Arquivo da categoria: Thiago Maia

Neymar foi o segundo jogador que mais rendeu ao Santos em 2017

Leia o post original por Perrone

Vendido pelo Santos em 2013, Neymar foi o segundo jogador que mais rendeu aos cofres do clube em 2017. De acordo com o balanço financeiro do alvinegro referente a 2017, ele só fica atrás de Thiago Maia, negociado na temporada anterior com o Lille, da França.

As demonstrações financeiras da agremiação apresentam a relação de valores obtidos com venda e empréstimos de atletas, além de “outros mecanismos” em 2017. Estão registradas 17 operações. No total foram arrecadados R$ 78.632.000. Desse montante, cerca de R$ 32,07 milhões foram pagos ao Santos por causa da transferência do atacante do Barcelona para o PSG. O dinheiro é relativo ao mecanismo de solidariedade, criado pela Fifa para dar porcentagens de negociações a clubes formadores dos futebolistas.

Já a venda de Thiago Maia para os franceses colocou nas mãos dos santistas R$ 35.899.000. A quantia corresponde aos 70% dos direitos econômicos que pertenciam ao clube. Vale lembrar que, segundo o conselho fiscal do Santos, a agremiação se comprometeu a pagar cerca de R$ 4 milhões ao empresário Giuliano Bertolucci pela negociação, além de aproximadamente R$ 1,7 milhão para a MJF Publicidade, empresa da família Figer, de tradicionais agentes.

A Fifa determina que em cada venda de atleta 5% do valor pago seja destinado aos clubes que participaram da formação do jogador entre os 12 anos e os 23 anos. A fatia de cada um é proporcional ao tempo em que ficaram com o jovem.

No cálculo sobre quanto recebeu em 2017 pelas negociações, o Santos contabiliza apenas o dinheiro já recebido. Por exemplo, se o atleta foi pago em prestações anuais, as parcelas futuras aparecerão nas próximas demonstrações financeiras.

No quadro denominado “contas a receber de negociações de atletas” estão anotados R$ 308 mil como parte do mecanismo de solidariedade relativo à venda de Paulo Henrique Ganso do São Paulo para o Sevilla. Essa quantia não tinha sido paga até 31 de dezembro. Aparecem como já pagos 170 mil euros (R$ 698,3 mil em valores atuais) pela mesma operação.

 

Contas do Santos têm empréstimo de agente e dívida de boca com Robinho

Leia o post original por Perrone

Nesta segunda (26), o conselho deliberativo do Santos vota se aprova as contas do clube referentes a 2017, último ano de Modesto Roma Júnior na presidência. A comissão fiscal da agremiação preparou parecer recomendando que os conselheiros reprovem as contas. Valores que envolvem Robinho, dinheiro emprestado por um influente empresário e até o direito do alvinegro receber uma pequena fatia relativa à venda de Neymar para o PSG fazem parte da celeuma.

Se houver reprovação, Modesto poderá apresentar explicações e fazer eventuais correções no balanço. O documento, então, voltaria ao conselho fiscal para uma nova avaliação e encaminhamento novamente ao conselho deliberativo. Caso seja mantida a reprovação, Modesto e seus diretores podem ser punidos com advertência, suspensão e até expulsão (possibilidade considerada remota por conselheiros).

O ex-presidente nega irregularidades. “Esse parecer é uma análise política e não técnica”, afirmou Modesto.

Já o atual presidente, José Carlos Peres, tem posição diferente. “Concordo com o parecer. O mais preocupante é que a gestão anterior entregou o clube com terríveis problemas financeiros, mas, com essa marca maravilhosa, levantaremos o clube rapidamente”, declarou o dirigente.

Abaixo conheça cinco pontos importantes dos 18 citados no parecer do conselho fiscal.

Empréstimo com empresário

Em um dos argumentos que embasam sua indicação pela reprovação das contas, o conselho fiscal cita que o Santos, na gestão de Modesto, fez empréstimos junto ao um agente que detém direitos econômicos dos jogadores e que outras “fatias” de atletas são dadas como garantia. Essa parte do relatório não revela o nome do parceiro. Porém, documentos anexados a ele e obtidos pelo blog, mencionam que o alvinegro pegou dinheiro emprestado com Giuliano Bertolucci.

