Arquivo da categoria: Vanderlei Luxemburgo

Substituto ‘definitivo’ do Luxa só tem um!

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Depois de muita pressão o presidente Maurício Galiotte demitiu o técnico Vanderlei Luxemburgo. E o que mais a galera está comentando no momento é sobre quem seria o substituto dele no cargo. Tive a informação de que o nome do argentino Guillermo Schelotto, atualmente no futebol da MSL dirigindo o Los Angeles Galaxy, teria sido […]

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Jogador derruba técnico? Precisa responder???

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Acabou o jogo do Palmeiras. Derrota vergonhosa para o Coritiba por 3 a 1 em pleno Allianz Parque. Pouco tempo depois aconteceu o que todos os jornalistas e torcedores estavam esperando: demitiram o técnico Vanderlei Luxemburgo. A razão para tal atitude todo mundo põe na conta do treinador. Desempenho. Mas a verdade é que a […]

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Opinião: Nunes já deu mais cara ao Corinthians do que Luxa ao Palmeiras

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O Palmeiras venceu a Florida Cup, porém, quem volta de Orlando num estágio mais avançado de preparação para a temporada é o Corinthians, na opinião deste blogueiro.

A equipe de Tiago Nunes já mostra um modelo de jogo bem definido. Enquanto isso, Vanderlei Luxemburgo parece patinar na tentativa de melhora individual de jogadores importantes antes de conseguir um polimento coletivo.

O alvinegro traz na bagagem no retorno dos Estados Unidos um estilo que prioriza a saída de bola com qualidade da defesa para o ataque. Marcação sob pressão, avanço dos volantes, movimentação constante em busca dos espaços e capricho na bola parada também são características do novo Corinthians.

Não significa que tudo isso já funcione como um relógio suíço. Pelo contrário, Tiago Nunes ainda tem muito trabalho pela frente. Como ajustar o apoio dos laterais ao ataque, resolver a falta de pontaria de Love, Boselli e Gustavo e melhorar a bola aérea defensiva.

Do lado alviverde, ainda vemos uma grande dependência em relação a Dudu, como nas últimas temporadas.

Além disso, o Palmeiras mostrou na Flórida que muda muito seu jeito de jogar conforme as substituições. Não tem ainda um padrão.

Quando a formação conta com mais jogadores jovens, a equipe fica mais leve, rápida e aumenta a sua mobilidade. Obviamente, isso é bom e pode ser bem explorado por Vanderlei Luxemburgo.

Mas, neste momento, o técnico não deixa clara a opção por um time veloz. Luxa parece mais preocupado com o desempenho individual de velhos conhecidos dos palmeirenses do que em lapidar o jogo coletivo.

É nítido como o treinador investe sua energia na tentativa de transformar Felipe Melo em zagueiro. O começo não foi bom. O veterano mostrou muita dificuldade na nova função, o que é natural. Não se trata de uma mudança simples.

Outra preocupação aparente de Luxa é colocar em forma Ramires, que também não foi bem na terra do Mickey. Há ainda o esforço do comandante em recuperar Lucas Lima, que deu sinais de reação durante o torneio.

A evolução coletiva do Palmeiras passa muito por esses ajustes individuais tentados por Luxemburgo. Se quiser acelerar o processo, ele pode iniciar o Campeonato Paulista trocando Felipe Melo e Ramires, por exemplo, por jogadores que estejam mais aptos a desempenhar as funções agora.

Existe ainda o fato de o treinador palmeirense afirmar que espera por reforços pontuais. Isso também ajuda a explicar a diferença de estágio em relação ao Corinthians. Tiago Nunes e já recebeu jogadores fundamentais para moldar seu estilo de jogo, como Cantillo, Luan e Camacho, que retornou de empréstimo.

 

Ataque, experiência e apoio da velha guarda ajudaram Luxa a ganhar vaga

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Assim que Maurício Galiotte, chegou à conclusão de que deveria demitir Mano Menezes, o presidente do Palmeiras e seus diretores mais próximos avaliaram que o time precisava de um treinador experiente e com traquejo para lidar com medalhões, características ostentadas por Jorge Sampaoli. Outra análise era sobre a necessidade de resgatar o que os cartolas chamam de “DNA” ofensivo da agremiação. O gosto pelo ataque se perdeu, na opinião desses dirigentes, com técnicos como Felipão, Cuca e Mano Menezes.

Na lista para o perfil ideal também estava ter a simpatia da torcida. Mano enfrentou resistência desde que chegou. Parte dos torcedores vinculava a imagem dele ao rival Corinthians, clube no qual teve passagem vitoriosa.

