Arquivo da categoria: Willian José

Quem seria o 9 ideal para o Brasil na Copa?

Leia o post original por Milton Neves

A Copa do Mundo da Rússia se aproxima e a Seleção Brasileira ainda não tem um “camisa 9” definido.

Nós, que estamos acostumados a ter sempre à disposição uma plenitude de craques para a posição, hoje, vivemos um jejum incomum.

A princípio, o menino Gabriel Jesus, que mesmo em fase de recuperação de uma lesão, é o favorito ao posto.

No entanto, há quatro meses do Mundial, ninguém está garantido.

Isso porque ele segue longe dos gramados e deixa algumas dúvidas na cabeça do torcedor.

Pois, quem é que pode garantir que Jesus volte e atue em alto nível?

Isso faz com que as portas se abram para outros jogadores e a concorrência seja ainda mais acirrada.

Eu é que não gostaria de ser o técnico Tite às vésperas da convocação…

Jô não merecia ir à Copa de 2014, mas em 2018, ele é um dos meus favoritos!

Firmino, Jonas e Vágner Love estão “comendo a bola”.

E o que falar de Willian José, hein?

Este vem “deitando e rolando” no Campeonato Espanhol, pelo Real Sociedad.

Correndo por fora e longe dos holofotes europeus, Diego Souza está dando o sangue no São Paulo, mas é preciso muito mais, não é mesmo?

E veteranos como Fred e Ricardo Oliveira, merecem uma nova chance?

Henrique Dourado, André, William Pottker e Júnior Dutra também são nomes para uma aposta.

Mas e você torcedor, se pudesse estar no lugar de Tite, quem seriam os seus convocados?

OPINE!!!

Verdão precisa de reforços de peso! Chega de refugo!!!

Leia o post original por Neto

Reforço 'Galáctico'? Willian José foi anunciado como reforço do Palmeiras

Reforço ‘Galáctico’? Willian José foi anunciado como reforço do Palmeiras

O Palmeiras anunciou nesta segunda-feira a contratação do atacante Willian José. Ele estava no Real Madrid B que, rebaixado para a Terceirona na Espanha, ficou livre do vínculo com o jogador. Tem muita gente cornetando a chegada dele. Dizendo que o garoto é perna-de-pau e tudo mais. Mas posso falar a verdade? Por mais que não seja o reforço ideal, ele é bem melhor que todos os atacantes que o Verdão tem no elenco. Pra ser bem sincero sou mais a contratação do Willian José que desses argentinos de terceiro escalão que ninguém nunca ouviu falar.

Agora é óbvio que um clube com a grandeza do Palmeiras merecia muito mais. Por exemplo, não entendo até agora o porquê da diretoria não ir atrás de um atacante goleador como o Alecsandro (atualmente no Flamengo). Ou porque não vai procurar o Nilmar, que agora está solto no mercado da bola? O zagueiro Anderson Martins, revelado no Vasco e reserva no Corinthians, ficou dando sopa muito tempo. Tem gente que vai falar: “Poxa vida! O Verdão está quebrado e sem grana para investir em contratações caras!”.

Ok. Concordaria em uma situação normal. Se houvesse uma administração baseada em economia. Mas o presidente Paulo Nobre não avalizou mais de R$ 100 milhões para o clube? Pois é, se entrou todo esse dinheiro nos cofres, como o elenco pode ser tão ruim? Como pode ter jogadores de tão baixo nível técnico? Alguma coisa está errada. Essa conta não está batendo. Me ponho no lugar do torcedor palmeirenses e gostaria de respostas.

Ah, claro que é muito mais fácil ir na conversinha mole de assessor e censurar quem busca a verdade. Mas fazer o que, né??

Willian José no Real Madrid! Dará certo?