Um dos principais empresários brasileiros e com influência na Europa, ele atua em diversas negociações ao lado do iraniano Kia Joorabchian, peso pesado internacional do ramo.

O empréstimo foi de R$ 6.163.000. De acordo com o conselho fiscal, além de se comprometer a pagar o valor até 31 de dezembro, o clube cedeu para Bertolucci exclusividade em eventuais vendas de Thiago Maia e Vítor Bueno. O agente receberia 8% de cada negociação.

O francês Lille comprou Thiago por 14 milhões de euros (cerca de R$ 57,1 em valores atuais). Ainda conforme dados anexos ao parecer, o Santos teve direito a 9,8 milhões de euros (R$ 40 milhões atualmente) por deter 70% dos direitos do atleta. Dessa quantia, foram separados aproximadamente R$ 4 milhões para a empresa Bertolucci Assessoria e Propaganda a título de intermediação. Porém, o conselho fiscal afirmou que o clube arcou integralmente com esse montante, sendo que sua responsabilidade seria apenas sobre 70%. Os outros 30% deveriam ser descontados do atleta, que também tinha participação nos direitos.

Bertolucci ainda não recebeu de volta o dinheiro do empréstimo. A dívida aparece no balanço, ainda não publicado, no valor de R$ 6.338.000 na relação de débitos com terceiros. O documento aponta que Thiago também não recebeu a sua parte (cerca de R$ 14,4 milhões).

“O clube precisava de dinheiro e pegamos emprestado com o Bertolucci. Ele cobrou juros bem menores do que os de banco. Não pagamos porque não tivemos dinheiro”, disse Modesto. Sobre o Santos ter arcado sozinho com 8% de comissão, o ex-presidente afirmou que isso ocorreu porque há uma disputa na judicial envolvendo empresários pelos 30% que pertenciam ao atleta. “O valor teve que ser descontado só do Santos até que a questão na Justiça se resolva”, declarou.

Acerto de boca com Robinho

O conselho fiscal aponta em sua análise que dos R$ 3.294.614 que o Santos se comprometeu a pagar em acordo para quitar dívida com Robinho, em junho de 2017, cerca de R$ 1,4 milhão não aparecem nos contratos firmados com o atleta. No trato, a quantia está registrada como diferença de remuneração.

“Segundo informações de representantes do departamento contábil e jurídico, em reunião de esclarecimentos com membros do conselho fiscal, teria sido um acordo verbal entre o presidente (à época Modesto) do CG (comitê de gestão) e o atleta, sem qualquer formalização”, diz documento anexo ao parecer.

O ex-presidente confirma que havia acertado verbalmente o pagamento dessa quantia com o Robinho. “Foi para completar a diferença entre o que ele recebia no Milan e no Santos”, disse Modesto.

Para o conselho fiscal é “descabido o pagamento de qualquer valor, por menor que seja sem documento de suporte”.

Mecanismo de solidariedade por Neymar

O parecer contrário à aprovação das contas menciona ressalva feita ao balanço de 2017 do Santos pela empresa de auditoria Macso Legate referente à quantia recebida pelo clube pela transferência de Neymar do Barcelona para o PSG.

Em dezembro, a auditoria identificou dívida de R$ 1,7 milhão com a empresa Quantum Solutions Limited, com sede em Malta. Segundo análise dos auditores contratados pela diretoria, o débito se refere à intermediação para que o alvinegro recebesse quantia referente ao mecanismo de solidariedade pela nova transferência de Neymar.

“Exceto por algumas trocas de correspondências eletrônicas, até o encerramento de nossos trabalhos, não obtivemos documentação, como relatórios ou documentos formais entre a Quantum e o PSG que atestem a efetiva prestação de serviços de intermediação”, diz a ressalva assinada pelos auditores. “Não sei que outro documento teria (para a empresa de auditoria examinar)”, afirmou Modesto. Ele nega irregularidade na operação e sustenta que é uma exigência da legislação francesa contratar uma empresa para intermediar o recebimento da quantia relativa ao mecanismo de solidariedade.

