Arquivo da categoria: Tite

O estilo ‘Conversador’ do Tite me irrita, viu?

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Podem me chamar de comentarista chato. Já estou acostumado com isso. Agora me perdoem, o estilo do Tite excessivamente conservador me irrita demais. Sério mesmo! É verdade que a Seleção Brasileira venceu o Uruguai por 2 a 0 e manteve o 100% de aproveitamento dos pontos. Sim, são quatro vitórias em quatro partidas. Ele merece […]

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Seleção Brasileira perdeu totalmente a identidade

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Fala garotinhos! Alguém por aí sabe que o Brasil enfrenta a Venezuela na noite desta sexta (13) no Morumbi em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa de 2022? Tem que responder com sinceridade, hein? E a próxima partida? Contra quem e onde será? Ah, difícil não é? Pois é, ninguém sabe porque o Tite juntamente […]

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Seleção Brasileira perdeu totalmente a identidade

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Fala garotinhos! Alguém por aí sabe que o Brasil enfrenta a Venezuela na noite desta sexta (13) no Morumbi em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa de 2022? Tem que responder com sinceridade, hein? E a próxima partida? Contra quem e onde será? Ah, difícil não é? Pois é, ninguém sabe porque o Tite juntamente […]

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Sem identidade e cheio de esquisitice

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Alguém por aí sabe que o Tite convocou a Seleção Brasileira na última semana? Relacionou os nomes dos atletas que jogarão os dois próximos jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar em 2022. O Brasil enfrenta a Venezuela no dia 13 de novembro, no Morumbi. Depois viaja ao Uruguai para jogar no […]

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Por que o melhor jogador do País é esquecido pelo Tite na Seleção?

Leia o post original por Craque Neto 10

Esses dias o técnico Tite convocou a Seleção Brasileira para a estreia das Eliminatórias da Copa do Catar (será?) em 2022. Ele divulgou a lista com os 23 jogadores que disputarão as duas primeiras partidas na competição. A equipe estreia na disputa contra a Bolívia, no dia 9 de outubro, na Neo Química Arena, em […]

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Opinião: Tite precisa mudar conceito para aproveitar bem trio do Flamengo

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Tite só vai conseguir explorar todo o potencial do trio flamenguista que convocou para o início das Eliminatórias se der aos rubro-negros mais liberdade de movimentação do que costuma dar aos seus jogadores na seleção brasileira.

Na opinião deste blogueiro, o treinador deveria pensar seriamente em dar a titularidade para Gabigol, Bruno Henrique e Everton Ribeiro.

Porém, jogando juntos ou separadamente, os três funcionam melhor se deslocando constantemente por todos os lados do campo.

Por sua vez, Tite gosta que seus jogadores guardem posição para facilitar a recuperação da bola quando ela é perdida para os adversários.

Seria um enorme desperdício deixar Everton Ribeiro, Bruno Henrique e Gabigol confinados em determinadas faixas do campo. Foi o que aconteceu com Neymar na Copa da Rússia, por exemplo.

O trio flamenguista desorienta as defesas rivais  com seus deslocamentos completados por subidas dos volantes.

Não tenho a pretensão de sugerir que o técnico da seleção brasileira tente repetir o esquema tático do Flamengo. Mas ele pode adicionar uma pitada de tempero rubro-negro à sua receita.

Imagino o desespero que seria para os adversários ver, por exemplo, Bruno Henrique, Gabigol, Neymar e Everton Ribeiro trocando rapidamente de posições e preenchendo espaços. Isso com Arthur ou Bruno Guimarães chegando de trás.

Seria bem interessante, mas é preciso que Tite desapegue de sua rigidez tática. O fato de ter convocado o trio flamenguista pode ser um indício de que o treinador pensa em aproveitar a trinca como ela atua por seu clube. Fazer algo diferente disso seria mais complicado e arriscado pelo curto tempo que os três jogadores teriam para se adaptar a  um esquema mais engessado.

Lodi mostra que há vida na lateral esquerda da seleção além de Marcelo

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A melhor notícia para o torcedor da seleção brasileira nesta terça (19) foi a atuação de Renan Lodi na vitória por 3 a 0 sobre a Coreia do Sul. O jogador do Atlético de Madrid sinalizou que o Brasil tem um candidato sólido a herdeiro de Marcelo na lateral esquerda. Até agora, ninguém tinha abraçado essa candidatura.