Leia o post original por Neto

Willian José brilhou em alguns jogos do São Paulo em 2012

Willian José brilhou em alguns jogos do São Paulo em 2012

Estou vendo muita gente surpresa com a negociação do atacante Willian José com o Real Madrid da Espanha. Ok, vai. Com o Real Madrid B da Espanha. É verdade que trata-se de um segundo escalão do clube merengue. Mas ainda assim tem um destaque diferenciado. Vejam o caso do Casemiro. O ex-volante do São Paulo foi para lá desacreditado e já está na turma principal. Um simples salto de qualidade em questão de meses. Sempre vinha dizendo que esse menino tinha muito potencial. Precisava apenas trabalhar um pouco as ideias na cabeça.

Com o Willian penso que o problema é algo parecido. No São Paulo achei que ele foi muito bem. Se transformou em artilheiro do time em muitos campeonatos disputados, inclusive na Sul-Americana onde o Tricolor se sagrou campeão. Mas depois a diretoria contratou o Luis Fabiano e o atacante foi perdendo espaço aos poucos. A rodagem por Grêmio e Santos acabou não sendo tão produtiva.

Só que potencial ele tem sim. É um centroavante rompedor de chute forte e colocado. Com toda a sinceridade ainda assim não consigo vê-lo brilhando no time principal do Real. Falta um pouco mais de qualidade. Mas pelo menos é uma oportunidade para ele tentar um espaço no principal centro do futebol mundial. Tem muito cara que sonha com isso a vida inteira e não consegue. Espero que o Willian tenha boa sorte e que aproveite enquanto dure. Quem sabe calando a boca de todo mundo. Inclusive a minha, é claro!

Claudinei esqueceu de avisar o Vasco para “acalmar o jogo”

Leia o post original por Odir Cunha

Santos joga a primeira da final da Copa do Brasil Sub-20 contra o Criciúma

Logo mais, às 19 horas, o Santos do técnico Pepinho faz a primeira partida da decisão da Copa do Brasil Sub-20, na Vila Belmiro. O jogo terá portões abertos e também será transmitido pela ESPN e Sportv. O Alvinegro Praiano está definido com Gabriel Gasparotto, Zé Carlos, Nailson, Walace e Wanderson; Misael, Leandrinho, Pedro Castro e Léo Cittadini; Diego Cardoso e Stéfano Yuri. Se puder, apoie os meninos ao vivo.

O primeiro tempo do Santos contra o Vasco deve ter feito muitos santistas imaginarem que esse time poderia estar em uma posição melhor no Brasileiro. Sólida na defesa, a equipe tocou a bola com velocidade e precisão, criou ótimas e fartas oportunidades de gol e terminou com a vantagem de 2 a 1 (Bruno Peres, aos 23 minutos, ao cortar para o meio e bater de esquerda, no ângulo, e Gustavo Henrique, aos 27, cabeceando uma falta cruzada por Montillo).

No início do segundo tempo o Santos ainda teve grande oportunidade com Geuvânio, que aos 3m44s driblou um jogador e se viu livre na ponta-esquerda, mas preferiu o chute ao invés de passar para outros três santistas mais bem colocados. Mas aos poucos o Santos foi perdendo sua capacidade ofensiva, restrita ao solitário Willian José.

O Vasco dominava, dominava, mas o Santos ao menos tentava sair com velocidade nos contra-ataques. Nesse momento veio a ordem do banco para o Alvinegro Praiano tocar a bola e acalmar o jogo. Pedir é fácil. Teria de combinar com o Vasco. Precisando desesperadamente da vitória, com mais de 56 mil pessoas no Maracanã, era 100% previsível que os vascaínos correriam até o final. A oportunidade do Santos de vencer era caprichar em uns contra-ataques, mas preferiu torcer para o tempo passar.

Aos 26 minutos, Montillo penetrava livre com a bola e só havia um vascaíno na defesa. O argentino tinha Geuvânio, livre, à sua direita, e Willian José, impedido, à esquerda. Montillo preferiu W José e outra chance clara de gol foi desperdiçada. Aos 27 minutos o árbitro Wilton Pereira Sampaio (GO), deu um cartão amarelo inexplicável para W José. Aos 30 minutos Claudinei Oliveira tirou Willian José, o único atacante do Santos, e colocou quem? quem? Alan Santos, mais um volante. O Vasco avançava inteirinho e o Santos deixou de ter jogadores de velocidade na frente para aproveitar o contra-ataque.
Aos 32 minutos André recebeu diante de Edu Dracena e girou para empatar.

