Arquivo da categoria: Vitor Bueno

São Paulo deve testar Pato e Tchê Tchê em jogo treino com São Caetano

Leia o post original por Perrone

A comissão técnica do São Paulo espera realizar um jogo-treino com a São Caetano na próxima terça (16). Em se confirmando o treinamento, a ideia é utilizar Pato e Tchê  Tchê, que por enquanto apenas treinam. O aproveitamento de Vitor Bueno, contratado na última quarta, não é descartado.

Em entrevista ao blog, Carlinhos Neves, preparador físico são-paulino, deu a realização do jogo-treino como certa, porém, segundo o clube, o teste ainda não está confirmado. O integrante da comissão técnica falou da chance de os reforços serem observados. “É um trabalho pra contemplar o elenco todo, mas aí a gente já começa a pensar nesses atletas (os três reforços) pro jogo contra o Botafogo (estreia no Brasileirão)”, declarou o preparador físico. Segundo Neves, Tchê Tchê está num estágio de preparação mais avançado em relação aos dois novos companheiros.

O preparador físico enxerga um fator positivo no fato de os reforços não poderem atuar pelo time na reta final do Paulista. “Claro que gostaríamos de utilizá-los, mas já que não podemos, estamos trabalhando do jeito que gostamos e entendemos. Sem ter que jogar quarta e domingo, eles têm trabalhado bastante. Trabalham sábado, domingo, segunda, dia de jogo. Vão chegar bem no Brasileiro. Só não vão chegar 100% porque ainda vai estar faltando jogar”, disse Neves.

Classificação heroica

Leia o post original por Odir Cunha

Com um jogador a menos desde os 22 minutos do primeiro tempo, quando Bruno Henrique foi expulso em um lance normal; prejudicado pela arbitragem argentina; sentindo os efeitos da altitude, que tiraram Ricardo Oliveira do jogo antes mesmo do início da partida; pressionado pelo Strongest na maior parte do tempo, o Santos conseguiu um heroico empate por 1 a 1, em La Paz, depois de terminar o primeiro tempo perdendo por 1 a 0, e obteve a classificação antecipada para as oitavas de final da Copa Libertadores. Agora falta enfrentar o Sporting Crystal, na Vila Belmiro, mas o jogo servirá só para definí-lo como primeiro lugar no grupo.

Logo no começo da partida o árbitro argentino Dario Herrera fez vistas grossas a uma entrada violenta em Lucas Lima, mas depois não perdeu a oportunidade de expulsar Bruno Henrique aos 22 minutos, depois de dar-lhe dois cartões amarelos. Para piorar as coisas, o Santos sofreu um gol no finalzinho do primeiro tempo. Parecia impossível, até aquele momento, conseguir ao menos um empate, o que classificaria o Santos e o manteria como único time brasileiro invicto na competição.

Na segunda etapa, porém, apesar das seguidas chances desperdiçadas pelo time boliviano, o Santos se mostrou mais disposto e em um contra-ataque comandado magistralmente por Lucas Lima, a bola foi passada a Vitor Bueno, apagado até então, que penetrou pelo meio e empurrou para as redes. Antes do final do jogo o time da casa ainda perdeu um pênalti, cometido por Vanderlei.

Os destaques santistas foram Victor Ferraz, Cleber, Lucas Veríssimo, Copete e Lucas Lima (Vitor Bueno também merece elogios pelo gol, claro). Leandro Donizete foi um dos mais erráticos, assim como Léo Cittadini, que o substituiu no final.

E você, ficou mais esperançoso agora?

Agora ouça o precioso comentário de Gustavo Roman:

Começou o Brasileiro, voltou a promoção do Dossiê

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Agora, uma homenagem do músico Lucas Silva ao Santos e aos amigos do blog:


O lado cheio do copo

Leia o post original por Odir Cunha

Amigos e amigas leitores e leitoras deste blog. Vejam como são as coisas: uma vitória, fora de casa, e o Santos já é o líder de seu grupo no Campeonato Paulista e tem a terceira melhor campanha da competição, superando, no olho mecânico, o São Paulo de Rogério Ceni. O que isso quer dizer?

Para mim, indica que nem tudo está perdido. Um esforço suplementar e nosso querido Alvinegro Praiano pode, sim, fazer uma ótima campanha na Copa Libertadores e ainda beliscar, quem sabe, mais uma boa classificação no Campeonato Paulista. Peço desculpas a alguns colegas pelo meu otimismo, mas não consigo desacreditar.

Caras e caros, nada como um dia depois do outro. Vejam que o garoto Vitor Bueno, que perdeu aquele gol feito domingo, dessa vez acertou uma chapa bem no cantinho, assim como Lucas Lima, que driblou o goleiro e fez o gol como se passeasse com o pequinês no calçadão de Santos. O sujeito é craque e torço para que arrebente neste ano.

