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Tite, Seleção e Neymar. Todos decepcionantes. Com esse time não ganha a Copa nem a pau, Juvenal!

Leia o post original por Nilson Cesar

Neymar pediu privilégios. Só se esquece de jogar futebol. Tite não apresenta nada de novo no comando da Seleção Brasileira. Eu se fosse dirigente da CBF mudaria comissão técnica e exigiria um grupo novo de jogadores. Essa ” panelinha” da Seleção não está funcionando. A maior decepção de todas é Neymar. Quer ser comparado ao Messi no Barcelona. Neymar é um jogador só mediano comparado…

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Gobbi reaparece, relembra Pato, dispara contra ex-diretor e até em Tite

Leia o post original por Perrone

Desde que cumpriu seu mandato na presidência do Corinthians, em fevereiro de 2015, Mário Gobbi perdeu o hábito de ir às reuniões do Conselho Deliberativo do clube. O ex-dirigente, porém, reapareceu na última segunda (30), em grande estilo. Os temas principais do encontro eram as relações financeiras do alvinegro com Caixa e Odebrecht. Porém, inflamado e com a língua afiada, o delegado deu um show. Atacou ex-colega de diretoria, ajudou a ressuscitar o assunto contratação de Alexandre Pato e não poupou nem Tite de suas chicotadas verbais.

A reunião começou a sair do script quando o diretor de futebol corintiano, Duílio Monteiro Alves, pegou o microfone e questionou Raul Corrêa da Silva, ex-diretor jurídico, sobre como ele não sabia quanto Pato recebia para defender o alvinegro. O cartola se referia a uma recente publicação de Raul no Facebook sobre os vencimentos de Pato no Parque São Jorge.

“O futebol não muda. Em 2012 compraram o Pato, vieram a mim e disseram que o salário era de 400 (mil reais). Quando eu disse que era o dobro, me disseram que não, que a diferença era direito de imagem e que poderíamos vender (o jogador) e recuperar. Não preciso dizer o resultado”, havia escrito o ex-diretor financeiro em sua conta no Facebook.

Ele usava Pato, considerado por pelo menos parte dos conselheiros corintianos como uma das piores negociações da história do clube, como exemplo para comentar o modelo adotado pelo São Paulo ao trazer Daniel Alves, apoiado na prospecção de parceiros. Duílio não gostou do comentário, e cobrou o ex-colega.

O gancho foi aproveitado em sua fala por Gobbi, que foi para o ataque contra Raul. Reclamou de seu ex-diretor criticar a contratação feita em sua gestão. Lembrou de seus quatro títulos como presidente (Paulista, Libertadores, Mundial e Recopa) e lamentou que lembrem da contratação de Pato para criticar sua administração.

O ex-presidente foi se soltando e amaldiçoou quem insinuar que houve irregularidade na compra de Pato. Conforme apurou o blog, Gobbi disse que depois da conquista do Mundial, no final de 2012, Tite pediu três contratações: Gil, Renato Augusto e Pato. Depois, adotou um tom crítico para falar do treinador que hoje comanda a seleção.

Nesse ponto, o ex-presidente lembrou da venda do zagueiro Marquinhos. Sustentou que o técnico foi até sua sala e afirmou que a revelação corintiana não jogava. De acordo com pessoa próxima ao ex-presidente, a história foi confirmada durante a reunião a pedido dele por Duílio. Na ocasião, Marquinhos, aos 18 anos, foi emprestado para Roma que exerceu a opção de compra. À época, cartolas do clube falaram que a venda foi por 5 milhões de euros. Logo, ele se tornaria um dos zagueiros mais valorizados do mundo.

Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, Tite afirmou que não comentaria o que foi dito por Gobbi sobre sua suposta participação na saída de Marquinhos do Parque São Jorge. Porém, naquela ocasião, em 2012, o treinador afirmou a pessoas próximas que foi chamado pelo então presidente dizendo que tinha uma proposta pela revelação e queria saber o que Tite pensava sobre o jogador. Por seu relato, o técnico disse que Marquinhos jogava muito, mas, como era muito jovem, seria preciso esperar seu amadurecimento para saber qual seria sua posição ideal, lateral, volante ou zagueiro. Ainda de acordo com essa versão, Gobbi afirmou que tinha uma proposta de empréstimo. O treinador, então, respondeu que o jovem poderia ganhar maturidade durante o período emprestado, mas deixou a decisão para a direção. Segundo esse relato, Tite nunca recomendou a venda do atleta.

O vigor de Gobbi durante a fala no conselho lembrou seus tempos de campanha eleitoral e gerou comentários entre outros conselheiros de que ele estaria ensaiando uma nova candidatura à presidência. Porém, no próprio discurso, o ex-dirigente deu sua carreira política na agremiação como encerrada. O blog não conseguiu entrar em contato com o ex-presidente. Mas, à pessoa próxima, ele afirmou que não daria entrevista sobre suas declarações na reunião.