O conselho fiscal alega que em janeiro foi informado pelo departamento jurídico do clube, já sob a batuta do novo presidente, sobre supostas irregularidades nessa operação. O órgão, então, recomendou que o conselho deliberativo exigisse o bloqueio do pagamento. O caso foi encaminhado para comissão de inquérito e sindicância do clube.

Endividamento

Outro argumento usado para pedir a reprovação das contas pelo conselho fiscal é de que a dívida do clube foi superior a 10% da receita orçada para 2017, o que teria ferido o estatuto santista. O órgão alega que o endividamento no período foi de R$ 49,7 milhões. A quantia, segundo o relatório equivale a 15,57% da receita prevista no orçamento.

O artigo 89 do estatuto do clube diz que o limite de 10% só pode ser ultrapassado se o novo endividamento for feito para substituir financiamentos anteriores e sob condições mais favoráveis. “Não houve irregularidade porque o aumento passou de 10% por causa do acordo para pagar a dívida com a Doyen (empresa responsável por levar Leandro Damião ao Santos). Respeitamos o estatuto porque foi para substituir uma dívida com condições melhores”, declarou o ex-presidente.

Apesar da polêmica, a dívida total do Santos caiu de R$ 206 milhões em 2016 para R$ 202 milhões em 2017. De acordo com o balanço financeiro, houve superavit contábil de R$ 2,9 milhões em 2017.

Impostos não pagos

Segundo o parecer, a diretoria comandada por Modesto Roma Júnior pode ter cometido crime de apropriação indébita por reter valores de encargos trabalhistas na fonte e não recolher os impostos. O conselho fiscal alega que há R$ 12,9 milhões em impostos atrasados e que a quantia será acrescida de aproximadamente R$ 1,6 milhão referentes a juros e correções.

“Foi uma opção de fluxo de caixa, e aconteceu nos últimos quatro meses. O Peres disse que pagou, então já tá pago. Não interessa se fui eu ou ele, o clube já pagou”, argumentou Modesto.

Com Samir Carvalho, do UOL, em Santos

Cheio & Vazio

Leia o post original por Odir Cunha

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Cheio & Vazio

Com mais de 15 mil pessoas, o Urbano Caldeira bateu o seu recorde de público no ano para ver o time feminino do Santos, em jogo empolgante, vencer o Corinthians na primeira partida da final do Campeonato Brasileiro. Um detalhe: a entrada foi gratuita. Isso quer dizer que o santista da Baixada adora futebol e iria mais vezes à Vila Belmiro se o preço do ingresso fosse mais barato. A Vila tem de voltar a ser um estádio da massa santista, com menos camarotes e cadeiras cativas e mais lugares populares.

Em um Engenhão sem público, Vasco e Santos empataram em 0 a 0, em um dos piores e mais desanimados jogos do ano. O Vasco está sendo punido pelos incidentes ocorridos na derrota para o Flamengo, em um estádio de São Januário superlotado. Todos sabem que o estádio vascaíno tem uma capacidade apenas um pouco maior do que a Vila Belmiro, que não chega a 20 mil pessoas, mas o presidente do clube carioca, Eurico Miranda, insiste em mandar todos os clássicos lá, assim como Modesto Roma faz no Santos. Isso não traz benefícios técnicos ao time e freia o crescimento do clube, cuja torcida tem diminuído a cada ano.

Para pagar contas emergenciais, o Santos vendeu o passe do promissor Thiago Maia ao Lille, da França, pelo equivalente a 51 milhões de reais, dos quais o Alvinegro Praiano deveria ficar com 70%, ou cerca de 35,5 milhões. Cofres cheios? Nem tanto. Desse valor ainda é preciso tirar a comissão dos intermediários e o que restar será absorvido rapidamente pelas despesas imediatas. O que sobrará dará para pagar apenas três ou meses de salários dos jogadores. Se não vender mais ninguém, as contas não fecharão. Enquanto isso, veteranos em fim de carreira, que nem conseguem ser titulares, são contratados ou renovam contratos com salários que não ganhariam nem na China – o que, logicamente, deixa os cofres vazios.

