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Opinião: cinco lições deixadas pela quinta rodada do Brasileirão

Leia o post original por Perrone

1 – Dudu é o melhor jogador do Brasileirão – Neste momento, ninguém supera o palmeirense. Ele é mais decisivo e regular do que seus concorrentes.

2 – Pedrinho pode ser a solução para melhorar criação do Corinthians – Contra o Athlético ele entrou no lugar de Jadson, num momento delicado para o alvinegro e deu conta do recado. Mostrou visão de jogo e precisão para servir companheiros, além de fazer um gol. Carille deveria experimentá-lo mais vezes como principal armador do time, que sofre tanto para criar jogadas.

3  – Felipe Melo não muda – Jogando bem e com o Palmeiras passeando em campo, o volante foi agressivo em discussão com  o santista Jean Mota e  levou amarelo. Na saída de campo, após a vitória de sua equipe por 3 a 0, voltou com o velho papo de que o futebol está chato, cheio de mimi e não assumiu o erro. Está cansativa essa história.

4  – Passou da hora de Renato Gaúcho acordar o Grêmio – A penúltima colocação no Brasileirão não pode mais ser considerada como um efeito colateral momentâneo para quem prioriza a Libertadores. Terminar a quinta rodada nesta posição significa que o treinador gremista precisa fazer a equipe responder rapidamente. Tem muito campeonato pela frente, mas demorar para reagir pode criar uma perigosa bola de neve.

5 – Sidão tem poder de reação – O goleiro do Vasco entrou pressionado no jogo contra o Avaí (1 a 1), depois de suas falhas contra na derrota por 3 a 0 para o Santos e de passar pela constrangedora situação de receber o prêmio de carque do jogo. Ele provou em campo, com uma atuação segura, fazendo importantes defesas, que se recuperou rapidamente do golpe.

Nunca serviu pra nada

Leia o post original por Rica Perrone

As emissoras, marcas e agências tem uma tendência simplista de ir na direção do que parece moda e ignorar os fatores individuais de cada produto. “É live!” então vamos fazer live. “É interatividade”, então mete o povo pra participar de tudo. Eu costumo usar o exemplo da Copa de 2018 que aconteceu comigo. Foi um…

Opinião: desafio de Luxa é convencer jogadores do Vasco de que ainda é top

Leia o post original por Perrone

A tarefa mais desafiadora para Vanderlei Luxemburgo no Vasco é conquistar a confiança dos jogadores, na opinião deste blogueiro. É fazer com que os atletas acreditem em seu trabalho, em seu projeto. Enfim, que considerem o novo treinador do clube um técnico de ponta, não um dinossauro ultrapassado.

Existe por parte de uma parcela de jogadores, dirigentes, torcedores e jornalistas um preconceito em relação a treinadores da velha guarda que ficam sem emprego por um tempo.

O último trabalho de Luxa foi no Sport, de onde saiu em outubro de 2017. Pela equipe de Recife, ele foi campeão pernambucano.

Pelo tempo longe da prancheta, é natural que o ex-treinador da seleção brasileira, seja olhado com uma certa desconfiança. Natural porque é assim que funciona. Infelizmente acontece com profissionais de todas as áreas.

No futebol, a confiança do atleta no técnico é fator importante para o sucesso. Tite, por exemplo, conseguiu resultados rápidos na seleção com ajuda desse fator. Ele chegou à CBF vencedor, com status de melhor técnico brasileiro naquele momento. Essa condição fez com que atletas acreditassem em suas propostas e se dedicassem. Deu certo durante as eliminatórias da Copa da Rússia.

Se o comandado desconfia que o comandante está por fora, a tendência é não atender seus pedidos ou trabalhar com má vontade.

Luxa desembarca no Vasco em meio ao início de uma luta contra o rebaixamento no Brasileirão. Ele precisa agir rápido para que o buraco não seja cada vez mais fundo.

Para isso, terá que convencer seus comandados de que não é um veterano defasado. Mas ele não? Não sei. O trabalho em São Januário é que dará essa resposta. O que sei é que Luxa conhece futebol como poucos nesse país. Ou seja, pode, sim, fazer um bom trabalho.

O Corinthians precisa é POUPAR dinheiro, isso sim!

Leia o post original por Craque Neto

O Corinthians empatou com o Vasco por 1 a 1 no último sábado e o que mais eu ouvi foram as críticas ao técnico Fábio Carille por ter usado uma equipe basicamente reserva e desentrosada contra os cariocas. Posso falar? Eu já disse mais de uma vez que esse negócio de poupar é um TREMENDO erro. A justificativa da comissão é de que pretende evitar uma lesão por excesso de esforço físico. Só pode ser piada, não é? Jogador que não pode jogar de quarta e domingo precisa se aposentar. Ir trabalhar em repartição pública, poxa vida! A verdade é […]

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Opinião: time reserva do Corinthians tem obrigação de jogar mais

Leia o post original por Perrone

Fábio Carille citou a falta de entrosamento de seus reservas como dificuldade no empate do Corinthians em um gol com o Vasco, neste sábado (4), em Manaus. Porém, na opinião deste blogueiro, o alvinegro tinha a obrigação de apresentar mais. As mudanças na equipe não justificam o futebol apresentado.