Com Danilo mais preso na marcação, apesar de ter feito o terceiro gol, o Brasil concentrou suas ações ofensivas pelo lado esquerdo, graças à habilidade e precisão de Lodi nos cruzamentos, como no primeiro gol brasileiro. Paquetá aproveitou bem a jogada. E aqui vemos outra melhora do time de Tite. Falo da maior movimentação e troca de posições entre meias e atacantes. O estilo de guardar posições implantado pelo treinador da seleção é irritante. A maior mobilidade também foi vista no terceiro gol, de novo com participação importante de Lodi pela esquerda, mas dessa vez com conclusão de Danilo pelo lado direito.

Richarlison e Gabriel Jesus não estiveram à altura de Lodi. Imagino o lateral-esquerdo com parceiros como os flamenguistas Bruno Henrique e Gabigol, pelo que estão jogando hoje, com muita movimentação. O ataque brasileiro seria mais letal.

Coutinho, por sua vez, não teve uma atuação excepcional, mas merece aplausos por fazer a torcida brasileira lembrar como é bonito um gol de falta. Esse tipo de jogada virou artigo raro na seleção e nos clubes brasileiros.

Entre os jogadores que mereciam uma observação mais detalhada, Paquetá teve uma atuação interessante. Ajudou o Brasil a fugir do engessamento tático característico da era Tite. O jogador do Milan pisou regularmente na área adversária e foi uma opção a mais para os cruzamentos de Lodi.

Fabinho também teve papel importante, melhorando a saída de bola e dando mais velocidade ao time. Outro ponto que fez o Brasil ser outro time em relação à derrota para a Argentina foi a eficiente marcação alta, que complicou a Coreia do Sul. Em termos defensivos, o Brasil praticamente só foi testado por Son, que nos duelos quase sempre levou a  mehor sobre os marcadores, mas não conseguiu balançar a rede.

Claro que o resultado ajuda a aliviar a pressão sobre Tite, por mais que muitos lembrem que o adversário não era dos mais fortes. Porém, o que interessa mesmo num amistoso nesse estágio da seleção brasileira, na opinião deste blogueiro, é a observação em relação às alternativas que o técnico busca. No geral, vi mais pontos positivos do que negativos.

Opinião: é injusto trasformar amistoso em jogo decisivo para Tite

Leia o post original por Perrone

Deveria ser apenas mais um amistoso preparatório. Porém, o jogo do Brasil contra a Coreia do Sul, nesta terça, ganhou importância para Tite conquistar tranquilidade para tocar sua vida na seleção brasileira. Os cinco jogos seguidos sem vencer geraram uma série de críticas ao treinador. Sua permanência no cargo é questionada por parte da imprensa e da torcida. Na contramão desse movimento, este blogueiro considera que seria injusto um troca no comando da seleção neste momento.

Já dizia Juvenal Juvêncio, falecido ex-presidente do São Paulo, que para demitir um treinador é preciso ter um fato. Em sua última competição oficial, a Copa América, Tite levantou o caneco. Jejum de vitórias em amistosos não é um fato que force a troca de técnico em minha opinião.

O estágio atual é de fazer testes e dar oportunidades a novos jogadores pensando não só nas próximas Eliminatórias, mas já em preparar peças para a Copa de 2022. É um trabalho que na maioria das vezes não  se faz rapidamente. Se entrar numa eventual histeria coletiva pela degola de Tite, a CBF será incoerente. Teve a oportunidade de afastá-lo depois da Copa da Rússia. Naquele ponto daria oportunidade para outro profissional iniciar um trabalho longo visando o Mundial seguinte. Mudar o rumo agora seria jogar fora quase um ano e meio de trabalho.

Ainda lembrando Juvenal, ele afirmava que também já era preciso ter o nome de um substituo ao optar pela troca. Não tenho a informação de que a CBF já tem esse nome e não acredito que ela de fato saiba quem chamar no caso de Tite não aguentar o bombardeio.

Também não vejo um nome que seja garantia de trabalho melhor do que o atual. A menos que a Confederação Brasileira esteja disposta e preparada para buscar um “professor” na elite europeia de clubes. Dos que atuam no Brasil, nem os badalados Jesus e Sampaoli dão essa segurança. O português trabalha faz pouco tempo com atletas locais e não tem histórico em seleções. Já o argentino foi bem com o Chile, mas não fez um trabalho de excelência em sua própria seleção. Ambos até seriam boas apostas, só não acho que a situação exija uma troca imediata. Tite tem cometidos erro, mas acredito que mereça um ponto final em sua história na seleção em plena entressafra.

