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São Paulo eliminado da Libertadores . Time fraco demais e foi normal .

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo está eliminado já na pré -Libertadores . Foi eliminado pelo pequeno Talleres e sem nenhuma contestação . O time é muito ruim e vejo um técnico ainda não pronto para dirigir o São Paulo . Lamentável o time tricolor . Ninguém pode ser destacado . Todos jogando muito mal . Se não melhorar existe a certeza que dificilmente conquista algum título este ano . Vamos ver os próximos passos que…

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Opinião: São Paulo já entrou derrotado no Morumbi

Leia o post original por Perrone

Um time que não consegue corrigir seus erros só tem uma fórmula para reverter a derrota por 2 a 0 no primeiro jogo de um mata-mata: acreditar na virada na partida de volta, sufocar o adversário, contaminar torcida e não desistir até o fim. O São Paulo não fez nada disso nesta quarta (13), no Morumbi, emperrou no empate sem gols com o Talleres e está eliminado da Libertadores antes da fase de grupos. Deu adeus ao torneio sem chegar a falar olá.

A impressão que ficou, pelo menos para este blogueiro, é de que os tricolores já entraram derrotados em campo. Os comandados de Jardine não sentiram o jogo decisivo. O treinador não conseguiu mandar a campo uma equipe com sangue nos olhos. O estilo burocrático ajudou a criar a imagem de que os são-paulinos apenas esperavam a hora de o fracasso se tornar oficial.

As doses de apatia e ineficiência fizeram a torcida sentir o golpe. Tanto que com menos de 20 minutos de segundo tempo parte do estádio tinha pulmões para ofender Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do clube e um dos responsáveis pelo fiasco, mas não para empurrar a equipe.

De novo, o time paulistano foi lento em todos os setores e particularmente burocrático na criação. Faltou alguém também que decidisse. Aquele cara que num lance individual desequilibra, marca o gol e faz o estádio inteiro acreditar no que parece impossível.

Por sua vez, os argentinos foram gelados e pouco falharam. Jogaram de forma compacta, marcaram com competência. Souberam cozinhar o adversário que deu seus sinais de descontrole, como na expulsão de Everton, que tirou sangue do rosto de Diaz com a chuteira. Ficar com um a menos era o que faltava para o dono da casa decretar de vez o seu fracasso. Daí para frente era só esperar o desfecho inevitável, com o São Paulo saindo de campo como entrou: “derrotado”, apesar do empate no placar.

ELIMINADO da Libertadores, Tricolor se AFUNDA em CRISE!

Leia o post original por Craque Neto

Em pleno Morumbi reformado e de temperatura fria, o São Paulo recebeu o modesto Talleres da Argentina com a responsabilidade de reverter um placar adverso de 2 a 0 sofrido em Córdoba na última semana. De positivo gostei da atitude do contestado técnico André Jardine de colocar o Diego Souza no lugar do Nenê entre os titulares. Com a bola rolando o que se viu no primeiro tempo foi um Tricolor completamente sem força ofensiva. Até tentava nos chutes de longa distância do Hernanes mas muito pouco para a reconhecida superioridade técnica de seu elenco. Os hermanos pouco ameaçaram nos […]

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Raí pressionado: o que dizem críticos e defensores do dirigente do SPFC

Leia o post original por Perrone

Foto: Marcello Zambrana/AGIF

O preocupante começo de temporada do São Paulo faz uma parcela dos conselheiros do clube, incluindo apoiadores da atual gestão, criticar Raí, diretor executivo de futebol. Existe clara divisão, pois o ídolo ainda tem muitos defensores.

Os descontentes mais radicais questionam até a permanência do ex-meia se o time cair antes da fase de grupos da Libertadores. Isso acontece caso a equipe não reverta nesta quarta (12), no Morumbi, a desvantagem por ter perdido por 2 a 0 para o Talleres na Argentina. Eles trabalham com a informação de que o ex-atleta tem carta branca para tomar decisões, por isso colocam grande carga de responsabilidade nos ombros dele.