Esse meu otimismo não tem nada a ver com aprovar a forma como o clube vem sendo administrado, mas sim com com a confiança na camisa, no carisma, na personalidade dos jogadores que defendem nosso time. Não desistirei de acreditar neles, ou este blog não teria sentido. Fortes abraços e vamos à luta!

E você, o que acha disso?

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Coragem Professor!

Leia o post original por Odir Cunha

Coragem Professor!

Depois das atuações de Bruno Henrique e de Vladimir Hernández na vitória de 4 a 1 sobre o São Bernardo, fora de casa, o que o santista espera é que o ténico Dorival Junior tenha coragem de iniciar a próxima partida com os dois como titulares, provavelmente nos lugares de Vitor Bueno e Copete.

Bruno Henrique fez três gols e Hernández deu duas assistências, em uma vitória que mantém o Santos com chances de se classificar para a próxima fase do Campeonato Paulista.

Dorival Junior disse que poupou os titulares (para não dizer que poupou ele respondeu algo incompreensível, mas na realidade poupou mesmo) porque estes chegaram ao Brasil na sexta-feira à noite, sem dormir bem de quinta para a sexta. Bem, duas boas noites de sono – de sexta para sábado e de sábado para domingo – não são suficintres para descansar um atleta que só ia jogar domingo à noitinha em uma cidade próxima a Santos?

Mas por um lado foi ótimo colocar todos os novos contratados em campo. Deu para ver quem pode ser mais aproveitado no time principal. O que você achou de cada um? Quais deles podem ser titulares? Creio que, no momento, no mínimo Bruno Henrique e Vladimir Hernánfez poderiam entrar nos lugares de Copete e Vitor Bueno, concorda? E também seriam boas opções para os lugares de Ricardo Oliveira e Lucas Lima naqueles dias em que ambos estiverem no mundo da lua.

O que você acha disso?

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Esquema DJ2017 reprovado

Leia o post original por Odir Cunha

O problema do sistema idealizado pelo técnico Dorival Junior para o Santos em 2017 é que existem adversários, e que estes também pegam na bola e atacam, e quando atacam dão de cara com a defesa do Santos arreganhada, com buracos nas extremas e no meio e ainda marcando em linha. O São Paulo de Rogério Ceni tem seus méritos por vencer, de virada, na Vila Belmiro, por 3 a 1, mas do jeito que está jogando o Santos não passará um jogo sem sofrer gols, e mais de um. Em três jogos no Campeonato Paulista, já foram sete gols sofridos, um pouco mais de dois por jogo.

Mas enquanto o São Paulo ficou atrás e o Santos teve espaço para tocar a bola no campo do adversário, parecia até o Barcelona, como queria Dorival. O Alvinegro Praiano inaugurou o marcador aos 10 minutos, com Copete completando jogada sensacional de Vitor Bueno, e ainda teve outras oportunidades. Mas aos poucos o São Paulo perdeu o medo, passou a tocar mais a bola no campo do Santos e começou a perceber os incríveis buracos na defesa santista.

Aos 36 minutos Zeca cometeu pênalti bobo em Gilberto e Cueva bateu para empatar. Zeca não precisava fazer a falta, só pular junto para a cabeçada. Aos 10 minutos do segundo tempo, repetindo o que já fizera contra o Red Bull, Lucas Lima perdeu a bola no meio de campo e proporcionou um contra-ataque que a avenida Ana Costa no meio da defesa do Santos ajudou a transformar em gol do adversário. Aos 27 minutos, em novo contra-ataque que pegou a defesa santista novamente esburacada, Luiz Araújo, que já fizera o segundo, fez o terceiro do São Paulo.

Há jogadores santistas que merecem ressalvas, sim, pois não jogaram bem, alguns talvez jamais consigam jogar realmente bem, mas o maior culpado pela derrota do Santos foi o técnico Dorival Junior e seu esquema suicida. Menos mal que a derrota ocorra no início do ano e no Campeonato Paulista. Se fosse na Copa Libertadores, um revés desses, na Vila Belmiro, poderia colocar o sonho do tetracampeonato a perder.

Lembro ao ilustríssimo técnico que Libertadores não se ganha com ataque, mas sim com a defesa. Muricy Ramalho levou o Santos ao tricampeonato depois que fez o time marcar atrás da linha da bola. A equipe segurou empates sem gols no México e em Montevidéo que se tornaram decisivos. Se quiser manter esse esquema contra os gringos, o Santos sofrerá gols e não conseguirá furar a retranca e a catimba adversárias. Só um técnico muito ingênuo jogaria uma competição dura como a Libertadores com um sistema tático desses.

Não dá para inventar em um ano tão importante para a história do Santos. O negócio é jogar no 4-3-3 mesmo e lutar pelos pontos de cada dia. Esse contra o São Paulo não era um jogo para perder. Fizesse a tática feijão com arroz e o time ganharia sozinho, pois é mais experiente do que o do São Paulo e tinha o ótimo apoio de 11.320 pagantes.

