Arquivo da categoria: ze ricardo

Maior que a vaga

Leia o post original por Rica Perrone

Se havia um motivo até ontem era a vaga na Sul-americana. Pessoalmente, não sou dos maiores fãs do torneio e não me preocuparia em estar nele com tanto apego quanto alguns brasileiros fazem.  Mas entendo, especialmente no Rio de Janeiro, onde há essa “loucura” por um título internacional que ninguém ganha há muito tempo. Hoje,…

Novos treinadores: geração pontos corridos

Leia o post original por Rica Perrone

A nova safra de treinadores do futebol brasileiro é ótima. Já cansei de fazer elogios aqui e pedir que os times parem de andar em circulos contratando velhos mediocres com tanta promessa de brilhantismo vindo de baixo. Eles tem subido, ganhado espaço e melhorado nosso jogo. Mas tem uma característica em comum muito difícil de…

Acadêmicos do Vasco da Gama

Leia o post original por Rica Perrone

Ja é quinta-feira.  Chove no Rio de Janeiro como há tempos não chovia. Falta luz, o transito está um caos, há indícios de alagamento e até em show já deu merda.

Há dois lugares na cidade em que não falta luz, não alaga, não há qualquer preocupação e essa “garoa” é só pra refrescar: Nilópolis e São Januário.

A primeira comemora mais um título. O segundo comemora ainda sem saber se já pode. Mas pode. É claro que pode.  Deve.

O Vasco encontrou sem Nenê uma forma de jogar coletiva, que não obriga a equipe a ir numa direção.  Se com saudades do ídolo ou não, outros 500. Mas é fato que o time ficou mais leve.

Fez 10 gols em 3 jogos, não sofreu nenhum.  Está com os pés na fase de grupos, aterrorizando a noite daqueles que juravam que seria um fiasco.

Zé, o “culpado” de lá, pouco pede holofotes. Mas merecia. Seu time sabe exatamente até onde pode ir, como e joga perto do limite.

Não dá pra dar show. Mas dá pra entender que o coletivo é a única salvação deste Vasco. E através dele o time se encontrou, destroçou os dois adversários e segue firme na Libertadores que pra muitos era tombo certeiro.

A luz voltou. A chuva diminuiu.  Não há nada alagado e só não vai abrir o sol porque não tem como.

Avisa lá que altitude é distância do nível do mar. Grandeza é a distância que separa o Vasco do tal do Jorge.

abs,
RicaPerrone

A queda do Zé, bola cantada

Leia o post original por Antero Greco

Até demorou para Zé Ricardo cair. A demissão era bola cantada havia já um bom tempo. Custou a concretizar-se por resistência do presidente Bandeira de Mello, sobretudo, e também pelo apoio do diretor Rodrigo Caetano. Com o público, o desgaste era enorme.

Zé Ricardo ficou mais de um ano no cargo, que herdou com o afastamento de Muricy Ramalho. Pegou o time no começo do Brasileiro de 2016, em turbulência, e teve uma trajetória interessante: terminou em terceiro lugar, atrás de Palmeiras e Santos.

A boa campanha fez com que fosse confirmado para a temporada atual. A perspectiva era de sucesso, com a chegada de jogadores renomados e com a permanência dos principais nomes do ano passado. O aperitivo foi a conquista do título estadual, embora continue a ser parâmetro pouco confiável para avaliar capacidade de técnicos e elencos.

Ficou só no tira-gosto. A eliminação na primeira fase da Libertadores, com futebol fraco, marcou o início do fim da aventura de Zé Ricardo. Dali em diante, não conseguiu transmitir segurança para equipe e principalmente para torcedores. A cada tropeço que distanciava a equipe do topo, crescia a oposição a sua permanência. A derrota para o Vitória foi demais.

Zé Ricardo é o exemplo do bom sujeito e profissional digno: educado no trato com as pessoas, estudioso, funcionou bem como auxiliar. Tem talento. Mas lhe falta, ainda, lastro como treinador de clubes de ponta, com o peso do próprio Fla. Não criou a couraça que protege “professores” em períodos ruins, até que tudo se acalme.

O susto com a pressão ficou evidente nas últimas entrevistas. Zé Ricardo manteve-se sempre na defensiva, com respostas evasivas e olhar apreensivo. Mudou a escalação, após enxurrada de críticas. Tanto que neste domingo abriu mão de Márcio Araújo, um de seus titulares irremovíveis e que agora, por ironia, se torna o símbolo de uma experiência interrompida.

Zé Ricardo leva lições desse ano e tanto que ficou à frente do Fla: a principal delas é a de que o prestígio de técnico despenca rapidinho. Basta acumular tropeços que vai do céu para o limbo. Lembro que, em determinado momento do Brasileiro de 2016, escrevi que talvez estivesse “verde” para a missão. Na época, não foram poucos os xingamentos que recebi de torcedores do Fla, que enxergavam nele o maestro ideal para orquestra rubro-negro.

Agora, coitado, sai com desaprovação geral. Mas é assim mesmo: o torcedor é volúvel. E, convenhamos, as escorregadas seguidas do Fla não estavam ajudando muito a vida do Zé.

Não aguenta manda EMBORA! URGENTE!

Leia o post original por Craque Neto

Nesta quinta-feira vi torcedores no aeroporto do Rio protestando na chegada do time do Flamengo. Teve um grandão lá que até ameaçou o Guerrero de porrada. Uma coisa ridícula que tinha que acabar no futebol, diga-se de passagem! Mas essa turma e boa parte da nação rubro-negra só está desviando o foco do verdadeiro problema da equipe: o técnico Zé Ricardo. Juro que não tenho nada pessoal contra ele, que até me parece um bom sujeito e identificado com o clube. Mas taticamente ele não sabe nada e aparentemente está perdendo o comando do vestiário. Na derrota para o Santos […]

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