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A DINÂMICA DO ATAQUE SEM O CAMISA 9

Leia o post original por K.O.N.G

Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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Vou começar a Visão Tática pela linha de defesa: Léo Silva dispensa comentários, Jemerson se firma a cada dia jogando muito, Marcos Rocha manteve sua regularidade, defendendo bem, apoiando o ataque mesmo sendo alvo dos marcadores que tentam diminuir seu apoio e Douglas Santos parece que tomou conta da posição, aliás, foi o maior finalizador do Galo nesse jogo, 4 chutes. Defendeu bem, apoiou nos momentos certos e deu equilíbrio ao lado esquerdo. Tomara que não se machuque. Fez boas parcerias com Carlos e com Tardelli, criou uma jogada em que colocou Guilherme em condição de finalizar, ou seja, teve um bom começo na lateral esquerda. Os lances de perigo do Vitória foram falhas técnicas ou mérito do adversário, como no lance do primeiro tempo que Vinícius driblou Victor e chutou pra fora.

Levir optou por André na vaga de Dátolo, assim o Galo começou num 4-3-3. A linha dos defensores que já citei, Josué, Leandro Donizete e Guilherme compondo o meio campo. O ataque teve Carlos na esquerda, André centralizado e Tardelli na direita, mas com liberdade para se movimentar. Essa dinâmica do Don Diego colocava o time num 4-4-2, com Guilherme e Tardelli alimentando o ataque. O Vitória veio para empatar, fechou o meio campo com Cáceres e Luiz Gustavo na frente da defesa, Vinícius pela esquerda tentando segurar as descidas do Marcos Rocha e Escudero encostando em Dinei. Com equipes fechadas, os volantes devem ser uma arma surpresa saindo para o jogo com passes de qualidade e isso no Galo é raridade, sem tirar o mérito de marcação de Josué e LEÃO Donizete. No primeiro tempo o Galo teve poucas chances, muito em função da mudança tática do time.

Nas vitórias anteriores, o Galo mostrou muita velocidade, pressionava o adversário no seu campo de defesa, saía rápido nos contra ataques e confundia a marcação com muita dinâmica, contra o Vitória, o espaço que servia para as movimentações dos atacantes, era ocupado por André como mostra a figura abaixo:

Defesa congestionada quando há um centro avante

Até que André melhorou em relação aos jogos em que entrava, brigou, voltou algumas vezes para marcar, mas está aquém dos outros titulares. Carlos, Tardelli e às vezes até Guilherme, precisam de espaços para penetrar nas diagonais da defesa recebendo a bola em velocidade e André se posiciona a frente dos zagueiros fazendo com que os defensores ocupem tais espaços.

Na segunda etapa, O Vitória se arriscou mais, adiantou a marcação, trocou passes na entrada da área do Galo e o jogo ficou aberto. Ney Franco sacou o zagueiro Kadu e colocou o atacante Edno, contra o Galo no Horto, ser ousado desse jeito pode ser mortal…e foi. Levir trocou André por Dodô e o Galo passou a atuar sem a referência do centro avante. Tardelli adiantou, passou a buscar o jogo para abrir espaços no meio campo e partir em velocidade.

Sem a referência com espaços para as movimentações dos atacantes

Assim saiu o primeiro gol do Galo. Numa tabela com Josué, em uma das poucas vezes em que foi ao ataque, Tardelli se infiltrou onde André travou lutas com os zagueiros quando esteve em campo e foi servido pelo volante para abrir o placar e confirmar sua ótima fase. O outro gol surgiu de uma jogada individual de Dodô, Guilherme sacramentou outra sofrida vitória e mais uma vítima no Horto. Guilherme aliás, me deixa confuso, sempre tenta passes inteligentes e desconcertantes, mas erra muito. Quando acerta esses passes, coloca companheiros em boas condições de gol.  Acho que os outros jogadores não acompanham seu raciocínio…sei lá. Observo que, quando atua com outro meia de ligação Guilherme não rende tanto quando joga centralizado como único meia. Assim era na época de R10 e agora com Dátolo, um caso a ser estudado separadamente.

No meio de semana tem o Corinthians pela Copa do Brasil. Dátolo deve voltar e Levir armar o Galo no 4-4-2 com Tardelli e Carlos na frente. Se tratando de um jogo fora de casa e o gol como critério de desempate, a velocidade nos contra ataques e os espaços que seriam ocupados pelo “9” podem conduzir o Galo a mais um triunfo sob o comando do melhor jogador do Brasil na atualidade: Diego Tardelli!

Até a próxima!