Por sua vez, Duílio é considerado no clube o favorito para se candidatar pela situação na próxima eleição presidencial. Procurada para que o diretor de futebol desse sua versão sobre os acontecimentos no encontro de segunda, a assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que “as reuniões são fechadas para pessoas do conselho e os assuntos são discutidos somente entre eles. Por isso (o dirigente) não irá externar as informações colocadas em pauta da reunião e opiniões”.

Já o ex-diretor financeiro respondeu ao blog por meio de mensagem de texto. “O que na verdade ocorreu foi uma dificuldade de interpretação de texto por parte do Duílio, e o Mário por sua vez entendendo que haveria uma crítica à contratação do Pato. Achei folclórico. Provocações de amigos. Nada relevante”, disse Raul.

S. Caetano tem verba de vendas penhoradas. Novato de Tite está na lista

Leia o post original por Perrone

Com Marinho Saldanha, do UOL, em Porto Alegre

Por conta da execução de uma dívida, a Justiça de São Paulo proibiu o São Caetano de receber receitas de vendas de direitos econômicos de seus jogadores até que o valor do débito seja atingido. Nesse período, os depósitos devem ser judiciais. A medida alcança a verba referente à negociação de percentuais relativos ao volante Matheus Henrique com o Grêmio, clube pelo qual ele se destaca. O meio-campista foi convocado nesta sexta (20) como uma das novidades de Tite para os dois próximos amistosos da seleção brasileira.

Eventuais compradores de atletas do Azulão devem depositar o dinheiro em uma conta judicial até que a quantia chegue a R$ 4.113.271,33. Esse é o valor cobrado pela MS Business Solutions, empresa que entrou com a ação de execução contra o São Caetano, em abril de 2018. O  clube pode recorrer, mas não se pronunciou até a publicação deste post por meio de sua assessoria de imprensa, procurada pelo blog.

A penhora também atinge os direitos do meio-campista Nonato, emprestado pelo clube paulista ao Internacional com opção de compra. Na última quarta (18), um dia após penhorar todos os direitos econômicos que o São Caetano possui, o juiz Paulo Rogério Santos Pinheiro, da 17ª Cível de São Paulo, complementou decisão referindo-se especificamente a Matheus Henrique e Nonato. Para tanto, ele alega que a compra de direitos econômicos dos dois está sendo feita junto ao São Caetano.

Na ação, a MB Solutions alega que o clube paulista, que pode recorrer, não pagou valor combinado em distrato de parceria dos direitos econômicos de Andreson Wanderllan Moraes Rodrigues, o Pimentinha, contratado em agosto pelo Paraná Clube. Segundo a credora, o acordo, assinado em setembro de 2014, era para o pagamento de 26 parcelas mensais de cerca de R$ 46,1 mil, mas o trato não foi cumprido, segundo sua versão. A cobrança atual se refere ao valor corrigido.

Internacional e Grêmio informaram que ainda não foram notificados. O tricolor ainda afirmou que a decisão não o afeta porque os contratos de compra e venda, nesses casos, continuam valendo. Se a notificação chegar antes da data do pagamento ser feito para o São Caetano, o depósito será na conta judicial. Caso contrário, o time paulista receberá diretamente o dinheiro.

Em relação a Nonato, o Inter tem até dezembro para pagar R$ 2,3 milhões e comprar 50% dos direitos econômicos do jogador vinculados à equipe do ABC Paulista.

Entre absurdos e fatos

Leia o post original por Rica Perrone

Tite não tem se ajudado. Aliás, uma característica que muita gente na CBF meio que desistir de tentar reverter o cenário e se adaptar a ele. Infelizmente o futebol brasileiro não tem culhão pra mudar porque trata-se de um meio político e não profissional. Mas vejamos e sejamos razoáveis. Se não leva o meu melhor…

Hipocrisia ou bola fora?

Leia o post original por Craque Neto 10

No final do ano passado o técnico Tite foi extremamente crítico com o fato do presidente Jair Bolsonaro ter entregado a taça ao Palmeiras de campeão do Brasileirão. Segundo ele o futebol NUNCA deveria se misturar com a política. Achei uma opinião forte na época, não concordei, mas não quis aprofundar muito o assunto por causa dessa polarização exagerada que está havendo no nosso País. Só que pra minha surpresa quem foi entregar a taça de campeão da Copa América para a nossa Seleção? Ele! Bolsonaro. Sinceramente naquele momento senti falta daquele treinador de personalidade forte. Ué? Por que ele […]