“Achei que teríamos mais dificuldade porque só tivemos dois jogadores que fizeram a final contra o São Paulo [Cássio e Ralf]. De resto, só mudanças: uns no departamento médico, outros que seguramos para evitar lesão. Estou satisfeito, pois sabíamos que os erros de passe seriam naturais pela falta de ritmo de jogo”, disse Carille.

Discordo do treinador corintiano. Os reservas treinam junto o tempo inteiro. Precisam mostrar o mínimo de entrosamento. Do jeito que ele fala, parece que os caras não se conhecem.

Se falta entrosamento, o técnico deveria ter cuidado disso antes. Ter feito mais jogos-treino para os reservas, ter colocado mais para jogar quando possível.

Afinal, Carille sabia que precisaria usá-los durante a temporada. E o Brasileirão está apenas em sua terceira rodada.

Nada justifica mandar a campo um time tão mal treinado. E isso vale para todos os treinadores do Brasileirão. Falta de entrosamento não pode ser desculpa para queda de rendimento com time reserva. A diferença de qualidade entre reservas e titulares, sim.

Em termos qualitativos, vale lembrar que o Corinthians que entrou em campo em Manaus tinha, além de Cássio e Ralf, Jadson e Vagner Love. Todos jogadores de bom nível.

Carille não deve criticar individualmente e publicamente jogadores. Mas a fraca atuação diante do Vasco passa também pelo baixo rendimento da maioria dos atletas, incluindo dois  dos mais fortes tecnicamente: Jadson, que melhorou no segundo tempo, e Love.

Diante do fraco desempenho da equipe, chegou a ser surpreendente Carille declarar que seu time fez “um bom jogo”. Se ele foi sincero, o torcedor corintiano deve ter problemas ao longo do Brasileirão.

Opinião: 10 sinais dados na primeira rodada do Brasileirão

Leia o post original por Perrone

1 – Santos

Não era fake news, o time de Sampaoli vai jogar pra vencer mesmo fora de casa e até com time misto. Mostrou isso ao bater o Grêmio em Porto Alegre por 2 a 1.

2 – Cariocas

Vasco, Fluminense e Botafogo confirmaram que neste momento estão bem atrás do rival Flamengo. O caso mais sintomático foi a derrota vascaína por 4 a 1 para o Athlético-PR, em Curitiba. Os tricolores não tiveram força para derrotar o Goiás, que retorna à elite, no Maracanã, e perderam por 1 a 0. O Botafogo comprovou na derrota por 2 a 0 para o São Paulo, no Morumbi, que o técnico Barroca terá muito trabalho para acertar o time.

3 – Flamengo

A vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, no Maracanã, mostrou como será difícil bater o time de Abel Braga quando pelo menos duas peças de seu forte elenco jogarem em alto nível. Na estreia, Bruno Henrique, autor de dois gols, e Everton Ribeiro, foram os destaques.

4 – Athlético-PR

Se alguém duvidava, o time paranaense sinalizou que está mesmo entre as forças do Brasileirão. Fez o que os mais fortes fazem quando pegam um time que não está bem. Atropelou o Vasco.

5 – Corinthians

O tricampeão paulista ainda é um time que oscila. Foi neutralizado pelo Bahia, cometeu falhas defensivas e perdeu por 3 a 2 fora de casa.

6 – Bahia

Roger Machado, estruturando o tricolor baiano, indicou ao vencer o duelo com Fábio Carille, que pode dar trabalho a adversários com maior poderio financeiro.

7 – Zé Rafael

O meia mostrou estar pronto para ser titular do Palmeiras. Felipão foi criticado por torcedores do time por pouco aproveitar Zé Rafael no Campeonato Paulista. Ele entrou no início do jogo contra o Fortaleza, após contusão de Ricardo Goulart, fez dois gols e deu uma assistência na vitória por 4 a 0.

8 – CSA

A equipe alagoana está muito atrás da turma. Não conseguiu equilibrar a partida com o Ceará, em tese também candidato a lutar contra o rebaixamento no Brasileiro, e perdeu de 4 a 0.

9 – Treinadores

Pouca coisa deve mudar no comportamento dos técnicos com a regra que implementou cartões amarelos e vermelhos para eles. Quem gosta de apitar o jogo continuou apitando. Caso de Mano Menezes, o primeiro a ser “amarelado”.

10 – Barreira

A regra que obriga adversários a manterem distância das barreira deve funcionar. Acabou com aqueles empurrões irritantes entre jogadores.