Às vezes dá certo colocar o time inteiro na defesa e conseguir segurar o resultado, mas se o seu time tem condições de fazer mais gols, o que explica abdicar dessa possibilidade e se recolher, preguiçosamente, à defesa? E por que o Santos estaria mais cansado se teve a semana inteira para descansar e treinar e se foi o Vasco que correu mais o tempo todo? Outra questão: se os santistas estavam cansados, por que Claudinei só substituiu Willian José, se ainda podia fazer mais duas substituições, aliás como nosso conhecido Adilson Batista fez?

Enfim, como dissemos antes, este jogo contra o Vasco diria muito sobre muitos jogadores e sobre o técnico Claudinei Oliveira. E a impressão que ficou é que o Santos é um quando joga sem medo e é outro bem diferente quando tenta segurar um resultado ou jogar pelo empate. Era jogo para fazer muitos gols e sair do Maracanã com uma vitória consagradora. Ao tirar o único atacante e colocar mais um volante, Claudinei assinou seu atestado de retranqueiro, o que nunca combinou com o Santos.

Ficha técnica com notas só para os santistas

Santos: Aranha (8), Bruno Peres (7), Edu Dracena (6), Gustavo Henrique (7) e Mena (5,5); Alison (5,5), Arouca (6), Cícero (5,5) e Montillo (6,5); Geuvânio (5,5) e William José (5,5), depois Alan Santos (sem nota). Técnico: Claudinei Oliveira (6).

Vasco: Alessandro, Fagner, Jomar, Cris e Yotun; Abuda, Pedro Ken, Juninho Pernambucano (Jhon Cley e, depois, Bernardo) e Marlone; Edmilson e Reginaldo (André). Técnico: Adilson Batista

Gols: Bruno Peres, aos 23 minutos, Gustavo Henrique, aos 26 minutos, e Edmilson, aos 28 minutos do primeiro tempo; André, aos 32 minutos do segundo.

Árbitragem: Wilton Pereira Sampaio (GO), auxiliado por Marrubson Melo Freitas (DF) e Rafael da Silva Alves (RS). Cartões amarelos: André e Yotún (Vasco), William José e Geuvânio (Santos). Wilton deixou passar alguns lances e viu faltas que não existiram, mas no todo não influiu no resultado.

Público: 56.756 presentes, com renda de R$ 767.190,00 (público recorde deste Campeonato Brasileiro e em jogos entre clubes no novo Maracanã).

Conclusão

Como disse Montillo ao final da partida, faltam cinco jogos ao Santos e esses jogadores e esse técnico têm obrigação de jogar pela vitória em todos esses compromissos. Se vai dar para se classificar para alguma coisa, ou não, é outra conversa. Um profissional têm de dar o máximo, sempre, e jamais se contentar com menos. Que guardem o primeiro tempo contra o Vasco como modelo e não pensem mais em segurar o jogo no campo do adversário, com apenas a vantagem mínima e diante de 56 mil pessoas gritando contra.

No Maracanã lotado, um jogo para testar a fibra do Santos

bruno peres - ricardo saibun
Bruno Peres vai pro jogo (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC)

Um jogador de futebol não se faz só pela técnica. É preciso ter alma, caráter, coragem. Ódio da derrota. E serão necessárias justamente essas qualidades para os santistas saírem com um bom resultado desse Maracanã em pé de guerra que reunirá o clássico de tanta história neste domingo, a partir das 19h30, com transmissão do Sportv.

