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Mudando. São Paulo 0 x 1 Bahia.

Leia o post original por Mauro Beting

REPRODUÇÃO TV GLOBO

Cuca e Roger Machado são dois dos técnicos que mais aprecio pelas práticas e teorias. Dos que mais conhecem o ofício. Dos mais estudiosos. Também pelo que tentaram fazer na partida de ida das oitavas da Copa do Brasil.

Cuca tentou mudar seu estilo direto e mais vertical. Objetivo. Trocou a bola que foi quase toda do São Paulo. Até à exaustão. Até exagerando na posse improdutiva. Roger foi mais incisivo. Agudo. De estocadas letais como a do gol de Elber, na infelicidade de Léo que estourou a bola no ótimo Walce. Lances de contragolpe que haviam acontecido antes e depois do gol da grande vitória do Bahia.

Melhor e maior ainda pelo que o São Paulo mandou de bola na trave ou a raspando com Pato, e de grandes defesas do ótimo Douglas. Salvando um time mais competitivo na defesa, forte no meio, e dinâmico no ataque.

Bahia que já tem uma cara. Diferente daquilo que Roger projetou em trabalhos anteriores. Às vezes cara feia. Mas que não a teme. Contra um São Paulo que mudou de novo. Pato vindo mais de trás e de todos os lados é melhor. Toró mais centralizado parece interessante. Problema é que pelos lados faltou Antony. Tem faltado Everton. E há muito falta São Paulo para decidir em casa ou fora.

O Bahia deu gigantesco passo para as quartas. Mas ainda tem a volta em Salvador. E pode ter volta para o São Paulo. Desde que não se desespere com o Majestoso em Itaquera.

Direção do Corinthians não vê postura do Palmeiras com a Globo como ameaça

Leia o post original por Perrone

O discurso interno de pelo menos parte da diretoria do Corinthians é de que a atitude agressiva do Palmeiras em suas negociações com a Globo não representa ameaça para o alvinegro a curto ou a longo prazo.

O principal argumento é o de que a emissora teria convicção de que o alviverde não é capaz de manter uma média de audiência superior à da equipe de Itaquera.

Outra tese é a de que o Palmeiras segue com torcida menor do que a do rival e que isso se reflete no número de assinantes do pay-per-view.

Historicamente, o Corinthians ganha mais da Globo do que o Palmeiras. De acordo com o balanço dos dois clubes, em 2018, a agremiação presidida por Andrés Sanchez recebeu pelos direitos de exibição dos jogos R$ 197.756.000,00 contra R$ 136.724.000 do rival. Entre as principais fontes de receita, essa foi a única em que os corintianos conseguiram mais dinheiro.

O formato atual de pagamento dos direitos de transmissão dá pouca margem para os clubes negociarem. Na TV aberta, os R$ 600 milhões pagos pelo brasileirão são divididos pelos 20 times de acordo com critérios fixos. Do total destinado para cada um, 40% são iguais (R$ 12 milhões por time), 30% dependem da colocação das equipes na competição e 30% estão atrelados ao número de jogos exibidos.

Ou seja, para diminuir a vantagem corintiana, o Palmeiras teria que terminar o campeonato em melhor posição (o que acontece neste momento) e ter mais jogos transmitidos.

Caso se mantenha na liderança, a equipe treinada por Felipão, em tese, é um grande atrativo para a grade da Globo. Mesmo assim, ao menos uma parcela da diretoria corintiana acredita que a emissora não mudará o tratamento dispensado ao alvinegro na hora de montar sua programação.

Vale lembrar que jogos envolvendo o Palmeiras obtiveram resultados expressivos para o canal TNT até aqui. A partida contra o Internacional registrou a melhor audiência na televisão paga na ocasião.

No pay-per-view a projeção inicial é de uma divisão mínima R$ 650 milhões entre os clubes de acordo com pesquisa feita pela Globo para avaliar a quantidade dos torcedores de cada clube assinantes do sistema. O Palmeiras quer a garantia de receber pelo menos 10%. Corinthians e Flamengo têm mínimo garantido de cerca de 18,5% cada.