Acabamos vendo um técnico iniciante, como Rogério Ceni, fazer as substituições certas, motivar a equipe com a atitude correta e sair da Vila Belmiro com uma vitória incontestável. A entrada de Luiz Araújo no lugar de Neilton ainda no intervalo – algo que Dorival Junior jamais faria – se tornou decisiva.

É preciso ter coragem para substituir, para testar os contratados, para colocar no banco quem não está jogando bem ou se acha o dono do time. Que me desculpem os fãs desses rapazes, mas Thiago Maia tropeça na bola, assim como Rodrigão; Leandro Donizete é lento e Victor Ferraz gira, gira, e não faz nada de produtivo. Por sua vez, Lucas Lima joga só pra ele. Se não testar outros jogadores no Campeonato Paulista, quando o professor os testará? Em um jogo fora de casa pela Libertadores?

Bem, mas ainda há muito futebol em 2017 e espero que Dorival Junior e sua trupe tenham a humildade de perceber que o sistema que estão querendo implantar no Santos é suicida e fará o time ser eliminado precocemente da Libertadores, além de não vencer nenhuma competição que disputar este ano.

Escalação e notas dos jogadores do Santos
Vladimir(5), Victor Ferraz (3), Lucas Veríssimo (4), Yuri (5) e Zeca (4); Leandro Donizete (3) (Bruno Henrique |(4, pela vontade), Thiago Maia (2,5) e Lucas Lima (4) (Thiago Ribeiro (3); Vitor Bueno (6,5), Copete (5,5) e Rodrigão (4) (Kayke (sem nota). Técnico: Dorival Junior (1)

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Conselhos para a batalha

Leia o post original por Odir Cunha

Uma vitória sofrida em 2009, com milagres de Felipe.

Minha amiga e meu amigo santista, neste sábado, das 18h30 até o final da partida com o Sport, em Recife, uma coisa é certa: vamos sofrer. O adversário tenta escapar da zona de rebaixamento e o Santos precisa desesperadamente da vitória para continuar a perseguição aos ponteiros do Campeonato Brasileiro. Não se iluda: será mais uma batalha. Antes dela, em vez de admoestar, gostaria de incentivar e aconselhar cada um de nossos bravos guerreiros que entrarão em campo logo mais.

Vanderlei: Você está indo muito bem. Apenas eu diria para confiar mais nas suas saídas de gol, esquecer os dribles sobre os atacantes e caprichar na reposição de bola.

Victor Ferraz: Meu nego, com a bola no pé você vai muito bem. Só precisa erguer a cabeça e cruzar na direção de um companheiro de equipe. Também pode arriscar mais chutes a gol, já que as vezes a oportunidade aparece. Na defesa, porém, você tem falhado. Parece que se coloca, intencionalmente, distante do atacante contrário para depois não ser culpado caso este faça o gol. Ora, seja homem. Encoste no cabra, antecipe seus movimentos, dê duro, mas na bola. O jogo de hoje é decisivo. Não finja que não é e não me venha com desculpas depois. Boa sorte!

Luiz Felipe: Meu caro, se você jogar sempre como o fez contra o Vasco, logo será cogitado para a Seleção Brasileira. Continue assim.

Gustavo Henrique: Você também está mantendo um alto rendimento. Percebe-se que está mais seguro, mais determinado. É por aí mesmo. Força!

Zeca: Parabéns pela personalidade e pela determinação de vencer os jogos que, todos percebemos, você tem mais do que a maioria dos jogadores do Santos. Na frente, você tem sido mais um atacante, e dos bons. Agora, é preciso tomar mais cuidado na defesa. Se tiver problemas na marcação, peça para alguém ajudar.

Thiago Maia: O primeiro gol do Santos contra o Vasco teve a marca de sua garra e personalidade. Parabéns. A partida contra o Sport exigirá essas qualidades. Mesmo jovem, você tem espírito de liderança. Então, quando sentir que boa parte do time quer tocar a bola de lado e empurrar o jogo com a barriga, tome a iniciativa. Estaremos torcendo daqui. Força e cabeça! Abraço.

Renato: Sua categoria é inegável e a maneira como cuida do seu físico também. Mas, assim como disse ao Thiago, hoje é dia de querer a vitória acima de tudo. Com sua experiência, você sabe a hora de ir ao ataque e já fez gols decisivos para o Santos. Não se reprima se surgir a oportunidade. Outro pedido: se estiver cansado, lá pela metade do segundo tempo, não continue no jogo. Peça para ser substituído. Sua falta de fôlego já prejudicou o Santos ao final das partidas.

