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Recente ligação com agente pressiona Vilson, novo gerente do Corinthians

Leia o post original por Perrone

Uma ligação profissional de seu recentemente encerrado tempo de jogador pressiona Vilson, novo gerente de futebol do Corinthians ao lado de Emerson Sheik. Ele era agenciado pela Elenko Sports, empresa de Fernando Garcia, ex-conselheiro do clube e um dos mais influentes agentes no Parque São Jorge.

Pelo menos parte da oposição afirma que o gerente está envolto em um conflito de interesses. Isso porque ele naturalmente é próximo de seu ex-empresário. Assim, pode ter que negociar renovações de contratos de jogadores com quem cuidava de seus interesses como zagueiro até o fim de 2018. Pela mesma tese, há chance de ambos se reunirem para discutir futuras contratações e vendas de atletas. A assessoria de imprensa do Corinthians afirmou ao blog que, por enquanto, Vilson não irá se manifestar sobre o assunto. Porém, enviou a seguinte nota:

“Conforme dito na entrevista coletiva do diretor de futebol, Duilio Monteiro Alves, Vilson foi escolhido para a função de gerente devido às suas qualificações para gerir um grupo de atletas, estas mostradas enquanto atleta, ao ser agregador, companheiro e experiente no futebol. Vale ressaltar que o Sport Club Corinthians Paulista aposta há dez anos na colaboração de ex-atletas na gestão do futebol, como foram os casos de William Machado, Edu Gaspar, Alessandro Nunes e agora com Emerson Sheik. Inevitavelmente, como atletas, cada um teve seu representante, sem qualquer intransigência ou interferência em suas carreiras como dirigentes. As negociações e tratativas com representantes de atletas seguem a cargo da diretoria”.

Ao ser indagado pelo blog sobre o fato de parte dos conselheiros criticar a escolha de Vilson por sua ligação com ele, Garcia disse que “não acha nada” sobre o assunto. Também afirmou que Vilson é seu ex-cliente e negou que tenha sugerido a Andrés Sanchez a efetivação do ex-beque no posto que era de Alessandro Nunes. Até a tarde desta quinta (3), Vilson aparecia no site da Elenko como atleta agenciado pela empresa. Lá aparecem outros corintianos, como Walter, Danilo Avelar e Thiaguinho.

Além de empresário, Fernando é irmão de Paulo Garcia, um dos candidatos derrotados por Sanchez na última eleição presidencial no alvinegro.

Entre quem torce o nariz para Vilson como gerente, há o entendimento de que o clube deveria escolher alguém que já está no mercado e que não estava até recentemente ligado a um determinado empresário.  Na situação, o discurso é de que a oposição sempre vai reclamar de algo e que não existe conflito de interesses.

O ex-zagueiro deve ficar com a maioria das atribuições de Alessandro. Por sua vez, Sheik terá como uma de suas missões ser o elo entre direção e jogadores. O ex-atacante é conhecido no Parque São Jorge pelos seus laços de amizade com Sanchez.

 

Opinião: no Brasileirão, Corinthians paga conta por apostas arriscadas

Leia o post original por Perrone

O sufoco do Corinthians na reta final do Brasileirão é reflexo de apostas de alto risco feitas pela diretoria. Muitas delas escoradas em amizades.

Essa combinação fez Jair Ventura assumir um time sem padrão tático e com escassas opções na reserva. Quando poupa titulares pensando na Copa do Brasil, como fez na derrota deste sábado (13) para o Santos, por 1 a 0, o treinador é obrigado a usar nomes de fraco desempenho na temporada, como Sheik, Jonathas e Danilo.

O mesmo acontece no momento em que ele precisa virar uma partida. O treinador deve sentir calafrios quando olha para seu banco.

O abismo entre titulares e reservas destruiu a fórmula eficaz usada pelos corintianos em suas últimas conquistas. No lugar de craques, a aposta foi sempre em elencos equilibrados, o que faz a diferença principalmente no longo campeonato Brasileiro.