Por meio da assessoria de imprensa do São Paulo, o blog tentou ouvir Raí, mas não obteve sucesso. A seguir, leia o que argumenta quem está na bronca com o dirigente remunerado em quem continua fechado com o ídolo.

Aguirre

Críticos do ex-meia acreditam que ele se precipitou ao definir a saída de Diego Aguirre na reta final do Brasileirão do ano passado. Avaliam que a decisão poderia ter esperado o fim do campeonato. Assim, acreditam, a escolha do substituto poderia ser feita com mais calma. Na ocasião, o São Paulo emitiu nota afirmando que a medida foi tomada em conjunto entre diretoria e técnico depois da definição de que ele não seria o comandante em 2019.

Treinador cascudo

Os que estão contrariados com Raí apontam como decisão pessoal do dirigente a escolha de André Jardine, técnico com pouca experiência, para ocupar a vaga de Aguirre. Sustentam que o time precisava de um comandante cascudo para dominar o vestiário e ser respeitado pelos atletas em campo.

Insistência com Jardine

Raí também é atacado por ter mantido Jardine depois da derrota para o Talleres na Argentina. Por esse raciocínio, o time teria recebido uma injeção de ânimo com a mudança para a partida decisiva. Em caso de eliminação nesta quarta, o argumento é de que não adiantará trocar de técnico depois de o principal objetivo do clube na temporada ir pelo ralo. E que, se o São Paulo conseguir a virada, terá que continuar com um técnico contestado, já que seria difícil optar pela demissão com um triunfo.

Goleiros

Parte dos descontentes reclama do empréstimo de Lucas Perri para o Crystal Palace. A tese é de que seria muito melhor ter apostado no goleiro formado nas categoria de base do que em Jean, que veio do Bahia e é reserva.

Estafe

Até entre quem defende Raí existe queixa contra contratações feitas por ele para o departamento de futebol. A principal delas é em relação a Vagner Mancini, que não convenceu parte dos conselheiros e dos membros do Conselho de Administração sobre ser necessário ao clube. A conversa é de que a comissão técnica planejada por Raí é grande, por isso tem a obrigação de apresentar melhores resultados.

Quem defende Raí diz que ele…

…é sério e não deixa espaço para que sejam oferecidos negócios irregulares ao clube.

…se preparou para função e tem competência para ocupar o cargo.

…trouxe uma série de práticas e rotinas profissionais para o departamento de futebol são-paulino.

…é respeitado pelos jogadores por conta de sua história e tem autoridade junto a eles para fazer cobranças.

 

 

 

 

Além do ‘Aeroleco’: ‘ex-crítico’ da gestão assume departamento no São Paulo

Leia o post original por Perrone

Após se caracterizar por fazer duras críticas à administração de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, Antônio Donizeti Gonçalves, o Dedé, aceitou convite para assumir cargo na atual diretoria. A escolha dele para ser o primeiro a dirigir o novo Departamento de Esportes Sociais (DES) coroa a aproximação do presidente com uma das alas que mais faziam oposição a ele.

Os detalhes para Dedé assumir o posto sem remuneração foram fechados pouco depois de a presença de oposicionistas como José Eduardo Mesquita Pimenta e Douglas Schwartzmann no voo da delegação tricolor para a Argentina, chamado no clube de “Aeroleco”, na semana passada, agitar os bastidores do Conselho Deliberativo são-paulino. Eles são alinhados com Donizeti, que não viajou para acompanhar a partida com o Talleres pela Libertadores. No mesmo grupo de ex-opositores que se aproximaram do presidente está Dorival Decaussou, pai do ex-jogador e agora comentarista Caio Ribeiro.