QUE COMECE O PLANEJAMENTO DE 2015

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Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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Sem a referência de um centroavante, o Galo apostou na velocidade do trio Luan, Carlos e Tardelli. Na primeira etapa deu resultado, faltou o gol. O trio se movimentou muito, deu trabalho para a defesa gaúcha, trocava passes na intermediária adversária, cumpriram com o que o Levir determinou. Dátolo alimentava o ataque e às vezes trocava de lugar com um dos meias, mas não tem a velocidade dos outros. O esquema abaixo ilustra a distribuição do Galo no primeiro tempo: Luan começou pela direita, Tardelli e Carlos revezavam entre o falso 9 e a ponta esquerda.

Desenho tático do Galo no primeiro tempo.

Com essas movimentações saíram algumas jogadas, dentre elas uma escorada de Carlos para uma conclusão do Luan no início do jogo, que retribuiu um belo passe para Carlos driblar o goleiro e chutar para fora.

Marcos Rocha apoiou mais que Emerson Conceição, porque Felipão escalou Dudu na direita evitando que o lado esquerdo do Galo tivesse o apoio do lateral do Maluf, mal sabia o técnico dos 7 x 1 que foi um reforço para nós… Os volantes não foram muito exigidos, L. Donizete e Claudinei postaram à frente da zaga na segunda linha do Galo. Claudinei ousou mais que Donizete e aparecia para tabela com os meias. Quando Claudinei chegava ao ataque, o Galo formava uma linha de dois meias – Dátolo e Claudinei – e uma linha de três atacantes com Carlos, Luan e Tardelli.

Claudinei chegando ao ataque, forma-se uma linha de 3 atacantes.

Na segunda etapa, o Galo voltou com a mesma formação. O time gaúcho um pouco diferente, com Felipão botando Dudu nas costas de Marcos Rocha. O jogo esfriou um pouco, a troca de passes não aconteciam, os volantes tiveram mais trabalho e o Grêmio voltou melhor. Jemerson salvou alguns cruzamentos perigosos do Grêmio, desarmou algumas jogadas de contra ataques, o garoto vem jogando muito, o melhor em campo. A velocidade do time diminuiu, Dátolo não alimentava o trio, Carlos ficou mais parado na esquerda, Tardelli mais centralizado e o louco do Luan correndo de um lado para o outro tentando alguma jogada. O jogo virou uma pelada ajeitada. Levir trocou Carlos por Guilherme e André por Leandro Donizete. A não ser por cansaço, Carlos não poderia ter saído. O menino tem boa finalização e vem mostrando personalidade e qualidade, Levir errou. Tinha a opção de recuar Dátolo como segundo volante e manter o Carlos no time. Com as substituições, Tardelli se posicionou na esquerda e Guilherme ficou responsável pela armação do time, errando passes para finalização, muito mal.

Levir promoveu mudanças táticas no time, apostou na velocidade sem a referência do pivô. No primeiro tempo deu resultado, mas sem o gol, no segundo tempo foi um time apático. Com uma galera no DM, Levir fica meio sem opção, mas com as poucas chances de substituições, ele aposta na sorte. O Brasileiro já era, resta a Copa do Brasil, mas a incompetência é geral: treinador, diretoria e jogadores. Está chegando o fim de 2014, nem Autuori, nem Levir, conseguiram armar um esquema tático eficiente com variações táticas nesse time. Que a diretoria comece o planejamento de 2015, se eles acharem que devem esquentar a CUCA com isso…

Até a próxima!

COPA DO BRASIL: SAÍMOS NA FRENTE

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Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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O Galo estreou na Copa do Brasil com mesma formação que vem atuando no Brasileirão, 4-2-3-1, mas com o quarteto ofensivo um pouco diferente. Dátolo não jogou centralizado, como de costume. Se posicionou um pouco mais pela esquerda, Maicosuel – apagado, mais uma vez – pela direita, Tardelli livre para armar o time e Jô um pouco mais fora da área. Teoricamente, as saídas do nosso camisa 7 abriria espaços para o trio se infiltrar na defesa paulista, só que na prática isso não aconteceu de forma equilibrada, uma vez que Maicosuel e Dátolo não aproveitavam os espaços. Com inteligência, Tardelli tentava aproveitar a situação e foi assim que chegou na cara do gol aos 11 minutos da primeira etapa, numa jogada de Jô pela direita, obrigado o goleiro Fábio – que  não estava de costas – a operar um pequeno milagre. Aliás, o goleiro palmeirense fechou o gol e evitou um balaio alvinegro na noite de ontem.