Além disso, as luvas podem ser negociadas de maneira independente pelos times.

O Palmeiras já mostrou força na negociação com a Globo conseguindo retirar a multa aplicada pela a emissora pelo fato de o clube ter assinado contrato com a Turner para a TV fechada.

As negociações entre Palmeiras e Globo estão adiantadas e a expectativa no clube é de que o acerto aconteça antes do final de semana.

Lucas Lima… Sampaio Correa 0 x 1 Palmeiras.

Leia o post original por Mauro Beting

Em 2014, partida de ida na Copa do Brasil, Henrique Ceifador fez 1 a 0 em jogo que não merecia gol em São Luís. Mas, na sequência, mesmo depois de grandes defesas do goleiro Fábio, o Sampaio Correa virou para 2 a 1. Na volta a São Paulo, o Palmeiras demitiu Gilson Kleina. Treinador que não tinha como fazer muito mais com um time com Renato, Josimar, Wesley e Mendieta no meio-campo.

Era quase o time titular naquele pavoroso 2014. Cinco anos depois, Felipão voltou a usar reservas no Maranhão. Como havia feita no pálido empate com o CSA em Maceió. O desempenho foi sofrível. Apenas quatro chances do rival, vice-líder da Série C, e quatro do líder da A, em grande fase. A última das oportunidades foi cortesia do bom goleiro Andrey, que largou no fim chute longo e venenoso de Moisés. Talvez pelo corte na cabeça na trombada com Carlos Eduardo, que abriu sua testa, o fez cair em campo minutos depois, e talvez tenha feito o goleiro falhar miseravelmente no gol do jogo chocho.

Era o Palmeiras reserva. Mas com 11 jogadores que foram a campo que seria titulares em 2014. Os 11.

Ou melhor. Leandro jogaria no lugar de Carlos Eduardo. E qualquer um dos 11 jogava com mais intensidade que Lucas Lima.

Opa. Exagero. Wesley, não.

E Lucas não é o Deus da Raça de 2014. Nem pode ser aquele dos últimos 6 meses no Santos. O dos últimos meses no Palmeiras. A bola que enfiou para Carlos Eduardo perder mais uma chance, na primeira etapa, é de quem sabe. E LL sabe.

Mas precisa suar. Precisa se entregar mais.

Se o time reserva perde ritmo de jogo, não tem o entrosamento necessário, a mecânica e dinâmica da equipe que joga junto mais vezes, ao menos tem que mostrar mais. Parecer mais disposto. Disponível.

Lucas Lima foi o jogo em São Luís. E não pode ser só isso.

Mas ainda foi melhor do que a chegada do VAR ao estádio.

Oposição corintiana se movimenta para cobrar ação contra Odebrecht

Leia o post original por Perrone

Conselheiros de grupos oposicionistas do Corinthians recolhem assinaturas para tentar marcar reunião extraordinária do Conselho Deliberativo com o objetivo de emitir uma posição oficial do órgão sobre eventual ação contra a Odebrecht. A discussão se refere a supostas irregularidades que teriam sido cometidas durante a construção da arena alvinegra e também a obras que a construtora teria deixado de fazer ou executado de maneira incorreta, de acordo com resultado de auditoria encomendada pelo clube.

São necessárias 50 assinaturas de membros do conselho para que a sessão seja marcada. Caso ela aconteça e a maioria decida que o clube deve acionar a empresa, o resultado será enviado para a diretoria. O entendimento desses conselheiros é de que só a direção, sob orientação do presidente Andrés Sanchez, pode tomar a decisão de acionar ou não a construtora. Porém, a aprovação deixaria o cartola pressionado politicamente.

Odebrecht e Andrés sempre negaram terem sido cometidas irregularidades no projeto da casa própria corintiana. A construtora também nunca reconheceu  o resultado da auditoria. E afirma que deixou de fazer parte das obras por conta de um estouro no orçamento, mas em acordo com o Corinthians. Alega ainda que respeitou rigorosamente o contrato.