A situação atual torna natural o questionamento relativo a algumas apostas. A vaga de Emerson Sheik, por exemplo, não poderia ter sido melhor ocupada?

O veterano se esforça, mas não produz os resultados que o time precisa. Era previsível que Sheik não seria um jogador para ocupar a titularidade, ainda que apenas no segundo time.

É sabido que o atacante é grande amigo de Andrés Sanchez, presidente corintiano. Em 13 jogos no Brasileiro, ele não fez gol.

Outro exemplo de pouca utilidade para o clube, Jonathas marcou uma vez em sete participações no Brasileirão. O atacante é ligado a Carlos Leite, amigo de longa data de Andrés Sanchez. O agente também trabalha com Mateus Vital e agiu na contratação de Jair Ventura.

Durante as últimas eleições no Parque São Jorge, o empresário se envolveu numa polêmica por enviar dinheiro para a conta do clube. Segundo documento interno do Corinthians, a quantia foi usada para pagar mensalidades de sócios em atraso na tentativa de viabilizar suas participações no pleito. O agente nega envolvimento com a votação e diz que fez um contrato de empréstimo.

Não se trata aqui de sugerir que a diretoria contratou jogadores com pouco potencial para compensar o empresário. Mas, sim, de mostrar que a confiança depositada pela direção em alguns agentes e jogadores justifica apostas de risco. Leite é sempre lembrado pelo grupo de Andrés por ter indicado Cássio, até então desconhecido no futebol brasileiro.

Roger, com três gols em 17 participações no Nacional é outro símbolo de aposta arriscada da diretoria alvinegra que prejudicou o poderio ofensivo corintiano.

Em sua defesa, a diretoria tem o fato de a equipe estar na final da Copa do Brasil. Mas, na opinião deste blogueiro, isso só reforça a tese de que foi montado um elenco capaz de disputar um torneio de mata-mata. Mas sem peças de qualidade suficientes para encarar o Brasileirão e se dividir em duas frentes.

A saída de Fábio Carille prejudicou o Corinthians, mas até ele teria dificuldades com o grupo que agora vê de um lado a chance de ganhar a Copa do Brasil e, do outro, a zona de rebaixamento do Brasileiro cada vez mais próxima.

 

Festa na Gaviões em meio à ‘maratona’? Corinthians diz que só durou 1 hora

Leia o post original por Perrone

Em meio a uma “maratona” de jogos fora de casa, parte dos jogadores do Corinthians participou na última sexta (27) de uma festa na quadra da Gaviões da Fiel para comemorar o bicampeonato paulista. A presença foi autorizada pela diretoria, que viabilizou a exibição do troféu conquistado na final com o Palmeiras no local.

Já na manhã deste sábado, os atletas treinaram para depois embarcarem a Belo Horizonte. Na capital mineira, neste domingo, a equipe enfrenta o Atlético-MG  tentando manter seu aproveitamento de 100% no Brasileiro.

O desgaste provocado por viagens e jogos pode fazer Fábio Carille, que também esteve no evento, poupar titulares. Antes do Galo, o alvinegro paulista atuou como visitante diante de Independiente, na Argentina, Paraná Clube, em Curitiba, e Vitória, em Salvador. Os duelos aconteceram entre os dias 18 e 25 de abril.

Cássio, Romero, Balbuena, Henrique, Gabriel,  Sheik, Kazim e Pedro Henrique estão entre os corintianos que participaram do festejo.

Indagada sobre a participação de jogadores na festa da Gaviões num momento de desgaste provocado por seguidos deslocamentos e jogos, a assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que eles ficaram pouco tempo na comemoração.

“A torcida em questão fez uma recepção para os bicampeões paulistas e alguns membros do clube permaneceram no local durante uma hora. A programação de treinos e viagem não foi alterada”, respondeu o departamento de comunicação corintiano.