Gostei de ver Jô. Não que tenha feito uma excelente partida, mas finalmente entendeu que precisa dar um sangue a mais para ser titular desse time. A superioridade do Galo no primeiro tempo foi indiscutível e ainda perdemos mais uma grande chance com Botelho, num bate rebate dentro da área. Com toques rápidos na intermediária, o Atlético envolvia o porco. O gol de Victor não foi ameaçado, muito pela eficiência da marcação alvinegra: Rafael Carioca e Josué se saíram bem na parte defensiva, fazendo uma linha de dois marcadores à frente dos zagueiros. No entanto, ainda pecam na saída de bola, apesar de uma melhora nesse quesito com a entrada do Rafael. O primeiro tempo teria outra história, não fosse a noite iluminada de Fábio e a falta de pontaria de Henrique, atacante do Palmeiras, que desperdiçou um pênalti inventado pela arbitragem aos 43 minutos de jogo.

Na segunda etapa o Galo continuou pressionando com toques rápidos, com Tardelli comandando o time. Alex Silva e Pedro Botelho apareciam no ataque suportados pela cobertura do Josué. Léo Silva manteve sua segurança, junto com Jemerson. O primeiro gol do Atlético era questão de tempo e o Palmeiras estava mais perdido em campo do que cruzeirense com a nova pesquisa do Ibope. Gareca tentou congestionar o meio campo e colocou Cristaldo para puxar contra ataques nas costas de Alex Silva, sem sucesso.

Foi quando Levir se lembrou de Luan e resolveu arriscar: tirou um volante para meter o atacante, na tentativa de acelerar a ligação meio campo – ataque e a sorte lhe sorriu de novo. No primeiro lance: gol do Luan, num contra ataque rápido, com um belo cruzamento de Maicosuel. Essa opção de Levir pode ser útil, já que Luan tem fôlego e velocidade para atacar e recompor a marcação. Penso que Levir não efetiva Luan no time titular porque ele muda o jogo nos quesitos velocidade e entrega, características únicas no nosso elenco e que, em determinadas situações, podem ser mais importante do que a questão tática da equipe.

Depois do gol, ao invés de pressionar para ampliar o placar, o Galo recuou e só não levou o gol de empate graças a Victor.

A vitória foi importantíssima para o Galo, já que no jogo de volta teremos um desfalque gigantesco: Tardelli. Hoje nosso camisa 9 é meio time e era preciso conquistar um placar positivo fora de casa para ficarmos minimamente tranquilos na semana que vem. A esperança é que Marcos Rocha, Pierre e Donizete voltem ao time, já recuperados.

Que a massa invada a Arena do Horto na próxima quinta-feira. Dessa vez o preço dos ingressos não será desculpa.

Até a próxima!

Mais um “jogo a menos” desperdiçado

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Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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Impressionante como o Galo nunca consegue aproveitar o tal do “jogo a menos”, mesmo quando o adversário parece ser um pouco mais frágil do que nós. Foi exatamente o que aconteceu ontem em Chapecó. O Atlético iniciou com a mesma formação tática dos jogos anteriores: 4-2-3-1, com Maicosuel pela esquerda, Tardelli pela direita e Guilherme centralizado, tentando se movimentar. Muitas vezes o substituto de Ronaldinho recebia a bola nas laterais, abrindo buraco no meio campo para infiltrações diagonais dos outros meias, com velocidade. Essa dinâmica, que era muito utilizada na época do técnico Cuca, poderia ser melhor aproveitada, pois confunde a marcação. É a tal da “bagunça organizada”. Acontece que, ao contrário do jogo contra o xará paranaense, nada funcionava.

Marcos Rocha – a melhor saída hoje – estava inoperante ofensivamente. Tardelli flutuava na intermediária adversária, esperando espaços para penetrar na defesa em velocidade e foi assim que ele criou algumas chances. André tentou sair da área para criar espaços e não ser apenas um finalizador. Não fez nenhum, nem outro.

O Verdão de SC tentava impor seu ritmo de mandante, principalmente na velocidade de Fabinho. Isso segurou muito Marcos Rocha, fazendo com que Pierre fosse a alternativa ofensiva. Levir poderia ter invertido e colocado Pierre em cima do Fabinho, dando mais liberdade para Rocha, até porque o lateral da Chapecoense era zagueiro de origem, quase um Emerson Conceição. Mas não. Levir não enxergou essa alternativa.

A Chapecoense, com uma formação 4-3-1-2 e sustentado por 3 volantes de contenção, não dava espaços para contra ataques. Quando se enfrenta um time fechado, os volantes precisam sair para o jogo e nesse quesito somos limitadíssimos. A situação ficou pior quando Leandro Donizete – que tem uma saída um pouco melhor – não entrou em campo. Josué, o substituto natural, não foi bem. Não conseguia atacar nem morder o adversário. Maicosuel foi outro que esteve abaixo do normal, embolando as movimentações dos meias. O Galo caiu muito de produção e num lance de escanteio Emerson Conceição não cortou a bola e o Galo tomou o gol.