Lucas Lima: Já escrevi que você é o único craque em atividade no Brasil. Continuo achando isso, mas só quando você joga, humildemente, para a equipe. A vitória, hoje, colocará o Santos em uma posição muito boa para brigar pelo título, uma conquista que faria você entrar para a história do Santos e do futebol brasileiro, além de valorizar sobremaneira o seu passe. Segure menos a bola, anteveja a jogada e faça o ataque santista fluir. Se tiver chance, bata a gol. Acreditamos muito em você. Vá lá e jogue o que sabe.

Vitor Bueno: Garoto, você tem tudo para se consolidar como um craque, um dos melhores atacantes do Brasil. Porém, talvez pela juventude, suas atuações são marcadas pelos altos e baixos. Tente lutar contra isso. Seja sempre uma opção de passe, dê fluência às jogadas e se der oportunidade, bata com vontade a gol. Você chuta muito bem e isso pode decidir um jogo, como ocorreu diante do Santa Cruz. Outra coisa: ao perder a bola, não fique parado, passe a defender, a atrapalhar a saída de bola do adversário. Boa sorte!

Copete: Hermano, estás jugando muy bién, congratulaciones. Mesmo quando a jogada não dá certo, você luta, disputa a bola, e isso é muito valorizado pelos torcedores. Não tenha receio de driblar, porém às vezes é melhor servir um jogador mais bem colocado, como você fez no segundo gol do Santos contra o Vasco. Não tenha receio, também, de se deslocar para o meio e tentar o chute. Precisamos de gols. Buena sorte cumpaño!

Rodrigão: Meu caro, este blog lhe deu a maior força nos seus primeiros jogos pelo Santos. Porém, você caiu de produção. Se não jogar bem, não dá para elogiar, certo? Olha, você é forte, cabra, seu estilo é rompedor, oportunista, finalizador. Pare com esse negócio de querer dar toquinho. Vai lá pra área e se atire nas bolas cruzadas. De cabeça, peito, bunda, não interessa, o que interessa é botar a bola pra dentro do gol deles. Hoje a vitória é essencial e você é o nosso homem-gol. Vai lá meu nego. Gol neles!

Jean Mota: A imprensa tem anunciado que Dorival Junior optará por Rodrigão, mas eu acho que você poderá entrar nesse jogo, e entrar bem, como, aliás, vem fazendo. Gostamos da maneira como se atira às jogadas e de sua mentalidade ofensiva. Seus gols contra o Vitória e o Santa Cruz foram decisivos. Hoje a partida é contra mais um time nordestino… Quem sabe. Se chamado, vá lá e jogue o seu futebol. Sorte!

Dorival Júnior: Meu prezado professor, este blog é crítico, mas reconhece suas qualidades e seu caráter. Temos apenas algumas ressalvas quanto à sua coragem, mas sabemos que quem tem, tem medo. Hoje, lhe pedirei que nem pense em desculpas caso não vença a partida. Pense só no sucesso e transmita isso aos seus comandados. Com relação à tática, eu diria que a tentativa com um centroavante é válida, mas o Rodrigão tem jogado tão mal, que a entrada de mais alguém no meio de campo – Jean Mota, Vecchio ou Yuri –, talvez torne o time mais compacto e competitivo. Pense nisso. Abraço.

Prepare-se para se irritar com o Sportv

Tomara que eu queime minha língua e tenhamos uma transmissão imparcial, porém tudo indica que hoje assistiremos a mais um show de parcialidade do Sportv.

O narrador escalado para transmitir a partida na Ilha do Retiro é Rembrandt Junior, um sujeito simpático, mas torcedor doente do Sport. Os comentários serão de Maurício Noriega, um bom profissional, mas que está com o coração batendo forte com a possibilidade de título do seu Palmeiras. Não se espante se ele enxergar vários erros do árbitro a favor do Santos, o que, sabemos, acaba pressionando a arbitragem a prejudicar o time paulista.

As reportagens serão de Tiago Medeiros, também torcedor declarado do Sport, e de Fabíola Andrade, que não sei para que time torce, mas tem sido isenta e muito competente nas coberturas de jogos do Santos. Foi ela quem, no último Bem, Amigos, diante dos elogios às performances do Santos na Vila Belmiro, lembrou que o Alvinegro Praiano ganhou os últimos 13 jogos que fez no Pacaembu. Então, um conselho aos amigos do blog: tirando as opiniões e informações da Fabíola, não acreditem muito no que ouvirem durante o jogo.

O adversário e a arbitragem

O time provável do Sport será Magrão, Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves e Rodnei Wallace; Rithely, Neto Moura, Diego Souza, Gabriel Xavier e Everton Felippe; Rogério. Seu técnico é Oswaldo de Oliveira.

Trata-se de uma equipe baseada em alguns veteranos, dos quais o melhor é o atacante Diego Souza. Este, apesar de mais pesado, exige uma marcação especial. Como recebe a bola de costas para o gol, é obrigatório não deixá-lo virar. O goleiro Magrão tem falhado nos últimos jogos. O Santos precisará chutar mais a gol. Rebotes virão.