O Vasco precisa ardentemente da vitória e promete jogar o que sabe e o que não sabe, dentro e fora de campo, para garantir os três pontos. E o Santos, assistirá a tudo passivamente? Com 44 pontos, o Alvinegro Praiano, se perder, ficará a apenas cinco pontos do desesperado alvinegro carioca. Essa situação deixa uma questão no ar…

Como se portará o time de Claudinei Oliveira diante de um adversário que é um pouco inferior tecnicamente, mas atuará sustentado pelo grito de mais de 60 mil pessoas? Será que o medo de perder tirará dos santistas a vontade de vencer?

Temo que esta pergunta possa ter uma resposta positiva, pois no seu último treino para essa partida o Santos jogou com três volantes – Alison, Arouca e Alan Santos – e apenas Willian José no ataque. Claudinei também testou uma fórmula menos defensiva, com Geuvânio no lugar de Alan Santos.

Cicinho, machucado no tornozelo, cederá seu lugar a Bruno Peres, e Thiago Ribeiro ainda se recupera de uma contusão na coxa. O Santos deverá jogar com Aranha, Bruno Peres, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca e Alan Santos; Cícero e Montillo; Willian José.

Já disse antes que considero o Maracanã um campo neutro. O Vasco não irá se transformar em um grande time só porque sua torcida encherá o estádio. Trata-se de uma equipe limitada, que já perdeu algumas partidas em casa. Porém, se o Santos jogar pelo empate, provavelmente perderá, pois cederá o domínio a um adversário que, ao ter a bola nos pés, será insuflado por sua torcida e pressionará a defesa santista.

Em outras palavras, caso não precise se preocupar com seu setor defensivo, o Vasco terá a tranqüilidade necessária para buscar a vitória. Se também for incomodado pelo ataque do Santos, o Vasco tenderá a mostrar suas fraquezas. Enfim, esse positivamente não é jogo para os santistas permitirem o chamado domínio territorial ao adversário. Ter a posse da bola será fundamental.

Veja o Santos chegando ao Rio, pela SantosTV:

Grandes recordações aos santistas

O clássico Santos e Vasco traz memoráveis recordações a quem aprecia a história do futebol. Este foi o jogo que inaugurou São Januário, em 1927, com vitória do Santos por 5 a 3; este também foi o jogo do milésimo gol de Pelé, em 1969, com nova vitória do Santos, por 2 a 1.

Esta também foi a partida que decidiu três títulos brasileiros do Santos: 1 a 0 em 1965, pela Taça Brasil, nesse mesmo Maracanã; 2 a 1 em 1968, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa/ Taça de Prata, e 2 a 1 na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2004, em São José do Rio Preto.

O Santos também conquistou ainda o seu primeiro Torneio Rio-São Paulo batendo o Vasco, no Pacaembu, por 3 a 0, em 1959. E foi contra o Vasco que Geilson marcou o gol 11.000 do Alvinegro Praiano. Há, ainda aquela história de Pelé contra Brito e Fontana…

Maracanã. Torneio Rio-São Paulo. O Santos perdia por 2 a 0 e o jogo caminhava para o fim. Os zagueiros vascaínos Brito e Fontana conversavam entre si em voz alta, só para provocar Pelé. “Você viu algum rei por aí, Fontana”. “Não vi, não, Brito. E você?”. “Nem de longe…”.

Faltando cinco minutos, o Santos faz um gol. Pelé! O Vasco dá a saída e, pouco depois, outro gol. Pelé. O Rei vai ao fundo do gol, pega a bola e, no caminho para o meio-campo, passa por Fontana e com as duas mãos entrega a bola para o zagueiro. “Tó, leva pra sua mãe. Fala que foi o Rei que mandou”.

Espero que o jogo deste domingo traga novas histórias sobre o grande clássico. A própria circunstância de um Maracanã lotado já torna essa partida memorável. Que os santistas façam jus ao momento.

E pra você, como o Santos pode vencer o Vasco em um Maracanã em pé de guerra?