Na segunda etapa, o burro mais sortudo do mundo tirou André e Maicosuel para colocar Dátolo e Luan. Sem um 9 de referência, o Galo circulava a bola na intermediária adversária sem muito perigo. A Chapecoense se manteve fechada e explorando as falhas alvinegras e catimbando o jogo. Tardelli se posicionou mais centralizado, comandando a distribuição das jogadas. Quando chegava nas laterais, principalmente na esquerda com Emerson Conceição, não saía nada de interessante. Aliás, não entendo até hoje como a diretoria dispensou Jr César para contratar Botelho e E. Conceição… coisas que só acontecem no Galo. No apagar das luzes Leonardo Silva foi lá e impediu mais um vexame do Atlético nesse Brasileirão.

A melhor saída de jogo no Galo hoje é com Marcos Rocha. Levir não enxergou que a Chapecoense anulou nosso lado direito, impedindo as descidas do nosso camisa 2. Por isso é necessário termos variações táticas, porque ficar dependendo de jogadas individuais de Tardelli a todo momento não dá. A diretoria precisa trazer urgente volantes que saibam jogar com qualidade… senão vamos depender da sorte até o final do campeonato.

Até a próxima!

VISÃO TÁTICA: superioridade alvinegra

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Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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Olá amigos!

O Galo deu um importante passo para a conquista de mais um título internacional, ontem na Argentina. Levir optou por iniciar a decisão no esquema 4-2-3-1. Somente André na frente e uma linha com Tardelli, Maicossuel e R10 para alimentar o centroavante, que não se movimentava para dar opção aos meias. O Galo começou bem, diferente dos confrontos do ano passado fora de casa nos esquemas do Cuca. Tardelli pela esquerda, Ronaldinho centralizado e Maicossuel pela direita. O estreante, aliás, teve boas chances no início do jogo. Pegou rebotes na entrada da área e finalizou pra o gol e perdeu uma grande chance na frente do goleiro, quando tentou o drible.

Gostei do Maicossuel nesse esquema, tem velocidade para chegar ao ataque, recompõe o meio campo e tem qualidade técnica. Com mais entrosamento, pode render muito mais. Ronaldinho não foi bem. Sem movimentação, facilitando seus marcadores, tanto que Levir o tirou no intervalo. Guilherme entrou e deu outra dinâmica ao jogo, assim como Jô. Tardelli jogou muito. Buscando a jogada, se movimentando, aplicando dribles desconcertantes e partindo para cima. Foi recompensado com o gol da vitória.

Na parte defensiva o Galo foi simples e objetivo: Léo Silva manteve sua boa regularidade e o jovem Jemerson não comprometeu e se apresentou firme, com seriedade. Pierre e Donizete tiveram muito trabalho e se saíram bem, apesar da limitação na saída de bola – problema que assombra o Galo desde o ano passado. Nas laterais Emerson Conceição é fraco, é um zagueiro improvisado, sem ginga, sem mobilidade e Marcos Rocha provou mais uma vez que faz muita falta ao Galo e que é um dos melhores laterais do país, como vem de trás, quase não é acompanhando pelo seu marcador e é uma excelente saída nos momentos difíceis dentro da partida.

Na volta do intervalo Levir sacou R10 e André, e o Galo melhorou muito. Jô se movimentava abrindo espaços para infiltrações de Tardelli, Guilherme tinha opção para lançar, tem um ótimo passe e foi dele a assistência para Diego marcar seu 99º gol com o manto alvinegro. Começou com roubada de bola do Pierre, lateral do Rocha, briga do Jô, passe do Guilherme e finalização do Tardelli: 1×0. O Galo perdeu várias oportunidades tanto em jogadas trabalhadas quanto em contra ataques. Jô perdeu cara a cara com goleiro, depois uma cabeçada na única descida produtiva do Emerson Conceição. No final o Lanús ameaçou uma pressão e Victor fez uma bela defesa num chute de longe, garantindo a vitória do Galo.

Taticamente, houve evolução em comparação às rodadas inicias do Brasileirão. Poderia ter sido goleada. Levir mostrou coragem em sacar R10 no intervalo e contou com a boa participação do Guilherme. Tardelli ajudou muito com sua movimentação, abriu espaços para os outros meias e laterais. Não tem nada definido ainda, mas o Galo deu um grande passo para levantar a Taça. Resta a Levir trabalhar a questão do posicionamento e movimentação do R10, as infiltrações de Marcos Rocha e a recomposição defensiva do time. Temos a vantagem, mas não podemos menosprezar argentinos em decisão no Mineirão. Nossos amigos torcedores do CEC que o digam.