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Santos e Thiago Maia têm nova vitória contra empresa por direito econômico

Leia o post original por Perrone

  No momento em que Thiago Maia é alvo da Inter de Milão, ele e o Santos conquistaram mais uma vitória na Justiça sobre a DLX Sports Agency referente aos direitos econômicos do jogador.

 Em decisão publicada nesta segunda pelo Diário Oficial de São Paulo, a Justiça negou recurso à empresa que tentava alterar sentença anterior, da 6ª Vara Cível de Santos, considerando improcedente o pedido da DLX de adquirir 28% dos direitos econômicos do atleta.

Os advogados da empresa alegaram que na renovação contratual de Thiago foi feita uma manobra para tirar dela a fatia a que teria direito numa futura venda. Após o pedido ser julgado improcedente, recorreram alegando que o novo contrato foi feito de má fé.

Porém, a Justiça não reconheceu o direito da DLX afirmando que o primeiro compromisso não previa a possibilidade de renovação ou prorrogação. Assim, não havia obrigatoriedade de manter antigas cláusulas, como a que dava a ela uma fatia dos direitos econômicos. Ainda cabe recurso.

Graças à decisão, Santos e Thiago Maia (que tem participação em seus direitos econômicos), por enquanto, estão desobrigados a dividir com a DLX a bolada que receberão caso a transferência se concretize. De acordo com o site da ESPN, a Inter está disposta a pagar 14 milhões de euros (cerca de R$ 51 milhões) pelo jogador.

Thiago Maia diz esperar uma oportunidade de Tite na Seleção

Leia o post original por Craque Neto

Além de dizer que quer ter uma oportunidade na Seleção Brasileira, o volante Thiago Maia responde às perguntas dos comentaristas sobre o Santos, time que defende.

O post Thiago Maia diz esperar uma oportunidade de Tite na Seleção apareceu primeiro em Craque Neto 10.

Vitória da experiência

Leia o post original por Odir Cunha

No primeiro gol, Renato colocou a bola na cabeça de Copete; no segundo, Jean Mota cobrou o escanteio com perfeição e Ricardo Oliveira subiu mais que todo mundo para desempatar a dez minutos para o final. Assim, apesar de alguns cochilos da zaga, o Santos venceu o Fluminense por 2 a 1 e agora está a apenas dois pontos do Atlético Mineiro, o terceiro colocado.

Gostei de Zeca, Renato, Ricardo Oliveira, Copete e Jean Mota. Aprovei Vecchio e Vanderlei. Passei sustos com Victor Ferraz, Luiz Felipe e David Braz. Quanto a Thiago Maia, alternou bons e maus momentos. Precisa jogar mais simples e colocar na cabeça que ele não é o Beckenbauer, nem o Clodoaldo. É só o Thiago Maia.

O público foi de 5.253 pessoas, com renda de R$ 141.310,00. Como se previa, com jogos seguidos na Vila Belmiro, o público vem diminuindo a cada rodada. No antepenúltimo foi de 7.600, no penúltimo de 6.600 e agora 5.253. Somados, esses três jogos deram 19.200 espectadores. Sem vou comentar a resistência de se jogar no Pacaembu ou o faniquito do presidente para fazer a areninha no Portuários.

Festa na embaixada de São José dos Campos

Alô, alô, santistas de São José dos Campos e região. Neste domingo, dia 9, a partir das 9 horas, a Embaixada do Peixe em São José dos Campos promove a festa “Futebol e Churrasco”, com a exposição da Taça de Campeão Paulista de 2016 e a apresentação da Nova Camisa III.
O evento será realizado na Associação Sabesp, na Travessa Lineu de Moura, 522, próximo ao Clube Santa Rita.
Contribuições para participar da festa:
Futebol: 10 reais.
Churrasco individual: 25 reais. Churrasco dupla: 40 reais. Número da rifa, com diversos prêmios: 10 reais para Sócio e 15 reais para não sócio.

