, criou mais com Patrick entrando para armar, e tentou furar com mais intensidade a eficiente zaga paulista.

Palmeiras que jogou bem melhor a primeira etapa, com os titulares Dudu (o melhor em campo em tudo), Gómez e Weverton mostrando suas qualidades na Arena. O time de Felipão marcou bem, saindo com engenho com a bola no chão, fez belo lance no primeiro gol de Dudu, e ainda fez um segundo com Hyoran em lance anulado em polêmico impedimento, dirimido em pouco mais de 35 segundos apenas. Mais uma jogada para discutir bastante. E dificilmente decidir tão rapidamente no letárgico VAR brasileiro.

(Diferente do lateral que originou o golaço de empate, quando não se discute que a bola era palmeirense e virou gremista na observação desatenta da arbitragem).

Arbitragem à parte, ainda que decisiva, o primeiro dos três Gre-Pal teve dois ex-aletas marcando contra suas equipes. Lei do Ex em estado bruto. Empatando um clássico em que o Palmeiras foi bem melhor na primeira etapa, nem tanto na segunda quando recuou e deu campo e bola (até com Ramires substituindo Dudu), e o Grêmio foi recompensado pela busca que parecia se restringir a tiros longos até o gol que deixou tudo igual.

E ainda mais aberto para a terça de Libertadores. Quando o Palmeiras que não sabe vencer no BR-19 desde a Copa América precisa se recuperar dessa sensação de entregar os pontos no Brasileirão que já foi deixado pelo Grêmio de Renato.

Subindo. Corinthians 2 x 0 Botafogo.

Leia o post original por Mauro Beting

Carille falava, e com razão, que em 2017 ele conhecia o elenco que não tinha tantas mudanças como os 25 novos jogadores – para ele – em 2019. Também por isso a equipe demorou para deslanchar. E, convenhamos, se mesmo sem convencer ainda assim foi campeão estadual, ou muito melhor, tricampeão estadual, não há muito o que reclamar.

Mas questionar, sim.

E essas questões e senões são menores a cada jogo pós-Copa América. Se não é uma maravilha, o(s) time(s) de Carille têm sido mais consistentes. Competitivos. E, sim, ofensivos. Desde a parada tem finalizado o dobro de vezes. Criado quase duas vezes mais chances. E tem alternativas técnicas e táticas a cada jogo.

Foi assim na vitória segura e merecida contra o Botafogo que segue fazendo mais do que pode. Boselli fez belo gol de 9 em lance de Pedrinho. Outro que participaria do segundo gol, anotado com frieza por Everaldo.

De um time mais leve também pela presença do redivivo Gabriel na cabeça da área. Chegando com mais dinâmica ao lado de Júnior Urso. Dando ao time mais leveza para criar oportunidades. E ilusões com os pés no chão.

‘Operação Neymar’ trava, e Barcelona avalia nova oferta

Leia o post original por Perrone

De acordo com fonte ligada ao Barcelona, a operação para tentar contratar Neymar de volta está parada. Os catalães estudam uma nova oferta após perderem Philippe Coutinho como moeda de troca.

Coutinho era uma das principais apostas do Barça para seduzir o PSG numa troca, mas o brasileiro optou por atuar um ano emprestado ao Bayern.

Outro problema do Barça é exigência dos parisienses de receberem pelo menos 100 milhões de euros em dinheiro na negociação, bem mais do que o planejado pelos espanhóis.

Nesse cenário, conforme apurou o blog, o Barcelona vê como grande trunfo o desejo de Neymar de sair de Paris e o ambiente hostil para o brasileiro após protestos de parte da torcida contra ele.

Em outras palavras, a presença de Neymar no clube teria virado um problema e uma forma de resolvê-lo seria ceder na negociação com o Barça. Porém, até agora, não houve nenhum movimento francês nesse sentido.

A diferença. Vasco 1 x 4 Flamengo.

Leia o post original por Mauro Beting

O Vasco teve as melhores chances no começo do clássico para mais de 65 mil em Brasília. Mas parou em Diego Alves e no travessão em ótimo lance de Pikachu. Filipe Luís com dificuldades para ser o que é no retorno ao Brasil, Jorge Jesus inventando quando poderia fazer o básico que refez ainda com a bola rolando. Gabriel e Bruno Henrique mais à frente, Gerson e Arrascaeta dando opções vindo de trás.

Aos 41, num belo lance do iluminado BH, bola no contrapé de Fernando Miguel, que meio que andou pra trás como tem sido o Vasco. 1 a 0. Time de Luxemburgo que até foi bem na etapa inicial, mas que se perdeu na segunda, dando espaços ou sofrendo pelos lances criados pela qualidade rubro-negra. Bela tabela pela esquerda que deu no segundo gol carambolado de Bruno Henrique, que Gabriel Barbosa conferiu antes de a bola entrar.