Até a próxima!

VISÃO TÁTICA: VITÓRIA ESTILO ELIFOOT

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Levir escalou o Galo num sistema diferente, 3-5-2, com Victor, Edcarlos, Otamendi e Léo Silva. Alex, Pierre, Leandro, Tardelli e Emerson Conceição. Fernandinho e André. Com maior volume de jogo, mas sem criação, o Galo foi um time fechado já que contamos com dois volantes de contenção e dois laterais que apoiam pouco. Nesse tipo de esquema, os alas devem ser ofensivos e recompor a defesa fechando pelo meio, daí não fica um esquema de retranca. Outro diferencial ofensivo no 3-5-2 é a saída surpresa dos zagueiros que jogam pelas laterais. O Galo até que consegue isso, mas, talvez pela fase atual, não arriscou muito.

A falta de um meia armador de origem fez com que o time ficasse dependente de uma jogada de Tardelli ou uma proteção de bola bem sucedida de Fernandinho. O time não criava, os laterais não chegavam ao ataque, exceto uma boa jogada pela direita de Alex que Fernandinho desperdiçou. O cruzeiro achou um gol numa jogada trabalhada pelo meio, onde tinha 4 jogadores do Galo na jogada e Souza partiu com a bola em direção a área sozinho e no rebote de uma grande defesa do melhor goleiro da atualidade, Marcelo marcou. O Galo reagiu bem, voltou a pressionar, mas não criou situações de gols.

No segundo tempo, Levir voltou com Marion e Carlos no lugar de Tardelli e Edcarlos. Como disse na minha última Visão Tática, o Galo foi estilo Elifoot: 4-2-4 ou, se preferirem 4-2-0-4. Somente Pierre e Donizete no meio, sem armador e Carlos, Fernandinho, Marion e André no ataque. O mais assustador: deu certo! O Galo ganhou velocidade com Marion buscando a bola e conduzindo a equipe, Carlos se posicionou como meia e se perdeu um pouco. A defesa ficou mais exposta que no primeiro tempo, mas os volantes do Galo, que são limitados no quesito técnica, jogaram bem defensivamente e deram proteção aos zagueiros. O Galo continuou em cima, até que numa falta lateral, Léo Silva foi agarrado na área e André desencantou de pênalti. Marion seguiu dando trabalho pela ponta direita, quase fez um golaço driblando 3 defensores azuis, mostrou personalidade. Naturalmente houve um recuo, uma ameaça de pressão azul e um erro da bandeirinha num impedimento mal marcado, mas nada além disso.

Não comento arbitragem, o choro é livre. Houve um lance da bola na mão de Otamendi e o tal impedimento mal marcado. Não digo que era gol feito, pois se tratava de um confronto direto do ataque azul com o melhor goleiro do Brasil e aí galera…seria e serei sempre mais Victor.

A primeira vitória no Brasileirão veio com polêmica, num contexto geral a coisa está séria e Levir terá muito trabalho. O time não está bem, mesmo com todos os titulares em campo (Marcos Rocha, Réver, Ronaldinho e Jô), Levir não conseguiu impor seu estilo e arrumar a parte tática da equipe. Tem que achar um lugar para Tardelli, encaixar R10 de modo que ele faça a diferença e ajustar a saída de bola. Qualidade técnica tem, peças de reposição nem tanto, enquanto isso, vamos no embalo da raça e disposição de Marion…

Até a próxima!

Levir é do Galo, mas o Galo não é o do Levir.

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O Galo começou… ou melhor, entrou em campo com time do Autuori: Victor, Alex, Léo Silva, Otamendi e E.Conceição. Pierre, L. Donizete, Ronaldinho e Tardelli. Fernandinho e Jô. O time reserva do Grêmio não compensa nem escalar, mas correram demais. E mereceram a vitória. Cumpriram o que Ederson Moreira pediu: marcaram pressão, deixaram que Pierre e Donizete tentassem sair jogando… disse “tentassem” porque nos últimos jogos nossos volantes mostraram que as limitações técnicas restringem as construções das jogadas. Mas não são maiores culpados pela derrota de ontem e nem pela má fase do Galo. O ataque está improdutivo. Não só pela falta de gols, mas pelas falta de criações. Tardelli e Fernandinho trocaram de lado de campo, se movimentaram, o que não foi suficiente. Ronaldinho e Tardelli precisam jogar! Sinceramente procuro explicações pelas últimas atuações das estrelas do Galo, não encontrei. Se a fase ruim fosse só técnica/tática, daria para entender, acontece. Mas falta comprometimento com as reposições defensivas, companheirismo para roubar a bola e sobra sonolência.