A arbitragem será de uma trinca ligada à Federação Goiana de Futebol: árbitro Elmo Alves Resende Cunha – GO (ESP), auxiliado por Fabricio Vilarinho da Silva – GO (FIFA) e Leone Carvalho Rocha – GO (CBF-1). Fui pesquisar os antecedentes do Elmo Alves Resende Cunha e encontrei algo preocupante.

Em 2009 ele foi afastado do restante do Campeonato Brasileiro depois de prejudicar o Sport em um jogo contra o Palmeiras. Ou seja, o homem ficou sem trabalhar depois de um erro contra o Sport. Como reagirá hoje? Por via das dúvidas, apitará a favor do time da casa, ou será imparcial, como se espera de um bom árbitro? Só teremos resposta para essa pergunta daqui a algumas horas. Oremos…

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E você, o que espera de Sport e Santos?


10 motivos para acreditar

Leia o post original por Odir Cunha

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10 MOTIVOS PARA ACREDITAR

O experiente Ricardo Oliveira, com lesão muscular, não enfrentará o Vasco, nesta quarta-feira, às 21h45, em São Januário, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, nem o Sport, sábado, às 18h30, em Recife, pelo Campeonato Brasileiro, mas mesmo assim há ao menos 10 motivos para acreditar que o Santos pode conseguir bons resultados nessas partidas.

1 – O Santos não depende de um centroavante para fazer gol. Seu sistema ofensivo conta com Vitor Bueno, Copete, Lucas Lima, o avanço dos laterais Victor Ferraz e Zeca, e ainda terá Rodrigão, o substituto de Ricardo Oliveira. Gols deverão sair.

2 – O técnico Dorival Junior parece que está curado da Cittadinite. Percebeu que o time fracassou seguidamente enquanto o garoto Léo Cittadini foi titular e agora tem escalado jogadores mais experientes, como Jean Mota, Vecchio e Yuri. Com isso, o meio de campo se tornou menos errático.

3 – Por já ter jogado nesta Copa do Brasil pelo Fortaleza, Jean Mota não poderá atuar contra o Vasco, porém Dorival Junior ainda poderá montar um bom meio de campo e ataque com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio e Lucas Lima.

4 – Como venceu a primeira partida contra o Vasco por 3 a 1, o Santos pode até perder por um gol de diferença e ainda se classificará. Caso marque um gol, só perderá a vaga se perder por 4 a 1 (3 a 1 para o Vasco levará a decisão para a disputa de pênaltis). Não deixa de ser uma vantagem, pois obrigará o time carioca a vir para o ataque, dando espaços para o contra-ataque santista.

5 – O fato de ter sofrido um gol no último lance do jogo de ida tem um lado positivo: fará os jogadores do Santos entrarem mais ligados. Se a vitória na Vila tivesse sido por 3 a 0, muito provavelmente os santistas incorporariam o indefectível Garfield que é incorporado em jogos fora de casa.

6 – Levando-se em conta que Rodrigão é bem limitado tecnicamente, Dorival Junior tem uma opção mais ousada para a partida contra o Vasco, que seria formar um meio-campo mais sólido, com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio (ou Yuri) e Lucas Lima, mantendo apenas Copete e Vitor Junior mais à frente. É claro que com a posse de bola Lucas Lima e os laterais avançariam, assim como Vecchio, ou Yuri, dando ao time mais mobilidade e mantendo sua ofensividade, mesmo sem um centroavante.

7 – As mesmas opções táticas podem ser usadas no sábado, diante do Sport. O time pernambucano continua se valendo de veteranos tarimbados, como o zagueiro Durval e o atacante Diego Souza, mas não anda bem das pernas e no fim de semana passado, mesmo jogando em casa, perdeu para o Coritiba por 1 a 0. Se o Santos jogar com a determinação necessária terá boas chances de sair de Recife mais perto da liderança do Brasileiro.

8 – Muitos santistas desconfiam da capacidade e, principalmente, do poder de motivação de Dorival Junior, mas o Sport é treinado por Oswaldo de Oliveira, o técnico que não conseguiu ganhar do Ituano na final do Paulista de 2014. Assim, ao menos no sábado a chance de tomar um nó tático do adversário é teoricamente menor.

9 – Rodrigão era o maior artilheiro do ano, no Brasil, quando foi contratado pelo Santos. O baiano de Belmonte veio do Campinense e seu habitat preferido sempre foi os campos do Nordeste. Cabra arretado, Rodrigão é o trombador que tem tudo para dar certo. Algo me diz que em Recife o pedreiro artilheiro deixará o seu. Só não pode se preocupar com dancinhas. Deixe isso pro Gabigol e quetais. Mergulha de cabeça e põe a bola pra dentro no peito e na raça, Rodrigão.