Olhando cada item, os cartolas alviverdes logo viram que Jorge Sampaoli preenchia esses requisitos. A ofensividade costuma ser a essência de suas equipes. Como treinador das seleções de Chile e Argentina, o trabalho com medalhões faz parte do currículo do ex-santista. Ele já teve até Messi sob seu comando.

Apesar de não ter vínculo com o Palmeiras, é fácil perceber a simpatia da maioria dos torcedores brasileiros pelo trabalho de Sampaoli, principalmente graças ao estilo ofensivo. Logo a conclusão foi de que o argentino deveria ser o primeiro alvo. Mas já existia uma quedinha por Vanderlei Luxemburgo. Não deu certo com Sampaoli. Então, uma nova olhada na lista de características desejadas para o novo técnico fortaleceu o ex-vascaíno.

Porém, havia uma ala no clube que queria Miguel Angél Ramírez. O treinador do Independiente del Valle passou no teste da ofensividade e chegou a ganhar ares de favorito. No entanto, o espanhol de 35 anos está em começo de carreira. Nesse quesito perdeu pontos em relação a Luxemburgo, de 67 anos e dono de um dos currículos mais extensos e vitoriosos do futebol brasileiro. Vanderlei também levou vantagem na comparação por ter trabalhado com inúmeros medalhões, muitos deles no alviverde e até no Real Madrid.

Galiotte, que já via com simpatia a ideia de trazer o ex-técnico do Vasco, foi encorajado por pessoas próximas com outros argumentos que remetem ao perfil traçado inicialmente para o substituto de Mano Menezes. Além da experiência, Luxa é famoso por montar times ofensivos. Fez isso no próprio alviverde. Nesse ponto ganhou força o argumento de que ele é capaz de fazer florescer novamente a ofensividade palmeirense.

Conselheiros que trabalharam com Luxemburgo em passagens antigas pelo clube também ajudaram na decisão. A velha guarda falou maravilhas do técnico, ainda que às vezes fosse feita a ressalva de que “ele precisa estar focado”.

Os troféus levantados por Luxa como treinador do Palmeiras sustentam um relação de carinho com a torcida. Porém, nas redes sociais, parcela significativa da torcida demonstrou rejeição ao retorno dele. Nesse aspecto, Galiotte chegou a ouvir o argumento de que a opinião pública foi importante para a decisão de demitir Mano e Alexandre Mattos porque a pressão era enorme para isso. Mas que o presidente deveria se preocupar menos no momento da contratação porque nenhum nome seria unanimidade na torcida e no conselho. Por fim, Luxemburgo foi contratado.

Opinião: com demora em definições, Palmeiras sinaliza estar confuso

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Começou mal para o Palmeiras a era após Alexandre Mattos. O comitê de cartolas criado para participar das decisões e diminuir o poder do diretor profissional pena para alcançar objetivos e vê o clube atrasar perigosamente seu planejamento para 2020.

O primeiro obstáculo foi justamente para encontrar um substituto para Mattos, visto pela maioria dos dirigentes alviverdes como o grande problema da agremiação em 2019. Foram pelo menos duas recusas até se chegar ao nome de Anderson Barros (ex-Botafogo). Tiago Scuro, primeira opção, rapidamente descartou deixar o Red Bull Bragantino. Até aí tudo bem, não houve demora.

Porém, na sequência, os palmeirenses mostraram indefinição sobre se preferiam Diego Cerri, do Bahia, ou Rodrigo Caetano, do Internacional. Depois houve a escolha e otimismo cego em relação ao acerto com o executivo do tricolor baiano. Estava tudo pronto para recebê-lo quando ele avisou que não viria.

A impressão que fica é que os que se reuniram para suprir a ausência de Mattos, incluindo profissionais do departamento de futebol, bateram cabeça. Além de demorarem para definir o novo executivo, não avaliaram de maneira realista o andamento das negociações com Cerri. Saldo: tempo perdido.

Com a definição de Barros para o posto, a torcida esperava pelo anúncio de Jorge Sampaoli. Muita conversa e, no final, outro negócio que não deu certo. O pecado do Palmeiras, na opinião deste blogueiro, foi a demora para definir a situação. Desde sempre a pedida do argentino era alta. Não há muita complexidade aí. Você faz as contas, apresenta uma contraproposta, bate o martelo ou pula fora. A morosidade da negociação deixa o alviverde ainda sem técnico para próxima temporada.

E outra vez o clube parece confuso. Trabalha com Miguel Ángel Ramírez, 35 anos, campeão da última Sul-Americana pelo Independiente del Valle, e o ex-vascaíno Vanderlei Luxemburgo, 67 anos.