Alex Silva foi infeliz no segundo gol, tocou fraco na bola, mas não podemos crucificar uma promessa da base. Em contrapartida, isso nos mostra a importância de Marcos Rocha ao time. Alex não chegou à linha de fundo, se limitou a defender. No lado oposto, Emerson Conceição não foi muito diferente e nas vezes em que chegou na ponta esquerda, errava os cruzamentos. Ouso dizer: ainda estamos sem lateral esquerdo. Posso até me enganar, mas E. Conceição parece sem mobilidade, sem ousadia de lateral.

Pierre e Leandro Donizete correm feito loucos no meio campo, mas muitas vezes, volantes correrem muito não é sinal de produtividade. Significa que estão tentando roubar a bola do adversário… e quando precisam sair jogando são limitados.

Jô é típico centroavante, necessita que a bola chegue com qualidade para finalizar, o que não vem acontecendo ultimamente, mas tem sua parcela de culpa também: não ganha disputa de cabeça como antes, erra o passe de pivô quando consegue prender a bola… mas confio nele. Fernandinho não se omite e apesar de estar mal tecnicamente, ainda tenta. Ronaldinho não chegou em 2014, parece no mundo da lua, sem vibração, mais preocupado com a carreira musical. Para finalizar os comentários individuais: Tardelli. De uma vez por todas, ele não é meia. Não rende, busca a bola nos pés dos volantes, sai correndo com ela e procura alguém para dar o passe, sendo que o receptor do passe deveria ser ele. Tomara que Levir Culpi enxergue isso. Quando Marion e Guilherme entraram em campo na Colômbia deram outro ritmo ao time, mas acho arriscado, em termos de grupo, sacar os 2 de uma vez. Ontem, contra o Grêmio, quando Guilherme e Marion entraram no jogo, se perderam, porque André também foi a campo e o Galo ficou com Pierre e Guilherme no meio e 4 atacantes, igual Elifoot. Mas vejo Guilherme com vaga no time.

Quinta feira tem o jogo do ano. Os últimos jogos não são animadores e o tempo para Levir impor sua filosofia é curto. O trabalho psicológico será mais importante. Não creio em grandes mudanças táticas, esse time ainda não é do Levir, mas o Levir já é do Galo e temos que abraçar o time. Que a Massa recupere o clima de Libertadores do ano passado e transforme a Independência no maior terror das Américas!

Até a próxima!

Mais posse de bola, menos intensidade.

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O Galo entrou para o último confronto da fase inicial da Libertadores um pouco diferente. Com a classificação garantida e com alguns desfalques, Paulo Autuori não arriscou escalar Ronaldinho, Victor e o retorno de Fernandinho como titular. Iniciou no 4-2-3-1. Com Giovanni, Marcos Rocha, Leo Silva, Otamendi e Alex Silva. Leandro Donizete e Pierre, Guilherme, Tardelli, Berola e Jô. O Zamora, precisando do resultado, não se intimidou e começou a partida tentando marcar em cima, o que dificultou a criação de jogadas do Galo. Os laterais e zagueiros trocavam passes na defesa, sem penetrar no campo adversário. O gol saiu numa erro de saída de bola errada do time venezuelano, Guilherme ganhou a bola e colocou Jô na cara do gol para marcar seu 4º gol na Libertadores. Guilherme foi o melhor em campo, aliás, esse ano o camisa 17 está muito bem. Além de colocar os atacantes em boas condições de jogo, o meia voltava para marcar, dava carrinho e recompunha o meio campo.

Guilherme, mais uma vez o melhor em campo. Foto: Bruno Cantini

Outro fato relevante foi que, por várias vezes durante o jogo, houve a inversão de posicionamento dos volantes: Pierre está saindo mais para o jogo e Donizete mais fixo, dando mais contenção à defesa. Leandro Donizete tem jogado bem, guerreiro, reassumiu sua vaga de titular. Por falar em defesa, Autuori deu uma solidez ao sistema defensivo do Galo. O time não leva ameaças como outrora, evita dar os chutões e joga sério quando é necessário. Gostei da recomposição defensiva do time. Está diminuindo os espaços que os meias adversários tinham na intermediária. Em algumas situações se via 3, 4 jogadores do Galo ao redor da jogada.