10 – Como já escrevi, este ano o campeão brasileiro será o menos medíocre, ou o menos mediano. Não há nenhum time maravilhoso. O Palmeiras tem dois jogadores acima da média; o Corinthians, nenhum; o Atlético Mineiro, nenhum, e o Flamengo está recheado de refugos do Santos, como Pará, Alan Patrick, Leandro Damião e Diego. Se jogar 90% do que pode, o Santos será o campeão brasileiro de 2016. Só é preciso que Dorival Junior, seu filho e os jogadores acreditem nisso. Nós, torcedores, acreditamos.

E você, acredita?


Na Raça!

Leia o post original por Odir Cunha

Minhas amigas e meus amigos, esta semana um rapaz, na minha página do Facebook me perguntou como eu tinha fé em uma vitória sobre o alvinegro da capital, na Vila Belmiro, com o Santos sem três titulares, se no meio da semana, com o time, completo, eu disse que ele perderia do Internacional, que não vencia há 14 jogos? A questão primordial é que o futebol não pode ser analisado apenas pela chamada qualidade técnica. Fora de casa, mesmo com todos os seus craques, o Santos tem se apequenado, enquanto diante de sua torcida, mesmo com reservas, ele cresce.

Quando o Santos se porta como um time de verdade e um jogador não quer ser mais estrela do que outro, como ocorreu nesse domingo diante do maior rival, o futebol se torna simples e prevalece a vontade coletiva. Arrisco dizer que se tivesse Victor Ferraz, Luvas Lima e Ricardo Oliveira o Santos não teria vencido, pois ao menos LL e RO já estão com a cabeça bem longe da Vila Belmiro.

Perceba que um dos times considerados favoritos ao título foi derrotado por um Santos com Caju, Jean Mota, Vecchio, Daniel Guedes, Copete, Rodrigão e Walterson. E, como escrevi em algum lugar, mesmo que o onze dos Sub-23 entrasse em campo, ainda assim a vitória poderia vir. Porque há momentos no futebol em que o mais importante é ter alma, coragem, vontade, garra.

Se esse mesmo time, com essa mesma vontade, tivesse jogado contra o Ameriquinha, Coritiba, Figueirense e Internacional, hoje o Santos seria o líder do Campeonato Brasileiro, ou estaria disputando a liderança. Mas Dorival Junior insistiu nos medalhões, insistiu no seu protegido Léo Cittadini, um jogador de algum futuro, mas ainda abaixo do nível que se exige de um profissional, e jogou pontos preciosos no lixo. Hoje o professor fingiu que Cittadini não é seu titular e, com medo da reação da torcida, fez o óbvio ululante, e o Santos ganhou um jogo importante e se manteve na briga por uma vaga no G4.

Como eu já disse, e repito, esse Campeonato Brasileiro será conquistado pelo time menos medíocre. Todas as equipes são apenas medianas e isso explica seus altos e baixos. O time mais aplicado, com jogadores mais comprometidos com a vitória, de mais personalidade e caráter, serão premiados. Os que pensam apenas em suas carreiras e agradecem a um Deus particular, como se o Todo Poderoso deixasse de proteger uma comunidade para beneficiar individualidades, serão castigados.

Espero que essa vitória, que teve o espírito de luta dos jogadores santistas como seu grande destaque, tenha ensinado ao técnico Dorival Junior e à sua equipe que não serão craques no papel que levarão o Alvinegro Praiano a uma vaga na Libertadores, ou até mesmo ao título, mas sim a alma de campeão que uns tem, outros não.

Quanto ao público, tivemos menos de 9.000 pessoas no jogo de maior rivalidade para o torcedor do Santos, a um ticket médio de 50 reais. O que isso significa? Que entrar no nebuloso negócio da arena Portuários, que exigirá um público médio superior a 18 mil pessoas e um ticket médio de 82 reais, por 30 anos consecutivos, é uma sandice sem tamanho, que certamente levará o clube à ruína.

Santos 2 x 1 Corinthians
Vila Belmiro, 11/09/2016, 16 horas

Público: 8.610 pessoas. Renda: Renda: R$ 434.160,00.

Santos: Vanderlei; Daniel Guedes (Caju), Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Zeca; Renato, Thiago Maia (Vecchio), Jean Mota e Vitor Bueno (Walterson); Copete e Rodrigão. Técnico: Dorival Júnior.

Corinthians: Cássio; Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel; Camacho, Giovanni Augusto (Willians), Marlone, Rodriguinho e Lucca (Romero); Gustavo (Marquinhos Gabriel). Técnico: Cristóvão Borges.

Gols: Marlone aos 36 minutos do primeiro tempo; Vitor Bueno aos 25 (pênalti) e Renato aos 40 minutos do segundo tempo .

Arbitragem: Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP), auxiliado por Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP).
Cartões amarelos: Copete e Vecchio (Santos); Fagner (Corinthians).