Santos devolve o medo do rebaixamento ao São Paulo. Corinthians joga por Tite e vence o Bahia

Leia o post original por Quartarollo

Um grande profissional sempre será reconhecido. Nos bons ou maus momentos. Muricy Ramalho foi bem recebido na Vila Belmiro ontem à noite e saiu aplaudido pela torcida agradecida pelos títulos que conquistou para o Santos. Em Mogi Mirim a torcida … Continuar lendo

O Vasco merece respeito, mas o Santos precisa vencer

Leia o post original por Odir Cunha

Pelas circunstâncias, os empates contra Corinthians e Cruzeiro foram bons resultados, mas hoje, às 19h30, na Vila Belmiro, o Santos precisa entrar em campo para buscar sua quarta vitória no Brasileiro. Com 14 pontos em 11 jogos, o Alvinegro Praiano está naquela zona cinzenta entre a busca por uma vaga no G4 e o perigo da zona de rebaixamento. Mas o adversário é dos mais tradicionais.

A vitória sobre o Coritiba, fora de casa, elevou as perspectivas do Vasco do técnico Dorival Junior. A sorte do Santos é que Juninho Pernambucano e Pedro Ken – autor do gol contra o Coritiba – não jogam hoje. Montoya deve entrar. E o “nosso” André, será que dará trabalho justo hoje?

O ponto fraco do Vasco tem sido sua defesa, que conta com uma dupla de zaga formada por Jomar e Rafael Vaz. Em 13 jogos o time sofreu 22 gols, três a mais do que marcou.

No Santos voltarão Willian José e o lateral Léo. Sei que boa parte dos leitores deste blog prefeririam Giva e Mena. Mas, a bem da verdade, não dá pra dizer que há uma diferença técnica relevante entre os que entrarão em campo e os que ficarão de fora. Além disso, o leitor Tiago nos lembra que Mena estará a serviço da Seleção Chilena. O técnico Claudinei Oliveira, que acompanha os treinos, merece o benefício da dúvida. Torçamos, pois, antes de acionar as cornetas.

Sem Arouca, machucado, o time deve ser escalado com Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Durval e Léo; Alan Santos, Alison, Cícero e Montillo; Neilton e Willian José. No transcorrer da partida creio que Marcos Assunção, finalmente recuperado, possa entrar. Eu colocaria Victor Andrade ou Gabriel no segundo tempo e, dependendo da atuação de Cícero, faria entrar o garoto Léo Cittadini no seu lugar.

Para não ficar em cima do muro, eu prevejo uma partida complicada, mas com domínio do Santos, que deverá explorar as falhas da defesa vascaína para chegar à vitória. De quanto? Fico com 2 a 1, mas não me surpreenderia se a diferença fosse de dois gols.

Clássico alvinegro de muita história

Dos oito títulos brasileiros que o Santos possui, três foram obtidos em jogos contra o Vasco: em 1965, na final da Taça Brasil (vitórias por 5 a 1 no Pacaembu e 1 a 0 no Maracanã); em 1968, na última rodada da fase final do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (2 a 1, no Maracanã) e em 2004, na última rodada do Campeonato Brasileiro (2 a 1, em São José do Rio Preto).

Mas a história entre ambos teve muitos outros capítulos: em 1927 o Santos, que era a sensação do futebol paulista, foi o convidado de honra do Vasco para a inauguração de São Januário, então o maior estádio do Brasil. Em tarde de gala, com a presença do presidente da República, o Santos venceu por 5 a 3. No mesmo ano o Vasco quis uma revanche, no campo do América, e o Santos goleou por 4 a 1, o que fez a imprensa carioca considerar o Alvinegro Praiano como o melhor time brasileiro de 1927.

Em junho de 1957 os dois times fizeram um combinado – com o ataque do Santos e a defesa do Vasco – para disputar um torneio internacional no Rio de Janeiro, e Pelé vestiu a camisa do Vasco, marcando seis gols em quatro jogos (três deles na estreia contra o Belenenses, de Portugal) e consolidando sua condição de craque diante da crônica esportiva mais influente do País.

Em 19 de novembro de 1969, em um Maracanã com quase 70 mil pessoas, até os vascaínos pediram que Pelé cobrasse o pênalti que lhe proporcionou o gol 1.000 de sua carreira, em outro momento marcante na história do Rei e dos dois times.