No ataque, Berola e Tardelli invertiam de lado, criando espaços para confundir a marcação, mas a fase do Tardelli está comprometendo o esquema, Jô tem que voltar para ajudar a saída de bola da defesa enquanto Tardelli se mostra desinteressado, está sem confiança, erra quase tudo e o pior, os próprios companheiros sentem isso e às vezes evitam jogar com o camisa 9. Reconhecendo a fase do Tardelli, Jô saiu muito da área, tirava os espaço de armação de Guilherme e suas opções de passes, ainda salvou um gol certo do Zamora. O Galo girava a bola de um lado para o outro, mas sem ganhar espaço no campo adversário, os laterais tem que chegar mais à linha de fundo.

No segundo tempo, Claudinei voltou no lugar do Marcos Rocha que saiu machucado. Com as duas laterais improvisadas, era melhor ter invertido os jogadores, Alex na direita e Claudinei na esquerda. As jogadas de ataque foram focadas pela esquerda com Alex, mas era onde Tardelli estava posicionado e mal na partida, até que foi substituído por Marion, que criou boas oportunidades e deu velocidade à equipe. Fernandinho voltou de contusão e entrou no segundo tempo no lugar de Berola, faz muita falta à equipe, vai para cima da defesa, cria oportunidades, é um jogador que joga na vertical. O Zamora ainda tentou pressionar no final do jogo para conseguir sua classificação, mas sem sucesso.

O placar de 1 x 0 contra o modesto Zamora deixa a Massa ressabiada, dentro de casa tem que se impor mais. O Galo está ficando mais com a bola, sem pressa para finalizar, isso é evidente no comando de Autuori, é um time diferente do ano passado, menos intenso, menos avassalador, mas dá menos chance ao adversário e mesmo a contragosto, a torcida precisa entender isso, jogar junto, sem vaiar, porque a partir de agora vai ser essencial para fazer do Horto o cemitério dos sul-americanos.

Até a próxima!

VISÃO TÁTICA: CHEGA DE EXPERIÊNCIAS

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Paulo Autuori poupou alguns titulares aproveitando para fazer as últimas experiências, uma vez que daqui para frente serão jogos decisivos no primeiro semestre. O Galo iniciou o confronto mantendo o esquema do time principal: 4-3-2-1. Com VICTOR, Edcarlos e o ótimo Otamendi na zaga, Alex e o improvisado Dátolo nas laterais, Leandro Donizete e Claudinei na contenção, Marion e Berola atuando pelas pontas, Jô centralizado e Guilherme na armação. Moacir Jr escalou Carlos Renato nas costas do Dátolo, aproveitando a limitação defensiva do argentino e Marcelinho nas costas do Alex para evitar as subidas dos laterais do Galo. E assim saiu o gol do Coelho, irregular por sinal, nas costas do Dátolo, num belo lançamento do Tcho.

Destaco as atuações de Otamendi, Alex e Guilherme. O Galo criou pouco no primeiro tempo, Marion e Berola não se movimentaram para alternar os lados do campo e tentar sair da marcação e Jô ficou refém das bolas alçadas na área. Os volantes do América saíram pouco para o jogo, o limitado e lento Leandro Guerreiro era quase um zagueiro e Andrei ficou responsável por anular Guilherme após o cartão amarelo do companheiro.

Marion iniciou na ponta esquerda, fazendo parceria com Dátolo e usando a velocidade tentando puxar o Galo para o ataque.  Pelo lado direito, Alex tentou algumas jogadas com Berola, mas no primeiro tempo ficou tímido para atacar, já no segundo tempo se impôs com personalidade, tentou jogadas, sofreu um pênalti não marcado e mostrou que tem condições de assumir a titularidade, na lateral direita quando precisar ou na esquerda desde já…A dupla de volantes se mostrou desentrosada, Claudinei ainda não se encontro no Galo e Leandro Donizete poderia sair mais para o jogo ontem, mas já se mostrou com melhor ritmo de jogo e já está em condições de voltar ao time principal.

Guilherme iniciou 2014 dando esperanças à Massa de que pode ser muito útil. Creio no futebol dele, ontem tentou vários passes de qualidade, no “ponto futuro” e com atacantes de velocidade esses passes podem ser bem aproveitados, o vejo atuando ao lado de R10, adiantando Tardelli mais próximo de Jô.

No segundo tempo o Galo empatou logo aos 2 minutos com Berola e logo em seguida houve a expulsão de Carlos Renato. A partir daí o América se encolheu, o Galo também não se esforçou a fim de liquidar a partida e o segundo tempo foi pobre técnica e taticamente.

Na quinta feira tem Libertadores, vamos à Colômbia enfrentar o Santa Fé e tentar sacramentar a vaga às oitavas. A partir de agora começam as decisões e terminam as experiências de Autuori no time titular. Acho que Donizete deveria voltar, Alex assumir a vaga de Dátolo e com a ausência de Fernandinho, tentaria Guilherme adiantando Tardelli, vamos aguardar… Em jogos decisivos os craques devem assumir suas responsabilidades e decidirem, portando, Tardelli e Ronaldinho: A Massa confia em vocês!