Opinião: Tite precisa mudar. Ataque do Flamengo serve de inspiração

Leia o post original por Perrone

Tite tem suas convicções táticas, e não é de abandoná-las facilmente. Isso mesmo pressionado como agora, depois de mais um jogo ruim da seleção brasileira na derrota por 1 a 0 para a Argentina, nesta sexta (15). Na opinião deste blogueiro, pelo menos uma dessas certezas do treinador do Brasil já deveria ter sido deixada de lado antes da Copa da Rússia. Falo do sistema em que atletas guardam suas posições no campo ofensivo já se preparando para a retomada da posse de bola.

A falta de deslocamento de meias e atacantes facilita a vida dos defensores adversários. No último Mundial, por exemplo, Neymar foi desperdiçado fixo na beirada do campo, e Gabriel Jesus foi mais incentivado a marcar do que a buscar o gol.

Os maus resultados recentes empurram o treinador da seleção para repensar seu estilo de jogo. E uma boa fonte de inspiração é o ataque do Flamengo de Jorge Jesus. Meias e atacantes trocam de posições, dão opções para quem está com a bola e confundem a marcação adversária. É comum o rubro-negro invadir a área rival com quatro jogadores, por exemplo. A chance de o adversário se atrapalhar com um ataque em massa, rápido e flutuante é maior.

O técnico da seleção já rasgou elogios ao atacante flamenguista Bruno Henrique e, certamente, não o convocou mais vezes para evitar prejudicar o time de Jesus, que briga pelos títulos do Brasileirão e da Libertadores.

Mas não basta chamar Bruno Henrique e até mesmo seu parceiro Gabigol e amarrá-los à rigidez tática de Tite. É preciso explorar suas movimentações. Rodrygo também pode ser muito útil se o treinador do Brasil resolver dar outra cara para seu ataque, com mais movimentação e velocidade.

Claro que mudar radicalmente o jeitão da equipe na frente vai exigir ajustes atrás. Tite precisará revisar o seu normalmente sólido sistema defensivo. E não creio que ele se anime com a ideia. Esse é o dilema do treinador para sobreviver no cargo. Se não deixar pelo caminho alguns conceitos e perceber que tem jogadores que podem render muito com outro estilo de jogo, ele terá séria dificuldades para se manter no cargo.

Opinião: perguntas mostram como trabalho de Jesus pressiona Tite a melhorar

Leia o post original por Perrone

Tite agiu com bom senso ao não convocar jogadores do Flamengo e de outros times do Brasil para os amistosos contra Argentina e Coreia do Sul, em novembro. Porém, a ausência de rubro-negros na lista não evitou que o finalista da Libertadores e líder do Brasileirão fosse tema marcante na entrevista do técnico da seleção. A quantidade de perguntas sobre o time de Jorge Jesus durante a coletiva deixa claro que o trabalho do português pressiona o comandante do time nacional a evoluir.

Ao deixar flamenguistas e atletas das demais equipes nacionais de fora, Tite evita cobranças e críticas de dirigentes, jornalistas e torcedores num momento em que o treinador já é pressionado pelos últimos maus resultados da seleção. Foi inteligente evitar mais cobranças.

Só não deu para impedir a pressão provocada pelo bom futebol apresentado pelo Flamengo. Tite teve que analisar o time de Jesus e responder sobre comparações a respeito das duas equipes. Foi indagado até se o trabalho do português pode servir como inspiração.

Pressionado, usou números para defender seu trabalho e explicou as diferenças entre objetivos e momentos da seleção e do Flamengo. Basicamente, o conceito é o de que seu time está em fase de preparação, enquanto o de Jesus disputa títulos importantes. O comandante da equipe pentacampeã pisou em ovos para falar do trabalho do colega. Seguiu na linha de que as comparações são difíceis, as análises precisam ser mais profundas, as situações são diferentes e de que ainda é cedo para conclusões definitivas.

O microfone girou na mão dos entrevistadores, e sistematicamente vinha uma pergunta sobre o Flamengo. Tanto que no fim ele foi indagado sobre os pontos positivos da vinda de Jesus ao Brasil. De novo, o técnico da seleção se equilibrou entre elogios e o discurso de que é preciso mais tempo para comentários sólidos.

Era natural que isso acontecesse. Quando a seleção não vai bem, automaticamente fazemos comparações com o futebol mais bem jogado perto de nós. No caso, é o praticado pelo time de Jesus. Tite já provocou esse efeito, quando comandava o vencedor Corinthians e acabou substituindo Dunga na CBF.

Não estou dizendo que Jesus ameaça o cargo de Tite. Mas que o bom desempenho do Flamengo pressiona a seleção brasileira a jogar no mínimo no mesmo nível. O rubro-negro virou referência para o trabalho do treinador do Brasil, que já sua para administrar a situação.