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E pra você, o que significou essa vitória?


Falta caráter de campeão

Leia o post original por Odir Cunha

Se o Santos foi o time que teve mais jogadores na Seleção Olímpica e também na principal, é óbvio que, ao menos tecnicamente, tem elenco para ser campeão brasileiro. Mas um campeão não se faz apenas com técnica, e sim com personalidade, caráter, e isso esse time do Santos não tem, como ficou mais uma vez provado nessa derrota preguiçosa e desmotivadora para o Figueirense, na Vila Belmiro.

O Santos repete o comportamento de fracassar justamente no momento de assumir a luta pelo título brasileiro. Desde que a diretoria vendeu o mando de campo contra o Flamengo, o time foi derrotado por três equipes que lutam contra o rebaixamento: o lanterninha América Mineiro, o Coritiba, e agora, em plena Vila Belmiro – onde já havia sido derrotado pelo Internacional – cai diante do Figueirense, que se defendeu em 70% do tempo e deu algumas espetadas, suficientes para conseguir o pênalti que lhe garantiu a vitória.

Ao ver o Santos jogar contra o Figueirense tivemos a certeza de que não havia um conjunto em campo, mas sim uma série de individualidades preocupadas apenas com suas carreiras solo. E o problema é que nem a comissão técnica e nem a diretoria têm conseguido levar o time a buscar o objetivo de todos os santistas em 2016, que é o título nacional. Parece que os jogadores têm o seu próprio pacto, e ele não inclui brigar por troféu algum.

Lutar por um título dá trabalho. São rodadas e rodadas de tensão, esforços por vitórias quase impossíveis, empenho em cada partida, em cada jogada. Enfim, é uma mão de obra danada. E quando está na luta pelo título, a cobrança da torcida e da opinião pública é maior. Todos os olhares se voltam para os times que realmente querem o caneco. Ficar mais atrás, sem se preocupar com a primeira posição e nem mesmo com um lugar no G4, é bem mais cômodo, com a vantagem de que o salário continua o mesmo. Colocar o título como maior objetivo é coisa de jogadores antigos que ainda se preocupam com isso. Dá para ficar milionário sem nunca ser campeão de nada. Quem ainda se preocupa com currículo?

Um time que domina, domina, domina e não chuta a gol, parece estar pedindo para tomar um no contra-ataque. O santista já viu isso tantas vezes que no primeiro tempo, mesmo quando tinha quase 80% de posse de bola, muitos leitores deste blog já temiam que isso acontecesse. É meio que a crônica da derrota anunciada. Até porque o Santos podia estar sem vontade, mas do outro lado havia um adversário lutando com unhas e dentes por um resultado que o afastasse da zona de rebaixamento.

Ingênuo, o torcedor santista, eu inclusive, acreditava que com a volta do trio olímpico o time voltaria a jogar bem e caminharia para ser campeão brasileiro, o que não ocorre desde 2004. Porém, ao assistir os últimos 15 minutos do jogo contra o Vasco e esses mais de 100 minutos contra o Figueirense, ambos diante de sua torcida, percebe-se que este Santos joga quando quer, independentemente do adversário, de estar com todos os titulares, de ter descansado suficientemente, do clima, das marés, da situação do campeonato.

Se eu fosse maledicente, diria que o negócio bem-sucedido com Gabriel e a festa prometida para o garoto após o jogo deixou alguns cardeais da equipe incomodados. Lucas Lima só enrolou, Ricardo Oliveira mal pegou na bola e Victor Ferraz andou pelo campo, como barata tonta. Mas acho que foram apenas coincidências, claro. Não é porque na hora da homenagem deixaram Gabriel sozinho no campo que estão com inveja do garoto.

Se eu fosse realmente maledicente, diria que Lucas Luca e Ricardo Oliveira estão de saco cheio e não veem a hora de também sumirem do Santos. Diria que Zeca e Thiago Maia foram dos poucos que jogaram com vontade (este último com vontade demasiada, a ponto de cometer um pênalti por afobação). Diria, ainda, que Dorival Junior não colocou o seu querido Cittadini para não queimar o garoto, mas jogou Jean Motta e Vecchio na fogueira (Vecchio se saiu muito bem, mas será que será escalado no próximo jogo? Como saber, se a cabeça do Dorival é como bumbum de nenê?).

Essa busca por fazer cada jogador se empenhar pelo time é, talvez, o maior desafio de um técnico e de um departamento de futebol. Ao ver o Santos jogar, percebe-se que falta esse comando e essa disciplina. Cada jogador parece jogar apenas para si. Na saída do campo, as mesmas respostas de sempre, ninguém diz que agora o título ficou mais distante, e sabe por quê? Porque ninguém, na verdade, está pensando nessa conquista, apenas nós, torcedores, que depositamos o nosso sonho nos pés de um grupo acomodado.