Veja de novo o Santos ser pentacampeão brasileiro:

Reveja o jogo que deu mais um título brasileiro ao Santos em 2004:

Sinta de novo a emoção do Gol 1.000 de Pelé:

E pra você, como o Santos deve jogar para vencer o Vasco?

Noventa minutos de um time mutante

Leia o post original por Kako Ferreira

SANTOS 4 X 1 PORTUGUESA

Vencemos a Portuguesa com um placar elástico, mas pra quem só viu os gols ou mesmo só soube do resultado, nem de longe imagina como foi a partida. Começamos com um impeto avassalador, logo de cara dois gols pra deixar o time lusitano tonto que demorou pra se encontrar em campo.

Essa vantagem logo de início fez a Portuguesa acordar, se recompor e pressionar o Santos de uma forma que ha muito não via na Vila, o Santos relaxou na marcação e tomou um calor da metade do primeiro tempo pra frente que vou te falar, assustou. Mas aí veio o intervalo e nesse momento pudemos perceber que temos um treinador atuante.

Claudinei corrigiu as falhas, lá do alto, da cabine da Rádio Santista pude observar as duas linhas de marcação que o Santos montou, não sei se pela TV dava pra ver isso, mesmo sem bola o posicionamento estava perfeitamente coreografado. Quem entrou no jogo também deu conta do recado e a estrela do Giva brilhou novamente, isso pra não falar de Neílton que marcou duas vezes e Willian José.

Só acho engraçado que antes do jogo começar, pra todos a Portuguesa era um ótimo time, bons jogadores, etc. Depois do resultado, pra diminuir e desmerecer nossa vitória, a Lusa virou candidata a rebaixamento e o time já não presta mais. Para né?

Alguns torcedores estão tão preocupados em reclamar e cornetar, que mal se deram conta que dormimos no G4 de sábado pra domingo e hoje apenas quatro pontos nos separam do líder, o Coritiba, nosso próximo adversário na Vila Belmiro. Bom lembrar também, que Muricy Ramalho em dois anos não conseguiu esse feito, com ele não demos esse rolê na zona de classificação para a Libertadores, e olha que tínhamos estrelas no grupo.

Sei lá se sou otimista demais ou prefiro analisar a realidade sem o furor da explosão de torcedor, ainda tenho a mesma opinião que dei na Rádio santista, na partida contra o Atlético Mineiro: vejo o Santos terminando o Brasileirão entre os três primeiros. Podem me xingar, mas me aguentem depois.

Pra cima deles, Santos!

Faltou atitude. Desta vez, só Leandrinho se salvou

Leia o post original por Odir Cunha

leandrinho com neilton
Neilton festeja com Leandrinho, o autor do gol santista (Foto: Ivan Storti/ Divulgação Santos FC)

Como eu ia dizendo, jogar como favorito é bem diferente de ser a zebra. Contra Atlético Mineiro e São Paulo os santistas se multiplicaram em campo. Ontem, contra o Crac, eles acharam que venceriam sem fazer força e permitiram que a garra e a determinação do adversário equilibrasse o jogo.

Quando se é favorito, é preciso mostrar quem manda logo de cara. Não se pode perder chances de gol, como Willian José perdeu, ou se mostrar quase indiferente diante da possibilidade de marcar, como é o caso do blasé Montillo. É preciso chegar chegando, determinado, com fome de gol. Mas, em vez disso, o Santos tocou, tocou, tocou a bola e pouco exigiu do goleiro do Crac.

O golaço de Leandrinho, ainda no primeiro tempo, caiu do céu e deveria acordar o time, mas o Santos continuou em ritmo de treino e errando muito. Neilton não conseguia driblar, Montillo não conseguia tabelar, Arouca e Cícero não conseguiam dar o último passe e Willian José não conseguia pegar na bola.

