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Mundial mais ‘teta’ dos últimos tempos, viu?!

Leia o post original por Craque Neto

Viram o que aconteceu no final de semana na Espanha? Pelo amor de Deus! O Barcelona (sem o Messi!) arrebentou com o Real Madrid e goleou por impressionantes 5 a 1. Passadas 10 rodadas, o time merengue, atual campeão da Liga dos Campeões da Europa, é apenas o nono colocado na Liga Espanhola. É brincadeira? Fico impressionado como o clube, considerado pela Fifa como o maior do mundo de todos os tempos, desfragmentou com as saídas do técnico Zidane e de seu principal astro Cristiano Ronaldo. O tal Lopetegui, tão exaltado, já até caiu. E com o Palmeiras e Grêmio […]

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Real Madrid é o meu favorito na Liga!

Leia o post original por Craque Neto

Os clubes da Europa tem uma vantagem enorme sobre as principais potências do futebol brasileiro. Enquanto perdemos todos nossos principais jogadores ano após ano, os time de lá além de contratar uma fera atrás da outra ainda mantém elenco por longas temporadas. Esse tem sido o principal mérito do Real Madrid, que além de colecionar ‘orelhudas’ ainda é sempre favorito na Liga dos Campeões. Incrível como esse elenco encaixou. Nas mãos do francês Zidane como técnico então, os merengues estão voando! Não dá pra negar – e a imprensa mundial venera – a importância de jogadores brasileiros desse elenco como […]

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Real Madrid conquista a Europa e busca penta mundial

Leia o post original por Fernando Sampaio

Real MadridO Real Madrid levou a Champions.

O primeiro campeão mundial tentará o quinto título intercontinental.

O Atlético de Madri fez bonito levando para os pênaltis.

Os clubes espanhóis estão de parabéns.

Casemiro levou seu primeiro título continental.

Fiquei feliz, o garoto era duramente cornetado pelos malas do Morumbi.

Aliás, há muitos anos os tricolores viraram a nova “turma do amendoim”.

Fiquei feliz pelo gênio Zidane.

Depois de Maradona, foi o craque que arrebentou numa Copa do Mundo.

Antes tivemos Pelé, Garrincha, Didi, Beckenbauer…

Ronaldo e Romário também arrebentaram mas eu não colocaria neste nível.

Cruyff arrebentou mas não levou.

Depois do Maradona só Zidane.

 

Real Madrid 0 x 1 Atlético de Madri

Leia o post original por Mauro Beting

Panorama do 1ºTempo. (TacticalPad)

Panorama da partida: Real tentando furar as linhas cochoneras, que aproveitavam os espaços deixados pela defesa dos mandantes. (TacticalPad)

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

O clássico de Madrid no Santiago Bernabéu foi marcado por notórios comportamentos defensivos e ofensivos de ambos os lados. Apesar dos esquemas táticos serem iguais (4-4-2), Zinedine Zidane e Diego Simeone tinham propostas nítidas e modelos de jogos bem diferentes.

Para a etapa inicial, o que já era esperado, aconteceu. Zidane organizou o Real Madrid no 4-4-2, com Isco pela esquerda e James pela direita. Cristiano Ronaldo flutuando no ataque, junto com Benzema, mais fixo na área, esperando a bola alçada.

Já o Atlético tinha a proposta clara: compactação, aplicação tática, ocupação dos espaços e saída para o contra-golpe com toques rápidos, envolventes, objeitos e eficientes. A marcação era iniciada já com a dupla de ataque, Griezmann e Fernando Torres, impedindo a transição ofensiva dos mandantes.

Os mandantes tocavam a bola no campo de ataque, mas não se aproximavam do gol, devido a intensa marcação e excelente ocupação dos espaços, balanceando para o lado da bola, fechando os espaços para infiltração/penetração do Real. Quando tinha a bola, o Atlético ia para o ataque, com velocidade na transição, passes verticais, envolventes e rápidos.

Flagrante da compactação defensiva. Linhas próximas e o círculo LARANJA mostra o meio-campo espaçado do time da casa. (Reprodução ESPN Brasil)

Flagrante da compactação defensiva. Linhas próximas e o círculo LARANJA mostra o meio-campo espaçado e sem movimentação/mobilidade do time da casa. (Reprodução ESPN Brasil)

 

Mudança no Real. Saiu Benzema e entrou o jovem Borja Mayoral, destaque das categorias de base. Zidane precisava de mais movimetação, mais criação no meio-campo.

Aos 53’min, contra-ataque dos cochoneros, Griezmann foi lançado e, dominou , esperou a passagem de Filipe Luis, que recebeu sozinho, após ultrapassagem, rolou para o francês, que bateu firme, rasteiro, sem chances para Navas. Atlético 1-0.

Após o gol o Real foi pra cima, em busca do empate. Zidane colocou Lucas Vásquez no lugar de James, que fez partida ruim.