Trecho do requerimento que está sendo assinado diz que ação, se concretizada, visaria a “apuração de eventuais ilícitos cometidos na construção da Arena Corinthians, bem como pendências sobre obras inacabadas e com defeitos”.

O documento não cita quais seriam os supostos ilícitos, porém, recentemente, como mostrou o blog, conselheiros do grupo de oposição Frente Liberdade Corintiana foram à Justiça Federal para tentar tirar o sigilo de um inquérito no qual ao menos um dirigente corintiano estaria sendo investigado por supostamente receber dinheiro da Odebrecht em esquema de caixa 2.

A medida foi tomada depois de o jornal “O Estado de S.Paulo” publicar reportagem apontando o envolvimento de André Luiz de Oliveira, diretor administrativo do Corinthians e homem de confiança do presidente Andrés Sanchez, no caso. A acusação é relacionada à campanha do agora novamente presidente do Corinthians a deputado federal.

O advogado de André, Júlio Clímaco, nega que seu cliente tenha recebido valores da Odebrecht e cometido irregularidades. Andrés não fala com o blog, mas afirma publicamente não ter existido caixa 2 em sua campanha e nem falcatruas envolvendo a construção do estádio.

Outro trecho do requerimento diz que o pedido “fundamenta-se no que foi deliberado em reunião desse conselho no dia 4 de fevereiro de 2019 tendo transcorrido o prazo de três meses acordado com o diretor presidente da diretoria do Sport Club Corinthians Paulista para tentar uma solução amigável junto à construtora. Caso seja aprovada a proposta (de ir à Justiça), esta servirá de posição oficial do Conselho Deliberativo, a fim de ser remetida à diretoria para a devida análise dentro de seu poder discricionário”.

Em fevereiro, Andrés afirmou em encontro do órgão que estava perto de fechar um acordo com Odebrecht e Caixa sobre eventuais pendências. O trato evitaria o risco de uma longa disputa judicial.

A discussão no conselho deliberativo sobre o acionar a construtora na Justiça é antiga, assim como a pressão de conselheiros para que a diretoria tome esse caminho.

Jornalismo esportivo está virando posse de bala

Leia o post original por Mauro Beting

FOTO: CÉSAR GRECO (PALMEIRAS)

“Mauro Beting, nos últimos anos você está elogiando muito o Palmeiras!”

Sim, desde 2015, para ser mais preciso. Quando ganhou uma Copa do Brasil, dois Brasileiros, e foi vice em 2017.

Tinha mais é que meter o pau!

Concordo plenamente com quem me criticou por elogiar o time (pelo qual torço e tento não distorcer) que goleou o Santos por 4 a 0.

Pode mesmo falar mal de mim por eu ter enaltecido na televisão o vencedor no clássico contra ótimo rival (que também disputava a liderança). Mereço críticas por babar ovo do povo que goleou o rival que vinha muito bem.

Onde já se viu elogiar um time que jogou bem e bonito e ficou apenas com 36% da bola?!

Bala neles! Facada em mim!

Só pelo atual campeão e atual líder estar há 28 jogos sem derrota no Brasileiro?

Só por 15 dessas 28 partidas não terem sido perdidas mesmo atuando com times alternativos?

Só por 15 desses jogos terem sido clássicos?

Só por vencer como mandante há 15 jogos consecutivos?!

Só sendo torcedor do time para elogiar dupla de zaga que não leva gol há quase mil minutos! Só fanático para bater palmas pra equipe que não perde no Brasileiro desde julho de 2018 em futebol cada vez mais nivelado!

Tinha mais é que golear o rival mesmo sem ter Scarpa, Goulart e Willian!

Só por ter disputado a sua melhor partida com Felipão desde 2018 eu preciso elogiar? Só por também não deixar o Santos jogar marcando bem e lá no alto esse Palmeiras campeão em 2018 merece essa babação toda?

O jornalismo está morrendo mesmo! Tem que sempre dar porrada. Não pode passar pano. Jornalismo é oposição!!! Doa a quem doer! Se quer ouvir elogio vá ao site do clube, porque aqui é acima da medalhinha, aqui só falo a verdade (SIC)!!!