O técnico Claudinei Oliveira não conseguiu armar um sistema tático que, mais do que manter a bola no campo do adversário, criasse mais oportunidades de marcar. Manter Willian José sozinho entre três zagueiros é pedir para não fazer gol. Aliás, por que Willian José e não Giva, que saiu do clássico de domingo como herói?

E por que manter Montillo até o fim do jogo se o argentino voltou às suas jornadas nulas? Não se pode escalar ou manter um jogador em campo só pelo nome. Vimos em Minas Gerais Cuca tirar Bernard e Diego Tardelli de uma só vez e fazer entrar outros dois menos afamados, um deles Guilherme, que acabou fazendo o segundo gol que levou para os pênaltis e que mais uma vez consagrou Vítor.

Faltou a Claudinei a coragem de tirar Montillo e colocar Pedro Castro, ou Léo Cittadini, ou Victor Andrade, ou Gabriel, ou qualquer um que estivesse disposto a criar chances de gol ou fazer um gol mesmo de canela. Tem hora que o que decide é apenas atitude!

Mas, dirão alguns, o Atlético jogava uma vaga na final da Libertadores para um estádio lotado e apaixonado, enquanto o Santos disputava apenas a terceira rodada da Copa do Brasil contra o desconhecido Crac, diante de meia dúzia de gatos pingados na Vila Belmiro. Tudo bem, mas e daí? Para esse Novo Santos, para esses Meninos que buscam se firmar no futebol, o jogo contra o Crac valia muito, pois o futuro deles está sempre em jogo quando entram em campo.

Faltou experiência? A culpa pelo empate foi dos jovens? Positivamente não. Léo fez a linha de impedimento em um lance que acabou na trave de Aranha, além de errar um passe no meio-campo que gerou um contra-ataque perigoso para o Crac; Arouca levou o drible manjado que terminou no cruzamento para o gol do adversário; Aranha falhou no gol ao não cortar o cruzamento; Montillo e Cícero tiveram muitos altos e baixos; Durval viveu dos seus chutões de sempre…

Enfim, não acho, mas não acho mesmo, que o time inteiro que foi campeão da Copa São Paulo teria feito pior. Ao menos se jogaria pra cima do adversário como um leão pra cima de alguns quilos de picanha. Às vezes acho que os veteranos, ao invés de ensinar, estão fazendo os Meninos desaprenderem de jogar futebol. Contra o Crac o time perdeu a empolgação, jogou em câmara lenta.

Com esse empate de 1 a 1 o Santos terá de vencer o jogo de volta ou empatar com mais de um gol para passar pelo Crac. Ficou difícil, mas é uma tarefa que está longe de ser impossível para um time de personalidade, que confia na força de sua camisa. Espero que em Catalão o Santos mostre essas qualidades que ficaram adormecidas na Vila Belmiro.

O engraçado é que a bola só não queimou nos pés de Leandrinho, o que soube melhor o que fazer com ela. O garoto marcou, armou e ainda acertou um chute que fez inveja aos centroavantes do Santos. Para mim, foi o melhor do time.

Reveja os melhores momentos de Santos 1 x 1 Crac:

Robinho

Se Robinho viesse, ficaria mais fácil conseguir um patrocinador máster? Sim. Mas se ele ganhasse 12 milhões por ano e o patrocinador máster pagasse 16 milhões, sobraria muito pouco, não? O que o clube precisa ter é um planejamento sério para a formação de um elenco. Nõ adianta contratar na louca. Com as vendas de Rafael, Felipe Anderson e, principalmente, Neymar, deveria haver dinheiro em caixa para boas contratações pontuais. Esperemos…

E você, como engoliu esse empate com o Crac?

Santos vence São Paulo com outros meninos da Vila

Leia o post original por Quartarollo

gustavo

gustavoO berçário do Santos continua revelando jogadores. Alguns de nível discutível, outros com potencial, mas nenhum Neymar por enquanto. Isso só de tempos em tempos. Já teve um Pelé, um Robinho que pode voltar agora e Neymar e Ganso. Ganso … Continuar lendo