O Real tentava pelos lados com Carvajal pelo flanco direito e Danilo pela lateral esquerda, improvisado (Marcelo estava machucado) mas não conseguia furar o bloqueio bem arquitetado por Diego Simeone. O técnico argentino colocou Kranevitter e Angel Correa nos lugares de Augusto Fernandez e Fernando Torres, respectivamente.

Panorama da etapa final, após as substituições. (TacticalPad)

Panorama da etapa final, após as substituições. (TacticalPad)

Aos 67’min, Cristiano teve chance de empatar a partida. O português recebeu pelo alto e cabeceou bem. Oblak fec bela defesa.

Zidane mudou novamente. Tirou Isco, que também fez ruim partida e colocou Jesé.

Mayoral bateu bem, mas Oblak fez excelente defesa. Na sequencia, Giménez afastou o perigo.

O Real tentou, mas não conseguiu empatar a partida. Vitória do coletivo. Aplicação tática implacável. 1ª derrota de Zidane sem Bale e Marcelo, que teve mais posse de bola, chutou mais a gol mas tem trabalho para furar bloqueios defensivos.

ESCREVEU DANIEL BARUD — @BarudDaniel

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Que surra do Real na estreia de Zidane!

Leia o post original por Antero Greco

Afirmações peremptórias, conclusões irrefutáveis em estreias são casca de banana. Por isso, não custa nada ter cautela. Mas, a primeira apresentação do Real Madrid sob o comando de Zinedine Zidane foi um daqueles momentos marcantes do futebol. A turma de Bale, Benzema e Cristiano lascou 5 a 0 no Deportivo La Coruña neste sábado.

Show de bola, desempenho impecável do Real, que atropelou o rival galego como se brincasse em campo. Quem foi ao Santiago Bernabéu viu uma equipe muito superior à outra e com uma vontade de ganhar, do começo ao fim. Tanto que marcou no início – com Benzema, aos 15 minutos do primeiro tempo – e fechou aos 46 do segundo, com o mesmo Benzema. O galês Bale se encarregou de fazer os três no meio, um na etapa inicial, dois na final.

Já teve quem viu a mão de Zidane no jogo do Real. Claro que uma vitória tão significativa arranca elogios rasgados; faz parte do futebol. O time teve serenidade, acima de tudo, e boa vontade da parte dos torcedores. Algo que andava em falta com Rafa Benitez. Pôde jogar solto, sem amarras, sem o temor de que viessem cobranças das arquibancadas.

Isso facilita a vida de qualquer um. Claro que Zidane mexeu um pouco na postura da defesa, ajustou posicionamento no meio-campo, incentivou as descidas dos laterais. Enfim, parece – e de propósito coloco o verbo de forma contida – que optará por Real agressivo, como de resto é a vocação do clube. Tem o melhor ataque, com 52 gols em 19 jogos. Ora, tem Benitez nisso.

Pelo astro extraordinário que foi em campo, fica acima de tudo a torcida por Zidane. Que seja craque também como treinador – e que os 5 a 0 tenham servido como aperitivo e prenúncio do que vem aí pela frente. Quem sabe, segue os passos de Guardiola. Tomara.

O Real está em terceiro lugar, com 42 pontos, dois a menos do que o Barcelona. O Atlético tem 41 e joga com o Celta, em Vigo, neste domingo.

 

Cada época teve o seu ‘Rei Pelé’

Leia o post original por Mion

Pelé é único e singular. Messi o seu herdeiro atual.

É perda de tempo querer comparar Pelé com qualquer outro jogador. Para começar o Rei fazia jogadas geniais quando não existia nada igual. Pelé foi único, singular, mas depois com certeza alguns jogadores ocuparam o seu lugar. Nos últimos dias Lionel Messi encantou mais uma vez o mundo. Conseguiu a marca de maior artilheiro do Barcelona de todos os tempos ao completar 234 gols. A partir do feito novamente voltou a comparação com Pelé e até hipóteses de que poderá superar o Rei. Messi é hoje o Pelé de sua época.

Também não vejo maiores desafios em apontar outros herdeiros do Rei, sempre respeitando a época. Depois de Pelé, vieram Cruijff (anos 70), Maradona (80), Zidane (90) e nos anos 2000, Lionel Messi. Poderia citar também Zico e Platini, mas brilharam na mesma época de Maradona, o argentino ganhou uma Copa e eles não.

Se somar os talentos e virtudes de todos o resultado final é igual a … Pelé. Por isso não há discussão. Nos anos 70, Cruyjff maravilhou o mundo comprovando que o craque também é participativo. Articulava jogadas, fazia gols e com brilhantismo técnico liderava a “Laranja Mecânica”.

Maradona deslumbrou o mundo pelo talento, velocidade e força. Já o francês Zidane encantou por jogar um futebol refinado e inteligente. Finalmente Messi, em parte lembra Maradona: velocidade, dribles desconcertantes e jogadas criativas.

Sem modismo ou marketing esses foram os maiores craques geniais do futebol mundial. O restante é papo para gerar discussão e fomentar o choque de opiniões. O meu avô dizia, não adianta “reinar” tem que engolir: são dois argentinos para um brasileiro. Resta rezar por Neymar para igualar.