O dia que a Libertadores ganhou o Corinthians

Leia o post original por Rica Perrone

Era um 4 de julho onde São Paulo não trabalhou.  A terra que nunca para, parou.  E mesmo os mais apaixonados rivais sabiam que dali não passaria. Era, portanto, o dia. Não havia qualquer movimento na cidade que não remetesse ao jogo. Havia Corinthians, Boca e o resto da cidade toda era figuração. A América …

Corinthians empata com Grêmio no Itaquerão

Leia o post original por Fernando Sampaio

maiconO Corinthians ficou no empate no Itaquerão.

Bom para o Grêmio.

Acertei o empate no Bolão, coloquei 1×1.

Acreditava em gols, faltou qualidade técnica para colocar a bola pra dentro.

Giuliano desperdiçou uma, Bobô duas…

Marquinhos Gabriel quase fez um golaço.

André saiu vaiado, Romero saiu bravo.

O Timão perdeu muita força ofensiva sem Jadson, Sheik, Guerrero, Renato Augusto…

O Corinthians terá muita dificuldade para chegar no G-4 com este elenco.

Quem ganhou mais: Timão sem Sheik e Guerrero, Grêmio sem Felipão ou o Galo sem Ronaldinho Gaúcho?

Leia o post original por Milton Neves

bloggg222

Coincidentemente os três melhores do Brasileirão “perderam” suas estrelas em 2015.

Aliás, o Galo desde julho de 2014 é que ficou mesmo sem “maestro”, um maestro mais no nome do que a bola que estava lenta demais.

E o Palmeiras também não lucrou técnica e financeiramente sem Valdivia?

Estes fatos não “provam” que estrelas com brilho do passado não iluminam mais nada?

E aí, o que você acha: medalhão não dá mais faixa no peito?

Opine!

Vasco em dificuldade? Basta pegar o Fla

Leia o post original por Antero Greco

Que sina a do Flamengo nos duelos recentes com o Vasco. Pode estar por cima no que for que, ao topar com o tradicional rival, pisa na bola, tropeça e cai. Não importa em que posição ambos se encontrem.

Foi assim mais uma vez neste domingo: o Fla, de olho no G-4, perde de virada (2 a 1) para o Vasco doido para sair do Z-4. O Maracanã foi palco de novo capítulo de uma novela com roteiro repetido, com final feliz sempre para o mesmo lado. Haja gozação.

A sorte ameaçou mudar de destinatário no começo do duelo. A turma rubro-negra, disposta e rápida, abriu vantagem com Emerson Sheik aos 11 minutos, em jogada que contou com a participação de Guerrero. Pronto, parecia que a ordem se reestabeleceria no confronto.

O Fla bloqueou o meio-campo, com Márcio Araújo, Canteros e Alan Patrick, e tratava de enfiar bolas para Paulinho, Sheik e Guerrero. Era a receita para não deixar o Vasco respirar.

Deu certo no primeiro tempo e se esgotou no segundo. Pois o Vasco inverteu a situação, foi quem empurrou o adversário para o próprio campo e partiu, de novo, para o tudo ou nada, como tem feito nas últimas rodadas. Estratégia arriscada e acertada, que resultou nos gols de Rodrigo aos 12 (falta) e Nenê aos 16 (pênalti).

Mais do que o resultado (importante por si só), anima o Vasco o futebol solidário e menos conturbado de um tempo atrás. Os jogadores abandonaram o medo de errar, recuperaram confiança e não por acaso levaram o time a 4 vitórias e um empate em cinco rodadas.

Os 26 pontos ainda não servem para tirar o Vasco da parte de baixo. Mas fazem vislumbrar uma saída que até recentemente parecia ser uma só: a da Segunda Divisão. Há esperança de salvação – e por méritos do Vasco. O Fla volta à oscilação anterior.