Tanto a cúpula tricolor quanto os antigos críticos rechaçam o rótulo de costura política para definir a movimentação, mas não negam que, em tese, Leco abre vantagem confortável no conselho. A projeção menos otimista é de 36 novos conselheiros dispostos a compor com a situação em futuras votações no órgão. Ao mesmo tempo, a nova composição não é bem vista por parte da oposição mais radical e até por alguns integrantes da situação.

Entre os que trocaram os disparos contra a diretoria pelo diálogo, o mantra é de que não há interesse político no posicionamento adotado, mas defesa dos interesses do clube. O discurso é de apoio às ideias de Leco que considerarem boas para o São Paulo e de continuar criticando o que acreditarem ser ruim. Do lado do presidente, o argumento é de que ele apenas age de maneira civilizada com quem o trata com respeito. Interesse político na nomeação de Dedé também é rechaçado. A justificativa é que havia necessidade de mais um dirigente na área social e que foi escolhido alguém com experiência. Donizete já foi vice-presidente da área.

O blog não conseguiu falar com Leco sobre o assunto, nem por meio de sua assessoria de imprensa, que apenas confirmou a nomeação de Dedé. Seu departamento cuidará de  19 modalidades. Judô, atletismo, natação e futsal estão entre elas.

Dedé também não credita a nomeação à política. Afirma que por ter atuado na área durante anos sua volta era pedida por muitos associados. “Eu e nosso grupo nunca fomos oposição ou situação. Somos pelo que é bom para o São Paulo. Vamos continuar criticando o Leco quando entendermos que adotou medidas que não são boas e apoiando quando elas forem positivas”, declarou o dirigente. “Dialogando com o presidente, temos mais chances de sermos ouvidos por ele e ajudarmos o clube”, completou Dedé.

A costura

Sua aproximação em relação a Leco começou antes da reeleição do cartola. Os dois conversaram sobre desavenças do passado, Dedé disse que não o apoiaria mas se comprometeu a evitar  bombardear o cartola em suas colocações públicas voltadas para sócios e conselheiros. A costura também passou por conversas de Leco com Douglas Schwartzmann, vice de marketing e comunicação durante a gestão de Carlos Miguel Aidar e apoiador de Pimenta na última disputa presidencial.

Integrantes da nova composição entendem que Pimenta, ex-presidente do clube, deve ter a sua imagem usada institucionalmente pelo São Paulo, por isso defendiam a presença dele na comitiva que foi para a Argentina. Já no entorno de Leco a explicação é de que como atual membro do Conselho de Administração é natural que o dirigente tenha sido convidado para  integrar a delegação. O argumento é de que é importante os membros do órgão acompanharem de perto momentos importantes do clube para fazerem suas análises.

Um dos pontos importantes da costura política aconteceu quando o grupo de ex-opositores e Leco se alinharam para a eleição de conselheiros vitalícios em agosto do ano passado. Em novembro, a aliança também foi importante na votação na qual o conselho aprovou o veto a conselheiros, mesmo licenciados, em cargos remunerados. Essa era uma exigência da oposição. Mas, o diálogo de Leco com o grupo de ex-críticos contribuiu para a medida ser aprovada com validade a partir de abril de 2020. Assim, os conselheiros escolhidos pelo atual presidente para cargos remunerados não foram afetados imediatamente. No quarto mês do próximo ano, eles precisam se desligar definitivamente do conselho se permanecerem como executivos. De acordo com o estatuto, porém, alterações estatutárias precisam ser votadas pelos sócios.

Teste para o novo alinhamento entre o presidente e seus ex-críticos é o futuro de André Jardine. No grupo que se aproximou de Leco há severos críticos ao desempenho do treinador. Uma eventual queda na Libertadores contra o Talleres, na próxima quarta, antes da fase de grupos, pode fazer com que eles pressionem pela demissão do técnico.

Rejeição

Internamente, parte dos aliados de Leco demonstra não gostar de ter por perto conselheiros que atuaram como dirigentes na gestão de Carlos Miguel Aidar. O ex-presidente renunciou em meio a uma série de denúncias. Para esses críticos, a atual diretoria deveria manter distância desse grupo.