Promoção dos livros Time dos Sonhos e Dossê acaba domingo

Só para lembrar que nesse domingo, às 24 horas, acaba a promoção do livro Time dos Sonhos. Até lá, quem comprar apenas um exemplar do livro que é chamado A Bíblia do Santista, receberá mais um exemplar gratuitamente, ou, se preferir, um exemplar do Dossiê, além de três livros eletrônicos: Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. Tudo isso por apenas 68 reais, com as despesas de correio incluídas.

A partir de segunda-feira a livraria do blog zerará o seu estoque e só voltará a funcionar em novembro. Se quer receber um livro nesse período, vá à página “Comprar Livros” neste blog, ou clique no link abaixo para comprar apenas um exemplar do livro Time dos Sonhos e receber outros quatro de presente:
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E você, o que acha disso?


Faltou fome de gol

Leia o post original por Odir Cunha

Toma, faz o gol. Não, não, faz você. Não, faz você… O lance embaixo das traves do Vasco chegou a ser hilário. No final, para completar a tragicomédia, o segundo gol do Santos não saiu e a bola foi esticada para Nenê, que ganhou a dividida do dispersivo Victor Ferraz e cruzou para o gol de Ederson, aos 24 minutos do segundo tempo, após falha de Gustavo Henrique. Com o gol da virada, que se iniciou nas frescuras do ataque santista, o jogo mudou e por pouco o time carioca não chega ao terceiro, o que levaria a disputa da vaga para os pênaltis.

Na verdade, fosse mais objetivo e tivesse o chamado homem-gol, o Santos teria vencido o Vasco novamente, em São Januário, e até com facilidade. O time carioca pressionou muito desde o início, a fim de descontar a derrota por 3 a 1 na Vila Belmiro, mas se não faltava garra aos cruzmaltinos, não havia a técnica que o Santos tem, principalmente no meio de campo. De qualquer forma, o empate de 2 a 2 foi justo e o Alvinegro Praiano, mais maduro, segue para as quartas de final da Copa do Brasil.

Assim como no ano passado, a competição caminha bem para o Alvinegro Praiano. Se houvesse um óbvio sistema de cabeças de chave, Santos, Palmeiras e Atlético Mineiro não se encontrariam na próxima fase. Mas o sorteio da CBF para a Copa do Brasil é como bumbum de nenê: nunca se sabe o que vai sair dele. Agora, o jogo em tópicos:

Filosofia de jogo
Mais uma vez, fora de casa, o Santos abdicou de tentar marcar gols e preferiu tocar a bola, sem profundidade. Essa postura complicou um jogo que tinha tudo para ser fácil. O time e seu técnico ainda não estudaram o segundo capítulo do tik-taka.

Destaques
Os zagueiros Gustavo Henrique e Luiz Felipe seguraram as pontas. Gustavo ainda bobeou no segundo gol do Vasco, mas Luiz Felipe não teve falhas.

Menções honrosas
Thiago Maia, Renato, Copete, Vitor Bueno e Lucas Lima garantiram o predomínio santista no meio de campo no primeiro tempo. Mas o jovem Vitor Bueno alternou bons e maus momentos. Falta-lhe maturidade tática.

Pontos fracos
Rodrigão e Victor Ferraz foram os piores do Santos. O primeiro mal conseguiu dominar a bola e Ferraz falhou na marcação dos dois gols, principalmente no segundo, quando chegou a ganhar a dividida de Nenê, mas depois permitiu a recuperação do vascaíno. Era lance para parar a jogada de qualquer jeito.

Meia mussarela, meia calabresa
Zeca, no todo, foi bem, mas levou um baile de Junior Dutra no primeiro gol do Vasco. Vanderlei também foi discreto. Os chutes que foram, entraram. Joel perdeu um gol feito, mas ao menos conseguiu trocar passes. Elano entrou para segurar a bola, e conseguiu.

Destaques vascaínos
Yago Pikachu, Andrezinho e Nenê foram a alma do Vasco, principalmente este último, o melhor jogador em campo. Pena não ter ido para o Santos. Além de jogar muito bem, tem o espírito que se espera de um vencedor.