Vasco em dificuldade? Basta pegar o Fla

Leia o post original por Antero Greco

Que sina a do Flamengo nos duelos recentes com o Vasco. Pode estar por cima no que for que, ao topar com o tradicional rival, pisa na bola, tropeça e cai. Não importa em que posição ambos se encontrem.

Foi assim mais uma vez neste domingo: o Fla, de olho no G-4, perde de virada (2 a 1) para o Vasco doido para sair do Z-4. O Maracanã foi palco de novo capítulo de uma novela com roteiro repetido, com final feliz sempre para o mesmo lado. Haja gozação.

A sorte ameaçou mudar de destinatário no começo do duelo. A turma rubro-negra, disposta e rápida, abriu vantagem com Emerson Sheik aos 11 minutos, em jogada que contou com a participação de Guerrero. Pronto, parecia que a ordem se reestabeleceria no confronto.

O Fla bloqueou o meio-campo, com Márcio Araújo, Canteros e Alan Patrick, e tratava de enfiar bolas para Paulinho, Sheik e Guerrero. Era a receita para não deixar o Vasco respirar.

Deu certo no primeiro tempo e se esgotou no segundo. Pois o Vasco inverteu a situação, foi quem empurrou o adversário para o próprio campo e partiu, de novo, para o tudo ou nada, como tem feito nas últimas rodadas. Estratégia arriscada e acertada, que resultou nos gols de Rodrigo aos 12 (falta) e Nenê aos 16 (pênalti).

Mais do que o resultado (importante por si só), anima o Vasco o futebol solidário e menos conturbado de um tempo atrás. Os jogadores abandonaram o medo de errar, recuperaram confiança e não por acaso levaram o time a 4 vitórias e um empate em cinco rodadas.

Os 26 pontos ainda não servem para tirar o Vasco da parte de baixo. Mas fazem vislumbrar uma saída que até recentemente parecia ser uma só: a da Segunda Divisão. Há esperança de salvação – e por méritos do Vasco. O Fla volta à oscilação anterior.

Flamengo na bola e no apito, Fluminense caiu na real

Leia o post original por Fernando Sampaio

gol_flaO Flamengo matou o Fluminense.

Primeiro gol totalmente irregular.

Ridículo.

Saudades do adicional, as marcações nas áreas eram mais precisas.

E aí, como fica a “contagem chororô”?

O Mengão fez 3, o Flu 1, conta 2×1?

Ridícula essa contagem do chororô, ainda mais quando a qualidade dos jogadores influencia muito mais que a arbitragem no pontos corridos. Árbitros e bandeiras erram? Claro, estão errando muito, o nível está fraco, mesmo assim os jogadores erram muiiiito mais.

E mais, o Mengão foi bem melhor na partida.

Independente do gol irregular do Sheik, o Flamengo mereceu a vitória.

No Itaquerão foi a mesma coisa. O Fluminense foi prejudicado? Sim, teve gol mal legal anulado. Ok mas o Corinthians fez 2, o Flu 1. Ah, se o Cícero tivesse o gol validado o jogo mudaria…. Sim, mudaria, mas quem disse que o Corinthians não poderia fazer 2×1?

O Corinthians jogou muito mais, mereceu a vitória assim como o Flamengo.

Daqui a pouco algum “jornalista blogueiro” lança uma classificação com o Flu no G-4.

Difícil para torcedores e cartolas admitir a limitação do time, realidade do elenco, a força dos rivais…. Pontos Corridos é assim, todo ano na reta final aumenta o chororô e surgem as tais “classificações fantasiosas”.

 

 

Foto Marcelo Carnaval – Agência O Globo.

 

E foi pouco

Leia o post original por Rica Perrone

O juiz errou grotescamente no primeiro gol do Flamengo. Ponto.  Mas ele aconteceria de qualquer forma pelo que estava sendo apresentado em campo.  Ao final do primeiro tempo, com 2×0 no placar, o “injustiçado” era o Flamengo. Não pelo juiz, mas pela bola. O Fluminense jogou mais uma partida sofrível e dessa vez com o […]