Não parece haver uma filosofia definida para a escolha do treinador, dadas as diferenças entre os dois nomes. Carimbar os dois candidatos com ofensivos é pouco para dizer que o perfil é semelhante. O espanhol está engatinhando na carreira, enquanto o brasileiro é um dos mais experientes do país.

O estrangeiro vem de título como o time equatoriano. Por sua vez, Luxa encara um jejum de taças e seu último trabalho no Brasileirão chamou atenção por afastar o Vasco da zona de rebaixamento, não por brigar por títulos, que é o que interessa ao Palmeiras. Os vascaínos terminaram a competição na 12ª posição.

Ramírez é para os cartolas a esperança de um futebol moderno, conectado com a maneira como se pratica o esporte hoje. Luxa, com uma passagem pelo Real Madrid, é de uma escola clássica e carrega, com uma dose de preconceito, o estigma de desatualizado.

Luxa está calejado em relação a lidar com um vestiário cheio de medalhões como o do Palmeiras. Para o espanhol seria a primeira experiência desse calibre. Claramente não estamos falando de dois perfis iguais para assumir o mesmo time.

O brasileiro conhece o clube, a política alviverde, as organizadas, a turma do amendoim e faz parte da história palmeirense. Para o espanhol seria tudo novo. Em tese, ele precisaria de mais tempo de adaptação.

Tal estado de indefinição gera insegurança no torcedor. Mais do que isso, o problema é o planejamento estar praticamente na estaca zero. A chance de esse atraso ser cobrado lá na frente é grande.

 

Opinião: o que o Vasco mostrou para o River sobre o Flamengo

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Flamengo 4 x 4 Vasco, na última quarta (13) foi um prato cheio para a comissão técnica do River Plate, que estuda o rubro-negro pensando na final da Libertadores. O time de Vanderlei Luxemburgo expôs a equipe de Jorge Jesus como nenhuma outra havia feito. Abaixo, o que os vascaínos mostraram de importante para os argentinos na opinião deste blogueiro.

1 – Saída de bola

Ficou claro que o melhor caminho para minar a criação de jogadas do Flamengo é fazer a marcação alta na saída de bola. Com zagueiros e Arão, que encosta neles para facilitar o início das jogadas, bem marcados, fica mais difícil municiar os laterais. É uma maneira de forçar o time de Jesus a buscar alternativas menos confortáveis.

2 – Volume de jogadas ofensivas

Como todas as defesas, a do Flamengo também tem seus problemas. Mas, para eles aparecerem e resultarem em falhas decisivas é preciso que o adversário ataque. Como o rubro-negro quase sempre controla as partidas, sua zaga não fica tão exposta. Porém, o Vasco conseguiu ter volume de jogo ofensivo, forçou mais os defensores flamenguistas e os erros apareceram.

3 – Contra-ataques

Dica valiosa para o River Plate: o Flamengo teve muitas dificuldades para se reorganizar defensivamente nos contra-ataques em alta velocidade do Vasco. Essa é uma boa aposta para os argentinos.

4 – Controle emocional

Contra o Vasco, vários jogadores do Flamengo aparentaram estar de cabeça quente, preocupados em trocar provocações com os adversários. Tanto que saiu confusão após a partida. Se já foi assim num clássico nacional, como será na tão sonhada final da “Liberta” e contra argentinos, que normalmente estão acostumados a guerras de nervos? Aposto que o River está de olho nisso.

Veteranos brigam por título do Brasileirão, e novatos lutam contra queda

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Veteranos mais perto do título e uma série de técnicos menos rodados, com exceção de Oswaldo de Oliveira, entre os mais ameaçados pelo rebaixamento. Essa é a fotografia atual da tabela do Brasileirão.

Aos 57 anos, Mano Menezes, vice-líder com o Palmeiras, é o mais jovem entre os três primeiros colocados do campeonato. Ele herdou o time  de Felipão, 70. Do trio mais bem classificado, o mais velho é o líder, Jorge Jesus, 65, comandante do Flamengo. O português assumiu a vaga deixada por Abel Braga, 67 anos. Na terceira posição do Brasileirão está o Santos de Jorge Sampaoli, 59. A trinca de técnicos tem media de idade de 60,3 anos.

O treinador com menos de 50 anos mais bem colocado é Odair Hellmann,42, que está em quarto lugar com Internacional. Ele é seguido na tabela por outro “sub 50”, o corintiano Fábio Carille, que completará 46 anos na próxima quinta-feira. Na sexta posição já aparece outro time comandado por um técnico com mais de 50 anos, o São Paulo de Cuca, 56.