Arbitragem
Dessa vez os santistas não têm motivos de reclamação. O árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima não deu os 48 pênaltis pedidos pelos vascaínos (acho que pensam que ainda estão nos tempos do Almirante Heleno Nunes) e não marcou impedimento de Joel no gol de empate do Santos.

Público
Mesmo em seu jogo mais importante este ano, e com ingressos baratos, o Vasco só atraiu 17.393 pagantes, ou 7.193 pagantes a menos do que o Santos no domingo passado, contra o Santa Cruz, embaixo de chuva, no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro. Acho que é mais uma evidência de que a torcida santista cresce, enquanto a do Vasco diminui.

Elenco
Se mesmo desfalcado de Ricardo Oliveira e Jean Mota, e com Vecchio e Yuri no banco, o Santos chegou a dominar o Vasco em São Januário, acho que o elenco santista permite, sim, que o torcedor cobre bons resultados no Campeonato Brasileiro, a começar por uma vitória sobre o Sport, sábado, em Recife. É outra partida em que ou vai, ou racha. Quem estiver cansado ou com dodói, peça para sair.

Modesto Roma
O presidente do Santos pegou 90 dias de suspensão e recebeu multa de 40 mil reais por insinuar que o árbitro de Internacional 2 x 1 Santos entrou em campo com a intenção de prejudicar o Alvinegro Praiano. Essa é o tipo da coisa que só se pode afirmar se tiver provas.

Narrador/ comentarista/ gaúcho/ carioca
O Sportv tem o dom de transformar jornalistas esportivos de todos os cantos do Brasil em amantes dos times cariocas, até mesmo improváveis gaúchos. Este parece ser o caso de Jader Rocha, que narrou “e comentou” Santos e Vasco. O rapaz viu tantas falhas do árbitro contra o time do Rio que esqueceu de comentar algumas agressões a santistas, como a de Diguinho em Lucas Lima. Pensei que essa bajulação aos times cariocas era coisa do passado. Até porque, nos mercados mais desenvolvidos do Brasil, o Santos tem mais torcedores do que o Vasco. Não fosse alguma serenidade do comentarista Ricardo Rocha e a transmissão teria sido ainda mais parcial.

Vasco 2 x 2 Santos
Oitavas de final da Copa do Brasil
São Januário, 21/09/2016, 21h45
Público: 17.393 pagantes. Renda: R$ 469.245,00.
Vasco: Martín Silva, Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Julio Cesar (Alan Cardoso); Diguinho (Madson), Douglas, Andrezinho e Nenê; Ederson e Junior Dutra (Thalles). Técnico: Jorginho.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz (Daniel Guedes), Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato, Vitor Bueno (Elano) e Lucas Lima; Copete e Rodrigão (Joel). Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Copete aos 10 e Nenê aos 24 minutos do 1º tempo; Ederson aos 24 e Rodrigo (contra) aos 37 minutos do segundo.
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS).
Cartões amarelos: Diguinho, Douglas, Rodrigão, Thiago Maia e Zeca.
Cartões vermelhos: Andrezinho e Rodrigo (este, após o final da partida).

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Falta caráter de campeão

Leia o post original por Odir Cunha

Se o Santos foi o time que teve mais jogadores na Seleção Olímpica e também na principal, é óbvio que, ao menos tecnicamente, tem elenco para ser campeão brasileiro. Mas um campeão não se faz apenas com técnica, e sim com personalidade, caráter, e isso esse time do Santos não tem, como ficou mais uma vez provado nessa derrota preguiçosa e desmotivadora para o Figueirense, na Vila Belmiro.

O Santos repete o comportamento de fracassar justamente no momento de assumir a luta pelo título brasileiro. Desde que a diretoria vendeu o mando de campo contra o Flamengo, o time foi derrotado por três equipes que lutam contra o rebaixamento: o lanterninha América Mineiro, o Coritiba, e agora, em plena Vila Belmiro – onde já havia sido derrotado pelo Internacional – cai diante do Figueirense, que se defendeu em 70% do tempo e deu algumas espetadas, suficientes para conseguir o pênalti que lhe garantiu a vitória.