Até a próxima!

VISÃO TÁTICA: DAVA PRA MANTER 100%

Leia o post original por K.O.N.G

Luís Fernando Cordeiro é Galo de corpo e alma. Op Logístico, estudante de Engenharia de Produção, ex-atleta profissional. Não torce para um time, torce para uma nação.  Siga no twitter: @luisfernando_4

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O Galo começou mal a partida: a defesa batendo cabeça, os volantes não marcavam e o setor ofensivo não produzia. Essa desorganização tática surtiu efeito cedo, quando o Nacional abriu o placar com um passe em diagonal nas costas de Dátolo, mais uma vez improvisado na lateral e com o jovem Alex Silva no banco… vai entender. Não parou por aí e os paraguaios quase ampliaram numa cabeçada na trave de Victor. Nacional e Atlético começaram o jogo com o mesmo esquema, o 4-2-3-1, porém os paraguaios eram mais eficientes no ataque. Após 20  minutos, diminuíram a pressão e o Galo passou a dominar a partida.

                        Nacional 4-2-3-1

O Galo acordou e numa investida de Josué, Ronaldinho, em sua primeira participação, colocou o volante na cara do gol para empatar. Após o empate, Dátolo continuou sendo alvo das principais jogadas do time paraguaio, mas Otamendi estava bem na cobertura. Tardelli e Fernandinho não se encontravam. O camisa 11 ainda tentou, fez uma boa jogada driblando  3 adversários e sofrendo falta na entrada da área, mas Tardelli tem muito o que se explicar: não produz, parte em velocidade com a bola e acaba perdendo de forma infantil, arma contra ataques, não põe o pé em divididas… está complicado Don Diego!

O Galo passou a dominar, mesmo de forma horizontal, tocando a bola de lado, sem arriscar muito. Até que na primeira ida de Dátolo à linha de fundo, o argentino colocou Jô, o artilheiro da América, em condições de desempatar. Tardelli e Fernandinho trocaram de lado, mas continuaram improdutivos. Com a apatia dos atacantes, nenhum esquema funciona, sobrecarrega os volantes. O Galo tem o R10 que não marca e Jô é centroavante, não tem tanta obrigação, mesmo assim ainda volta para ajudar. Quando Josué levou o cartão amarelo, Autuori poderia ter trocado de lado com Pierre, uma vez que Josué cobre o lado esquerdo, onde Dátolo joga improvisado e poderia tomar o segundo cartão e complicando o time.

O segundo tempo começou devagar, os times não arriscavam, o jogo ficou lento. O Nacional passou a atuar com duas linhas de 4 jogadores, bem fechado.

Nacional com duas linhas de 4

Percebendo isso, Autuori colocou Leandro Donizete no lugar de Josué, que já estava amarelado e não possui boa saída de bola em velocidade como Donizete. Trocou também Alex Silva por Dátolo e logo nas primeiras jogadas o jovem já mostrou que tem personalidade. Tardelli, Fernandinho e R10 continuaram apagados, errando até mesmo cobrança de escanteio. Fernandinho às vezes tentava alguma jogada individual, mas sem sucesso. O Galo trocava passes, estava seguro em campo. Aos 36 minutos e já pensando nos 3 pontos, Autuori tirou R 10 e colocou Rosinei para fechar o time. Num erro da defesa paraguaia, a bola sobrou para Tardelli ampliar, mas o atacante foi displicente na frente do goleiro e no contra ataque o Nacional empatou de pênalti.  Aliás, a bola bateu na mão de Otamendi, que estava na direção do peito, mas o árbitro Patricio Loustau assinalou a penalidade. O lance não pode apagar a boa partida do argentino Otamendi e seu companheiro Léo Silva, foram muito bem, jogaram sério e bem posicionados.

O empate no Paraguai não foi tão ruim na tabela, mas a situação de como foi conduzido o jogo poderia fazer o Galo manter os 100% de aproveitamento. Estamos acostumados como Atlético de 2013, mas em determinada situação, tem que jogar com cautela e experiência, sem arriscar e expor demais o time. Isso foi feito no segundo tempo. O que não pode é dar brecha ao adversário. A cadência do time, o toque de bola é a realidade do Galo 2014, vamos torcer para dar certo. Agora é receber o Nacional no Horto.  Creio numa boa vitória e espero boa participação de Fernandinho, Tardelli e R 10, daí a parte tática terá mais funcionalidade.

Até a próxima!