Ao mesmo tempo, há setores da oposição que não enxergam como necessária uma aproximação com Leco. “Eu entendo (o movimento de ex-críticos), mas não acho que seja necessário. Nem sempre essas alianças são refletidas nas votações do conselho. Muita coisa acaba mudando e falta muito tempo para a próxima eleição para presidente (prevista para dezembro de 2020)”, disse Marcelinho Portugal Gouvêa. Filho do ex-presidente são paulino apelidado de MPG, ele integra o grupo opositor Nova Força. “Nós vamos continuar apoiando o que for a favor da profissionalização do São Paulo e combatendo o que for contra”, afirmou ele.

 

 

 

Em derrota para Ponte, SPFC não mostra o que precisa ter contra Talleres

Leia o post original por Perrone

Na derrota por 1 a 0 para a Ponte Preta, neste sábado (9), em Campinas, pelo Campeonato Paulista, o São Paulo não mostrou as características que serão necessárias para avançar no torneio continental após perder para o Talleres por 2 a 0, na Argentina.

Contra os argentinos, na próxima quarta-feira, em casa, os tricolores precisarão a todo custo criar chances de gol. Foram quase nulas as oportunidades diante da Macaca. Nenê não conseguiu armar o time, o que ajuda a explicar a fraqueza ofensiva.

Mas, claro, a culpa não é só do veterano. Para fazer gols (são necessários pelo menos dois na quarta) é preciso ter a posse de bola. Para isso, errar poucos e ser eficiente nos desarmes são obrigações. Os são-paulinos não fizerem as duas coisas no interior.

Também ajuda uma marcação sob pressão na saída de bola do adversário (essa estratégia é básica para pressionar o Talleres). Porém, os ponte-pretanos tiveram pouca dificuldade para sair de seu campo de defesa.

Partir rápido da defesa para o taque quando roubar a bola será fundamental para tentar surpreender os argentinos. Mas contra a Ponte a lentidão foi marca registrada dos são-paulinos.

Trocas rápidas de passes, tabelas e triangulações entre laterais, meio-campistas e atacantes atormentariam a defesa do Talleres. Porém, na última partida antes do duelo decisivo nada disso aconteceu. A falta de aproximação entre os atletas contribuiu para isso.

Para ter sucesso na quarta, o São Paulo precisa de uma defesa segura, que sabe como se posicionar. Neste sábado, contudo, o gol da Ponte, marcado por Hugo Cabral , saiu de um cruzamento aéreo que poderia ser neutralizado com organização na área.

Por tudo isso, o desempenho da equipe, mais do que o resultado, foi desanimador para o são-paulino que já pensa no jogo com o Talleres.

 

Talleres venceu e o São Paulo jogou um futebol pequeno demais. Nada a contestar.

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo perdeu em Córdoba por 2 x 0 para o Talleres e terá muitas dificuldades para reverter a situação no Morumbi. O time tricolor não jogou absolutamente nada e precisa jogar tudo no Morumbi para seguir em frente na Libertadores. Time sem qualidade técnica e pouquíssima atitude dentro de campo. O Talleres me pareceu mais pronto e melhor taticamente . Se for desclassificado na semana que vem…

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Isso que dá manter um JUVENIL pra consertar a várzea!

Leia o post original por Craque Neto

O improvável aconteceu! O São Paulo foi para a Argentina e voltou na bagagem com uma derrota VERGONHOSA por 2 a 0 para o fraco time do Talleres. Posso falar? Piada! Os hermanos tinham o Guiñazu com 40 anos como volante e mesmo assim o Tricolor levou um baile. Fraco demais! Agora a equipe do Morumbi precisa vencer por 3 a 0 no Brasil para passar de fase. Dá pra acreditar? A única solução, pra começar – talvez seja a troca de técnico. Sinceramente não dá pra entender o Raí, que é um cara conhecedor de futebol, manter o André […]

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