Ao ver o Santos jogar contra o Figueirense tivemos a certeza de que não havia um conjunto em campo, mas sim uma série de individualidades preocupadas apenas com suas carreiras solo. E o problema é que nem a comissão técnica e nem a diretoria têm conseguido levar o time a buscar o objetivo de todos os santistas em 2016, que é o título nacional. Parece que os jogadores têm o seu próprio pacto, e ele não inclui brigar por troféu algum.

Lutar por um título dá trabalho. São rodadas e rodadas de tensão, esforços por vitórias quase impossíveis, empenho em cada partida, em cada jogada. Enfim, é uma mão de obra danada. E quando está na luta pelo título, a cobrança da torcida e da opinião pública é maior. Todos os olhares se voltam para os times que realmente querem o caneco. Ficar mais atrás, sem se preocupar com a primeira posição e nem mesmo com um lugar no G4, é bem mais cômodo, com a vantagem de que o salário continua o mesmo. Colocar o título como maior objetivo é coisa de jogadores antigos que ainda se preocupam com isso. Dá para ficar milionário sem nunca ser campeão de nada. Quem ainda se preocupa com currículo?

Um time que domina, domina, domina e não chuta a gol, parece estar pedindo para tomar um no contra-ataque. O santista já viu isso tantas vezes que no primeiro tempo, mesmo quando tinha quase 80% de posse de bola, muitos leitores deste blog já temiam que isso acontecesse. É meio que a crônica da derrota anunciada. Até porque o Santos podia estar sem vontade, mas do outro lado havia um adversário lutando com unhas e dentes por um resultado que o afastasse da zona de rebaixamento.

Ingênuo, o torcedor santista, eu inclusive, acreditava que com a volta do trio olímpico o time voltaria a jogar bem e caminharia para ser campeão brasileiro, o que não ocorre desde 2004. Porém, ao assistir os últimos 15 minutos do jogo contra o Vasco e esses mais de 100 minutos contra o Figueirense, ambos diante de sua torcida, percebe-se que este Santos joga quando quer, independentemente do adversário, de estar com todos os titulares, de ter descansado suficientemente, do clima, das marés, da situação do campeonato.

Se eu fosse maledicente, diria que o negócio bem-sucedido com Gabriel e a festa prometida para o garoto após o jogo deixou alguns cardeais da equipe incomodados. Lucas Lima só enrolou, Ricardo Oliveira mal pegou na bola e Victor Ferraz andou pelo campo, como barata tonta. Mas acho que foram apenas coincidências, claro. Não é porque na hora da homenagem deixaram Gabriel sozinho no campo que estão com inveja do garoto.

Se eu fosse realmente maledicente, diria que Lucas Luca e Ricardo Oliveira estão de saco cheio e não veem a hora de também sumirem do Santos. Diria que Zeca e Thiago Maia foram dos poucos que jogaram com vontade (este último com vontade demasiada, a ponto de cometer um pênalti por afobação). Diria, ainda, que Dorival Junior não colocou o seu querido Cittadini para não queimar o garoto, mas jogou Jean Motta e Vecchio na fogueira (Vecchio se saiu muito bem, mas será que será escalado no próximo jogo? Como saber, se a cabeça do Dorival é como bumbum de nenê?).

Essa busca por fazer cada jogador se empenhar pelo time é, talvez, o maior desafio de um técnico e de um departamento de futebol. Ao ver o Santos jogar, percebe-se que falta esse comando e essa disciplina. Cada jogador parece jogar apenas para si. Na saída do campo, as mesmas respostas de sempre, ninguém diz que agora o título ficou mais distante, e sabe por quê? Porque ninguém, na verdade, está pensando nessa conquista, apenas nós, torcedores, que depositamos o nosso sonho nos pés de um grupo acomodado.

Caráter de campeão também faz falta ao técnico Dorival Junior, que nesse domingo levou um nó tático de um desconhecido técnico interino. A Dorival falta a personalidade de colocar um figurão no banco até que volte a jogar com vontade, o que técnicos de maior personalidade, como Luxemburgo e Leão, certamente fariam. Com Dorival, alguns jogadores são intocáveis, mesmo quando se arrastam na partida, como ocorreu contra o Figueirense. Dorival é um placebo, um amigão dos jogadores que, como já diria Maquiavel, terá a cabeça cortada quando se insurgir contra a esbórnia.