Onde já se viu enaltecer um time que goleia rival na disputa pela ponta? Onde vamos parar?! Daqui a pouco essa imprensa vai ficar elogiando Pelé e Ademir da Guia!

Podem escrever!

Vendidos! Clubistas! Nutellas!

Nos bons tempos só podia elogiar quem ganhasse por 8 a 0 um Derby!

(Quer dizer, nem assim!)

Niki Lauda

Leia o post original por Mauro Beting

Quem é campeão mundial em 1975, sofre na temporada seguinte um acidente no latifúndio de Nurburgring, recebe até extrema-unção, volta pras pistas no mesmo campeonato e quase consegue o bi mundial que ganharia em 1977, compete até 1979, larga a F1 para montar uma companhia aérea, retorna em 1982 para ser tri mundial em 1984?

O austríaco de 24 poles, 25 vitórias, 52 pódios.

Uma grife. O Beckenbauer do automobilismo daqueles anos 70.

Ícone.

Exemplo e imagem não só de velocidade. Mas de vitórias.

De superação das queimaduras na cabeça que não o impediram de ganhar mais dois mundiais.

Niki Lauda nos deixa aos 70 anos. Como ele deixou os anos 70 anos mais vencedores.

Para quem cresceu naquela década, quando eu acompanhava bastante F1 também por causa dele, muito obrigado por aqueles domingos que passavam mais rápido.

Como você que ainda vai dar muitas voltas por aqui.

O que a Globo deixa de mostrar sem o Palmeiras em sua grade

Leia o post original por Perrone

Confira abaixo o que a Globo e o sistema de pay-per-view da Globosat deixaram de mostrar por ainda não haver acerto da empresa com o Palmeiras para exibir os jogos do time no Brasileirão deste ano. Os números são do site especializado em estatísticas Footstats.

Garçom

Até aqui, a Globo está sem mostrar em ação o líder de assistências no campeonato, Dudu. O jogador palmeirense já deu cinco passes para companheiros marcarem gols em quatro jogos.

Artilheiro

Ao vivo, a emissora também não mostrou os três gols de Bruno Henrique, no Brasileirão. Ele divide o posto de goleador da competição com Everaldo (Chapecoense), Ricardo Bueno (Ceará), Everton (Grêmio) e Bruno Henrique (Flamengo).

Pontaria

Quem depende da Globo para assistir ao vivo aos jogos do Brasileirão, não vê a equipe com pontaria mais calibrada. O Palmeiras tem o melhor índice de acerto de finalizações: 55,1%. Em média, são 5,4 arremates com endereço certo por partida.

Melhor ataque

O time que mais fez gols no Brasileiro em cinco rodadas está fora da programação aberta da Globo e do pay-per-view do grupo. Os palmeirenses balançaram as redes 12 vezes, duas a mais do que o Fluminense, segundo colocado nesse critério.

Melhor defesa

Numa prova de que Felipão conseguiu montar um time ofensivo sem deixar sua meta desprotegida, o telespectador da Globo não pode contemplar o sistema defensivo menos vazado do Brasileirão. O alviverde só levou um gol até agora.

Evolução

Os crescimentos de Raphael Veiga e Zé Rafael também não são atrações da Globo. Eles fizeram dois gols cada em quatro jogos. A estatísticas  ainda apontam uma assistência para cada.

Bom de ‘mecânica’, tática e técnica, Lauda simboliza era romântica da F-1

Leia o post original por Perrone

Com  a morte de Niki Lauda nesta segunda (20), a Fórmula 1 perde uma das principais referências de sua era romântica. O austríaco está entre as lendas da época em que as ultrapassagens aconteciam aos montes, tocar roda com roda era normal, e não existiam regras que hoje impedem a agressividade nas pistas.

Lauda era rápido, técnico e estrategista. Foi um dos responsáveis por este blogueiro criar o hábito mantido até hoje de passar quase duas horas nas manhãs de domingo em frente à televisão para assistir às corridas.