Caráter de campeão também faz falta ao técnico Dorival Junior, que nesse domingo levou um nó tático de um desconhecido técnico interino. A Dorival falta a personalidade de colocar um figurão no banco até que volte a jogar com vontade, o que técnicos de maior personalidade, como Luxemburgo e Leão, certamente fariam. Com Dorival, alguns jogadores são intocáveis, mesmo quando se arrastam na partida, como ocorreu contra o Figueirense. Dorival é um placebo, um amigão dos jogadores que, como já diria Maquiavel, terá a cabeça cortada quando se insurgir contra a esbórnia.

Contra o Figueirense, Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Victor Ferraz e Vitor Bueno foram nulos. Pouco se empenharam para mudar a sorte da partida e perderam um jogo decisivo, em casa, para um dos piores times do campeonato, sem demonstrar o mínimo aborrecimento. Sabem que a cobrança sobre eles não existe. Não serão multados, não perderão lugar no time, no próximo jogo em casa a torcida cantará novamente seus nomes … Enfim, estão assoviando e andando. Milhões de santistas ficarão de cabeça inchada mais um domingo? Danem-se. Os que têm, ou acham que têm, mercado lá fora, querem é seguir o mesmo caminho de Gabigol. Faltam só três dias para fechar a janela para a fortuna. Ah que inveja do moleque!

E você, o que acha disso?

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Mistão goleia o Galo

Leia o post original por Odir Cunha

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MISTÃO GOLEIA O GALO

Quando faço textos para mexer com a autoestima dos jogadores do Santos, é porque confio que, se quiserem mesmo, podem ganhar de qualquer time desse Campeonato Brasileiro, com torcida a favor ou contra. Essa vitória que torna o Dia dos Pais mais alegre prova isso. Jogar com o time misto e enfiar um sonoro 3 a 0 no Atlético Mineiro, que alguns já diziam ser o melhor time do Brasil, prova que este Santos tem tudo para ser o campeão brasileiro deste ano. Eu acredito que espero que os jogadores e o técnico Dorival Junior não deixem de acreditar nunca.

Não farei análises individuais, pois em uma vitória assim, em que todos se dedicaram, poderia ser injusto criticar um ou outro. Porém, confio no poder de análise dos comentaristas desde blog. Só digo que gostei muito da entrega e da aplicação de Vladimir, Gustavo Henrique, Caju, Vitor Bueno e do artilheiro Ricardo Oliveira.

Linda vitória, conquistada com muita luta, talento e inteligência. Houve momentos em que o time todo teve de defender, e foi possível perceber que jogaram como homens, como bravos. O contra-ataque final foi escrito por um roteirista de Hollywood. Depois de segurar lá trás, Ricardo Oliveira selou a sorte da partida, aproveitando o ótimo passe de Vitor Bueno.

Porém, o campeonato ainda não terminou. O Santos não pode perder o foco depois dessa grande vitória. Todo jogo é importante. Como eu escrevi há seis rodadas, é essencial enfileirar uma sequência de bons resultados. E caso esqueçam as desculpas e joguem da mesma forma que fizeram contra o ótimo Atlético Mineiro, poderão, muito bem, vencer o Coritiba no próximo domingo, dia 21, às 18 horas, em Curitiba; e o Figueirense, dia 28, também domingo, às 11 horas, na Vila Belmiro.

Mais essas duas vitórias e o Santos deve abrir alguns pontos na liderança do Campeonato. São resultados plenamente possíveis com o elenco que que tem à disposição. Espero que Dorival Junior esqueça quem está fora do time e comece a falar em vitórias e título, porque é isso que o santista quer.

Santos 3 x 0 Atlético/MG
Campeonato Brasileiro
Vila Belmiro, 14/08/2016, 1ª rodada do segundo turno
Público: 10.250 pagantes. Renda: R$ 410.170,00.
Santos: Vladimir, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Renato (David Braz 37’2ºT), Léo Cittadini (Rafael Longuine 46’2ºT) e Jean Mota (Yuri 30’2ºT); Vitor Bueno, Copete e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
Atlético Mineiro: Victor; Carlos César, Erazo, Leonardo Silva e Fábio Santos; Rafael Carioca, Leonardo Donizete e Maicosuel (Carlos 30’2ºT); Lucas Pratto, Robinho (Clayton 40’2ºT) e Fred (Otero 18’2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira.
Gols: Gustavo Henrique, aos 12 minutos do primeiro tempo; Ricardo Oliveria aos 23 e aos 48 do segundo.
Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ), auxiliado por Rodrigo Henrique Correa e Luiz Claudio Regazone (RJ).
Cartões amarelos: Luiz Felipe, Victor Ferraz, Gustavo Henrique e Yuri (Santos); Fred, Victor, Fábio Santos e Rafael Carioca (Atlético/MG).

E pra você, o que significou a vitória do Santos?