Contra o Figueirense, Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Victor Ferraz e Vitor Bueno foram nulos. Pouco se empenharam para mudar a sorte da partida e perderam um jogo decisivo, em casa, para um dos piores times do campeonato, sem demonstrar o mínimo aborrecimento. Sabem que a cobrança sobre eles não existe. Não serão multados, não perderão lugar no time, no próximo jogo em casa a torcida cantará novamente seus nomes … Enfim, estão assoviando e andando. Milhões de santistas ficarão de cabeça inchada mais um domingo? Danem-se. Os que têm, ou acham que têm, mercado lá fora, querem é seguir o mesmo caminho de Gabigol. Faltam só três dias para fechar a janela para a fortuna. Ah que inveja do moleque!

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Santos passa pela Ponte e entra no G-4

Leia o post original por Fernando Sampaio

victorO Santos bateu a Ponte e entrou o G-4.

Placar 3×1. Coloquei 2×1 no Bolão.

Bela vitória.

A Ponte Preta vem fazendo bons jogos. Não era jogo fácil, mesmo sendo na Vila Belmiro. A Macaca jogou bem, criou e desperdiçou várias oportunidades. Poderia ter saído com empate.

O Santos está vivendo uma ótima fase.

O lado negativo para santista foi a confirmação das possíveis saídas de Gabriel e Lucas Lima. O atacante falou em tom de despedida. O meia estava sendo observado por olheiro do Barcelona. Isso sem falar nas futuras ausências de Zeca e Thiago Maia selecionados para as Olimpíadas.

Dorival desabafou com razão.

O treinador vem fazendo bom trabalho, montou mais uma vez um time ofensivo.

De repente, tudo pode mudar com as ausências de bons jogadores.

Por enquanto Santos no G-4.

 

(Foto: Futura Press)

Santos joga simples, eficiente. E sobe sem fazer barulho

Leia o post original por Antero Greco

Se vai alcançar a liderança, se vai lutar pelo título, não se sabe. Mas uma coisa é certa: no momento, o Santos tem o melhor toque de bola e a mais bonita troca de passes do Brasileiro. A rapaziada de Dorival Júnior movimenta-se em ritmo de balé, abre espaços, cria oportunidades, estonteia adversários. E vence, sobretudo em casa.

Todas essas características ficaram evidentes, mais uma vez, na noite de sábado, com os 3 a 1 sobre a Ponte Preta, na Vila Belmiro. O aproveitamento como mandante continua estupendo e a vitória o levou a 26 pontos. Ou seja, está a três do Palmeiras, no momento, com dois a menos do que o Corinthians e só um atrás do Grêmio. A Ponte permanece com 23 e também faz bom Brasileiro.

O Santos passou o jogo todo no toca pra cá e pra lá, rodando os alas, jogadores do meio e de frente. Por isso, confundiu a marcação da Ponte, chegou com facilidade à área de João Carlos e fez os gols com naturalidade, sem forçar, suavemente, como a chuva que caiu sobre o gramado em fim de tarde.

O primeiro gol foi feito por Victor Ferraz aos 21 minutos do primeiro tempo. Na segunda parte, outro Victor, o Bueno, ampliou aos aos 10 e Gabigol marcou o terceiro aos 21. O gol de Roger, aos 39, foi só para premiar o esforço da Ponte.

Jogo tranquilo, sem sobressaltos, a demonstrar uma equipe segura, que sabe o que pretende, que sobe sem fazer alarde. O Santos incomoda, e tem consciência disso. Não inventa, simplifica o jogo. Por isso, é eficiente. O problema, aliás o problemão vem a seguir: Zeca, Thiago Maia e Gabigol ficam à disposição da seleção olímpica e podem desfalcar o Santos por muitas rodadas. Se serve de consolo, vá lá, teve o retorno de Ricardo Oliveira, depois de meses de afastamento por contusão.

Uma pena, porque há risco forte de ser quebrado o ritmo desse time, o mais vistoso da Série A até agora.