Arquivo da categoria: semifinal

É muito melhor

Leia o post original por Rica Perrone

O Galvão tem razão. É muito melhor contra eles. É diferente. Temos apenas nesse jogo a sensação de ganhar de um rival com a seleção. Por mais que Itália e Alemanha sejam consideravelmente maiores que a Argentina, a gente não se odeia. A gente se respeita. Por mais que seja o Uruguai que nos calou…

Agora é sério, “meninos”

Leia o post original por Rica Perrone

O Brasil tem diversos jogos importantes em sua temporada. Existem vários bons adversários e especialmente Itália e Alemanha, que juntamente com o Brasil formam o trio de ferro das seleções. Mas de todos os jogos possíveis há apenas um “grenal” pra seleção. Aquele jogo onde não se trata de futebol apenas. Se trata de honra,…

As regras e o brasileiro

Leia o post original por Rica Perrone

Regras existem para encerrar discussões, não para aumenta-las. Quando um grupo de pessoas sob regras debocha delas e/ou ironiza quem vai em busca de que elas sejam cumpridas, muito se explica sobre o cenário deste grupo. A Portuguesa não é vítima de ninguém mas sim a grande vilã do Brasileirão que não rebaixou o Flamengo,…

Mais favorito do que antes

Leia o post original por Rica Perrone

Se o empate fora parece um bom resultado, os 90 minutos de Flamengo e Corinthians contrariam essa avaliação.  Como cada vez mais comum no futebol moderno em virtude de sua força física, intensidade e espaços reduzidos, o time que abre mão do jogo consegue anular o que tenta jogar. Na Copa foi assim, hoje também….

E o destino?

Leia o post original por Rica Perrone

“Destino, porque fazes assim? Tenha pena de mim, veja bem não mereço sofrer…”

Aos 31 anos, após amassar a bola em boa parte da carreira de empréstimos, o pra muitos “imprestável” viveu o dia em que tudo valeu a pena.

O futebol pode ser cruel por uma vida com você, mas um dia, pelo menos uma vez, ele te devolverá com juros e correção tudo que você passou numa emoção sem igual.

Hoje foi o dia do Fabrício entender a lógica que havia nisso tudo. O Fluminense virou, teve o contra-ataque aberto e é sua melhor arma. O Vasco tinha que fazer dois. O Maracanã assistia a uma contundente classificação tricolor em mais uma má atuação do lateral.

Paulinho e seu talento raro empatam o jogo. E aos 50, num acréscimo justo mas que será o “porem” do lado de lá do dia seguinte, a bola sobra pra ele fazer o gol da sua vida.

O campeonato carioca está uma merda. Vide o público de um jogão desses. Mas ainda que mal organizado, estupido e sem credibilidade pelos seus dirigentes, quando duas camisas dessas se enfrentam valendo uma vaga o que menos importa é a vaga.

Em campo o time da virada. Lá em cima o time do amor.  Como parece ser a sina vascaína em 2018, no ultimo minuto, Como na eleição, na altitude, e agora no estadual.

Cuidado, Fogão. Se quiser o título, marques-os até o final.

abs,
RicaPerrone

Grande quando quer

Leia o post original por Rica Perrone

Você pode acreditar ou não, mas eu levo comigo a certeza de que no vestiário antes do jogo você sabe o que vai levar pro campo. Não me refiro a jogadores, mas sim ao espirito. E também não falo de luta e garra. Falo de postura.

Time grande ganha quando se sente grande. Time pequeno quando assume que é pequeno. Nunca vi time pequeno achando que é grande dar certo, nem time grande se manter bem com pensamento pequeno.

O Botafogo apanhou na Guabanara feito um time pequeno. Revoltante, de dar dó até. Aí numa semifinal o Botafogo entra em campo de outra maneira. Olhando reto, não pra cima. Peitando, dividindo, não se sentindo inferior nem mesmo olhando pra arquibancada.

E o Flamengo de milhões é quem assiste.

Time grande faz gol e debocha. Time grande ganha jogo difícil. Time grande dá troco em campo e não em nota oficial. Time grande não faz birra, faz gols.  Time grande não tem medo de cara feia.

O Botafogo ontem foi grande. Se fosse assim sempre, ainda maior seria. Que o espírito Loco Abreu permaneça nesse time que as vezes esquece a camisa que está usando.

abs,
RicaPerrone