Comecei acordando para ver Emerson Fittipaldi. Daí fui descobrindo outros gigantes das pistas que não falavam português. Lauda é um desses caras inesquecíveis. Depois ainda o vi no asfalto com Nelson Piquet e Ayrton Senna.

Lembro como comemorei a ultrapassagem de Senna, iniciante, com uma Toleman, sobre o veterano Lauda, de McLaren, no GP de Mônaco em 1984. Valia o segundo lugar. É uma das manobras mais marcantes da F-1, na curva, sob chuva, feita por um jovem promissor em cima de um piloto lendário.

Comparar Niki com os pilotos de hoje é difícil. Os carros exigiam muito mais braço. O acerto das máquinas nos finais de semana dependia mais dos pilotos do que hoje em dia com tanta tecnologia. E ele tinha sensibilidade para tirar o melhor do carro, manjava da parte mecânica da brincadeira. Pra finalizar, sabia controlar os bólidos como só gênios da categoria sabem. Conquistou três títulos mundiais numa era que tinha muita fera pilotando, e em que a diferença entre os carros era bem menor do que hoje. Sobrava gente no grid brigando pela vitória. Perdão pelo saudosismo, mas lá se vai mais um símbolo dos bons e velhos tempos da F-1.

Pras cabeças. Athletico 0 x 2 Corinthians

Leia o post original por Mauro Beting

O Corinthians segue sem jogar bonito, muitas vezes sem jogar bem, algumas vezes sendo dominado, outras errando muito nas bolas cruzadas sobre a própria área.

E segue vencendo onde poucos vencem. Como na Arena da Baixada. Onde um Athletico alternativo foi melhor, mandou bola na trave, teve dois gols bem anulados sem VAR, e ainda assim não superou Cássio e o time de Carille, que abriu de cara o placar com gol de oportunismo de Love, e fechou a conta com Pedrinho que entrou bem, em outro lance discutível do goleiro Caio.

Não é derrota para detonar o Furacão. Nem vitória para enaltecer o Timão. Mas é daqueles resultados que lá na frente podem definir várias situações para duas equipes de primeira página de tabela. Duas que brigam por dias e jogos melhores no BR-19.

Em todos os cenários com Love desde o começo. E em quase todos com Pedrinho em campo. Não necessariamente desde o começo.

Opinião: cinco lições deixadas pela quinta rodada do Brasileirão

Leia o post original por Perrone

1 – Dudu é o melhor jogador do Brasileirão – Neste momento, ninguém supera o palmeirense. Ele é mais decisivo e regular do que seus concorrentes.

2 – Pedrinho pode ser a solução para melhorar criação do Corinthians – Contra o Athlético ele entrou no lugar de Jadson, num momento delicado para o alvinegro e deu conta do recado. Mostrou visão de jogo e precisão para servir companheiros, além de fazer um gol. Carille deveria experimentá-lo mais vezes como principal armador do time, que sofre tanto para criar jogadas.

3  – Felipe Melo não muda – Jogando bem e com o Palmeiras passeando em campo, o volante foi agressivo em discussão com  o santista Jean Mota e  levou amarelo. Na saída de campo, após a vitória de sua equipe por 3 a 0, voltou com o velho papo de que o futebol está chato, cheio de mimi e não assumiu o erro. Está cansativa essa história.

4  – Passou da hora de Renato Gaúcho acordar o Grêmio – A penúltima colocação no Brasileirão não pode mais ser considerada como um efeito colateral momentâneo para quem prioriza a Libertadores. Terminar a quinta rodada nesta posição significa que o treinador gremista precisa fazer a equipe responder rapidamente. Tem muito campeonato pela frente, mas demorar para reagir pode criar uma perigosa bola de neve.

5 – Sidão tem poder de reação – O goleiro do Vasco entrou pressionado no jogo contra o Avaí (1 a 1), depois de suas falhas contra na derrota por 3 a 0 para o Santos e de passar pela constrangedora situação de receber o prêmio de carque do jogo. Ele provou em campo, com uma atuação segura, fazendo importantes defesas, que se recuperou rapidamente do golpe.