Copa América ficou longe de empolgar

Leia o post original por Craque Neto 10

Como disse no post anterior existe o fato concreto que a Seleção Brasileira com o Tite no comando tem um estilo tático bem ajustado. Mas gostaria de esclarecer algo que talvez tenha ficado mal explicado: esse título da Copa América está longe de empolgar! Muito longe. Poxa vida, como querer falar que o Brasil finalmente se ajustou se pegamos adversários fracos como Bolívia, Venezuela, Peru e Paraguai? Pelo amor de Deus! Até a Argentina, que sempre é um rival complicado, já não é lá essas coisas. E olha que tomamos sufoco dos caras, hein? Na minha visão essa Copa América […]

Caboclo se descola de falhas de copa e ganha com Bolsonaro e beijo em Tite

Leia o post original por Perrone

Perto dos integrantes da seleção brasileira e de Jair Bolsonaro, porém, mantendo distância regulamentar dos muitos problemas de organização da Copa América. Com essa fórmula, Rogério Caboclo aproveitou a competição vencida pelo Brasil para transformar pontos fracos em fortes.

O cartola terminou o torneio com uma coleção de fotos ao lado do presidente brasileiro, de Tite e dos jogadores, incluindo a comemoração da conquista do título. Contudo, mesmo sendo o CEO do COL (Comitê Organizador Local) da Copa América, ele praticamente não teve seu nome ligado às falhas de organização. Caboclo foi discreto na função, mas ativo como presidente da Confederação Brasileira. Pouco se viu o cartola no papel de explicar problemas de logísticas e gramados ruins, por exemplo.

Já a aproximação com Bolsonaro poderá facilmente ser usada por ele como uma conquista de sua gestão. Mesmo organizando uma Copa do Mundo, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, seus antecessores, não conseguiram se aproximar de Lula e Dilma Rousseff, enquanto os petistas estavam no poder. Quando Caboclo sentou na cadeira mais cobiçada da CBF, em abril deste ano, a entidade era criticada por dirigentes de clubes e federações por estar distante do governo federal. A realidade parece ser diferente agora.

Assim que o atual presidente foi eleito, antes da Copa da Rússia, para assumir em 2019, uma de suas claras fragilidades era não ser boleiro. Por outros cartolas era descrito como alguém que pouco falava sobre jogos e que não tinha intimidade com atletas.

Caboclo começou a trabalhar contra essa imagem na Copa da Rússia. Apesar de não ficar em período integral com a seleção como chefe da delegação, ele assistiu a treinos e começou a conhecer os atletas. Neste domingo (7), durante a premiação dos campeões, exibiu sua nova versão. Ficou à vontade com jogadores e comissão técnica. Cumprimentou Tite trocando beijinhos e deu até tapinhas nas mãos de atleta parecendo um “parça”.

Mas havia outro ponto a ser atacado. A ausência de Del Nero em reuniões da Conmebol e da Fifa desde que cartolas começaram a ser presos fora do país sob a acusação de corrupção, fizeram o Brasil perder força nos bastidores. Dirigentes de clubes brasileiros reclamavam principalmente de falta de prestígio na entidade sul-americana dizendo-se constantemente prejudicados nas competições continentais.

Hoje, não dá pra saber exatamente quanto Caboclo progrediu nos gabinetes da Conmebol. No entanto, a reclamação da associação argentina para a entidade de suposto favorecimento ao Brasil pode ser usada pelo dirigente brasileiro como demonstração de que pelo menos o Brasil teria anulado uma suposta desvantagem nos bastidores. Mas, claro, o episódio também pode ser interpretado como vergonhoso, como fazem os argentinos.

Nesse cenário, assim como Tite fez levantando a taça, Caboclo sai da Copa América fortalecido nos bastidores. Entretanto, parece longe de conquistar algo que foi impossível para os outros que ocuparam sua posição: a simpatia do torcedor.

Tite campeão é melhor do que o de 2018, mas Brasil precisa evoluir muito

Leia o post original por Perrone

O título da Copa América foi conquistado pela seleção brasileira de maneira justa na opinião deste blogueiro. A equipe comandada por Tite foi a melhor do torneio continental.

Evolução é a palavra que resume a campanha brasileira. O time que bateu o Peru por 3 a 1 na final é muito mais maduro, inteligente e objetivo do que aquele que venceu a Bolívia na estreia.

Na decisão, os jogadores brasileiros tiveram mais ousadia para furar a defesa com dribles, além de  inteligência e visão de jogo para aproveitar os espaços. São virtudes que fizeram falta durante parte da competição.

Essa melhora aconteceu porque o treinador entendeu as necessidades da seleção,  não se abraçou aos titulares iniciais e mudou o que foi preciso mudar.

Ou seja, o Tite campeão da Copa América evoluiu e é melhor do que o Tite eliminado na Copa da Rússia. No Mundial de 2018, o treinador carregou a tendência que tinha nos clubes de morrer abraçado aos seus titulares.

Foi uma evolução significativa do técnico. Mas se olharmos para a seleção, ela ainda precisa evoluir muito para pensar em título na Copa de 2022.