Parte dos treinadores da geração de Hellmann e Carille atualmente está na briga para não cair para a Série B.  Último colocado com o Avaí, Alberto Valentim tem 44 anos e substituiu um dos profissionais da área mais experientes do Brasil, Geninho, 71. Penúltima colocada, a Chapecoense é comandada por Marquinhos Santos, 40.

Em apenas seu terceiro trabalho na carreira, Rogério Ceni, 46,  tenta salvar o Cruzeiro da degola. O time mineiro, antes comandado por Mano, é o 18º colocado do Brasileirão. O trio de treinadores que ocupa do 18° ao 20º lugar do Brasileirão ostenta média de 43,6 anos.

Dos seis últimos colocados do Nacional só o Fluminense, 17º, não é treinado por um quarentão. Seu técnico é Oswaldo de Oliveira, 68, que entrou no lugar de Fernando Diniz, 45. O CSA, 16º na tabela, tem sua prancheta nas mãos de Argel, 45. Em 15º está o Fortaleza, de José Ricardo, 48. A 14ª posição, é ocupada pelo Ceará, de Enderson Moreira, que vai completar 48 anos no próximo sábado. Vanderlei Luxemburgo, 67, vem conseguindo diminuir o risco de rebaixamento do Vasco (13º)

 

Baixa a bola que dá jogo!

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E não é que finalmente um clube grande se dispôs a contratar o técnico Vanderlei Luxemburgo? Ele acertou com o Vasco para dirigir o cruz-maltino até  o final do Brasileirão. E posso falar? Eu gosto dele. Tem uma baita história no futebol brasileiro, onde foi campeão de quase tudo, e dirigiu até os Galácticos do Real Madrid. Precisa ter seu valor reconhecido. Mas entendo que ele deu uma sumida pelos seus próprios defeitos. Em algum momento da carreira o ego e a vaidade ultrapassaram sua qualidade como treinador. Ele quis ser técnico, manager, dirigente e se deixasse até presidente do […]

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Opinião: desafio de Luxa é convencer jogadores do Vasco de que ainda é top

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A tarefa mais desafiadora para Vanderlei Luxemburgo no Vasco é conquistar a confiança dos jogadores, na opinião deste blogueiro. É fazer com que os atletas acreditem em seu trabalho, em seu projeto. Enfim, que considerem o novo treinador do clube um técnico de ponta, não um dinossauro ultrapassado.

Existe por parte de uma parcela de jogadores, dirigentes, torcedores e jornalistas um preconceito em relação a treinadores da velha guarda que ficam sem emprego por um tempo.

O último trabalho de Luxa foi no Sport, de onde saiu em outubro de 2017. Pela equipe de Recife, ele foi campeão pernambucano.

Pelo tempo longe da prancheta, é natural que o ex-treinador da seleção brasileira, seja olhado com uma certa desconfiança. Natural porque é assim que funciona. Infelizmente acontece com profissionais de todas as áreas.

No futebol, a confiança do atleta no técnico é fator importante para o sucesso. Tite, por exemplo, conseguiu resultados rápidos na seleção com ajuda desse fator. Ele chegou à CBF vencedor, com status de melhor técnico brasileiro naquele momento. Essa condição fez com que atletas acreditassem em suas propostas e se dedicassem. Deu certo durante as eliminatórias da Copa da Rússia.

Se o comandado desconfia que o comandante está por fora, a tendência é não atender seus pedidos ou trabalhar com má vontade.

Luxa desembarca no Vasco em meio ao início de uma luta contra o rebaixamento no Brasileirão. Ele precisa agir rápido para que o buraco não seja cada vez mais fundo.

Para isso, terá que convencer seus comandados de que não é um veterano defasado. Mas ele não? Não sei. O trabalho em São Januário é que dará essa resposta. O que sei é que Luxa conhece futebol como poucos nesse país. Ou seja, pode, sim, fazer um bom trabalho.

Argentino vai dar certo na Vila?

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Mesmo com um desencontro de informações, a diretoria do Santos praticamente garantiu que o argentino Jorge Sampaoli será o novo técnico do clube para a próxima temporada. Ele chega para substituir o Cuca, que deixou a Vila no fim do Brasileirão. Mas a dúvida que fica é: será que finalmente iremos ver um treinador gringo dar certo em terras brasileiras? Sinceramente não acredito. Com exceção feita ao trabalho realizado na Seleção do Chile, onde ele deu sorte de pegar nas mãos a melhor geração da história do País, o restante da carreira como técnico foi bem meia boca. Aliás, as […]

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