Coisa de quem está com a bola cheia. Contra um rival que tem que lidar e lutar contra tudo contra. Mesmo ganhando um pênalti pelo VAR de bola no braço de Thuler. Pênalti que Pikachu bateu e Diego Alves defendeu pra escanteio. A festa foi tamanha que o Flamengo não se atentou à chegada de Castan para cabecear para diminuir, na sequência.

Mas o Flamengo seguia passando a sensação de que faria o que quisesse no Mané. E quando quisesse. Responde com belo lançamento de Mari para Gerson cruzar bonito na cabeça de BH. Ele mandou no canto, desta vez Fernando foi bem na bola, mas no rebote o artilheiro do Brasil foi ainda melhor.

3 a 1 Flamengo. Para piorar, em termos de crueldade, pênalti infantil de Arrascaeta que Bruno César bateu, Diego espalmou de novo e, depois da quizomba, belo contragolpe rubro-negro deu em pênalti de Henriquez em Bruno Henrique.

Arrascaeta bateu e fez o 4 a 1 grande demais para o que foi o clássico em Brasília. Mas condizente para o estágio e a diferença atual entre os times, elencos, estruturas e clubes.

Fora e dentro. Fortaleza 0 x 1 Internacional.

Leia o post original por Mauro Beting

O Inter não vencia havia 14 jogos como visitante no Brasileirão. Ao mesmo tempo em que na Copa do Brasil vem de grande vitória em Minas contra o Cruzeiro e só perdeu um jogo. Na Libertadores, então, ganhou três fora e só um empate.

Quem entende?

No Ceará, nada fez com os reservas na primeira etapa contra o Fortaleza que estreava Zé Ricardo. Na segunda etapa, bastaram 20 minutos e o primeiro lance do improvisado Parede como centroavante para ótimo Wellington Silva marcar o único gol da tarde. O xará Paulista ainda cabecearia uma bola para a terceira grande defesa de Danilo Fernandes.

E só. Odair venceu mais uma. Também porque desde 2017 trabalha bem no Beira-Rio. E não só lá.

Não por acaso os dois gigantes gaúchos ainda estão vivos nos mata-matas. Porque ninguém de fora matou o ótimo trabalho deles.

Continuidade da resultado. Com qualquer time. E não com qualquer clube.

Opinião: Coutinho dá aula para Neymar

Leia o post original por Perrone

Ao acertar sua ida por empréstimo ao Bayern, Philippe Coutinho gerenciou melhor seu futuro de que Neymar, na opinião deste blogueiro.

O jogador do PSG e seu estafe deveriam aprender com a forma como Coutinho encontrou seu destino na atual temporada.

Assim como Neymar, Coutinho entendia precisar de novos ares. Porém, diferentemente do ex-santista, ele não entrou em rota de colisão com diretoria e torcida de seu clube. Foi discreto. Não tocou fogo no circo. E não deixou a novela se arrastar.

O resultado é que Coutinho já sabe onde vai atuar nesta temporada e começa a tocar seus projetos. Conseguiu um time forte e que acena para ele com a chance de desenvolver papel importante.

O empréstimo é por um ano, mas há opção de compra por 120 milhões de euros. Caso se destaque num time do tamanho do Bayern, o brasileiro terminará o período muito valorizado.

Porém, se ele não for bem, deixou as portas abertas no Barcelona. Saiu pela frente e por lá retornaria.

Enquanto isso, em Paris, Neymar agoniza. Atrasa seu reinício de temporada e vê ao seu redor um ambiente hostil, do qual ele mesmo foi o principal arquiteto.

E se voltar ao Barcelona, vai encarar parte da torcida de cara amarrada por causa da forma como saiu da Catalunha.

Não estou aqui pra dar lição de moral, mas Neymar e seu pai poderiam prestar atenção na aula dada por Coutinho e sua  equipe.

Nem toda transferência precisa bater recordes financeiros. É possível recuar um passo para avançar muitos em seguida. Forçar a barra e gerar inimizades não são as únicas formas de se conseguir uma mudança.

Ivan na Seleção

Leia o post original por Mauro Beting

Reiterando.

Ivan tem muito potencial. Tempo de resposta impressionante nas ações. Fecha bem a meta e sabe usar os pés no mano a mano. Elástico. Não enfeita defesas.

Pode um dia defender a Seleção. Mas não como cota de terceiro goleiro jovem. Não precisa queimar etapas. Nem ser queimado por isso.

Tite extrapola quando chama vários goleiros jovens. Banaliza. Cria expectativas que podem ser falsas.

Ivan segue a escola ponte-pretana de grandes goleiros que viraram de Seleção como Valdir Peres, Carlos, Sérgio. Dois deles com três Copas. Duas como titulares.

Mas ninguém chegou tão cedo. Risco desnecessário.

Toda sorte para Ivan. E para o Brasil.

Mas outros melhores e mais experiente não tiveram as chances merecidas.