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MELHOR do mundo é quem decide as DECISÕES, viu Neymar?!

Leia o post original por Craque Neto

Que baita jogo eu pude acompanhar nesta quarta-feira no Santiago Bernabéu! O Paris Saint Germain enfrentou o poderoso Real Madrid, vencedor de 12 taças da Liga dos Campeões, e até um pouco mais da metade da segunda etapa o time francês era um pouco superior aos espanhóis. A cada minuto ficava claro que a turma do Neymar levaria para casa uma tremenda vantagem. Ainda mais porque a equipe do técnico Zinedine Zidane estava bem bagunçada taticamente. Só que além de uma camisa incrível, que fazia muitas vezes a arbitragem pender para o lado do Real, os merengues tem em campo um tal […]

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O jogo só acaba quando termina. Certo, Real Madrid?

Leia o post original por Antero Greco

Enquanto o juiz não dá a última assoprada no apito, não se pode jogar a toalha, de um lado, nem baixar a guarda, de outro. Sobretudo, quando se trata de Real Madrid e o placar é apertado em favor do adversário.

Que o diga o Sporting. Os alviverdes de Portugal estiveram perto, perto demais até, de proeza admirável, na estreia na fase de grupo da Champions. Até os 44 do segundo tempo, ganhavam por 1 a 0 dos poderosos campeões europeus e mundiais, no Santiago Bernabéu lotado. Um a zero, gol de Bruno César aos 2 da etapa final. Isso mesmo, Bruno César, aquele que passou por Corinthians e Palmeiras, dentre outros.

Resultado pra lá de maravilhoso e que era segurado a todo custo. Pra usar a imagem da moda, Jorge Jesus estacionou dois ônibus e uma van na frente do gol do Sporting. E nada de o Real Madrid furar o esquema. Não adiantavam nada as investidas do trio BBC – Bale, Benzema, Cristiano Ronaldo. Cada tentativa morria nos pés de algum jogador do time português.

Um desespero só. Zinedine Zidane mexeu – e nada como ter banco de qualidade. Na metade da etapa final, mandou Vázquez e Morata em campo, no lugar dos Bs. E, claro, não mexeu com Cristiano. Resultado: a virada, de maneira espetacular. O CR7 empatou a um minuto de esgotar o tempo normal, numa cobrança de falta magistral. Depois, dá-lhe carga nos acréscimos. Até que Morata deixou a marca dele.

Alívio, festa, alegria nas arquibancadas, caras cansadas dos atletas do Sporting. O Real mostrou que tem falhas, apresenta brechas. Mas tem um elenco de fibra, refinado e com sangue-frio. Apresentou credenciais e avisou que está de novo na briga pelo título europeu. Ou seja, choveu no molhado.

 

Se um técnico brasileiro agisse como Zidane seria muito criticado

Leia o post original por Quartarollo

Se um técnico brasileiro agisse como Zidane seria muito criticado

Faltando pouco mais de 15 minutos para acabar o tempo normal, em Milão, e o Real Madrid vencia o Atlético de Madrid, 1 x 0, gol em impedimento de Sérgio Ramos, que mais tarde merecia vermelho por lance violento matando contra-ataque adversário. Vermelho que se diga não apareceu.

A arbitragem foi ruim. Deu um gol em impedimento, um pênalti que não e que o Atlético desperciçou e outro que foi para o Atlético e que não foi dado. Deixou a desejar, não esteve à altura da final.

Com tudo isso acontecendo, Zinedine Zidane, que foi um craque genial na época de jogador, resolveu ser apenas um técnico pragmático e garantir o resultado.

Não tirou Cristiano Ronaldo que se arrastava em campo por motivo de contusão que quase o tirou do jogo porque seria vaiado impiedosamente e com razão, mas sacou Kroos, o motorzinho do meio-campo e o atacante Benzema, tão francês quanto ele.

Minutos depois Carrasco empatou para o Atlético e o título ficou pendurado. Foi para a prorrogação, Simeone tinha mais duas modificações para fazer e Zidane mais nenhuma.

Resultado: os times se arrastaram na prorrogação e nos pênaltis deu Real Madrid, 5 x 3, com a última batida para consagrar Cristiano Ronaldo.

O mesmo CR7 que apareceu sorrindo na conversa com o treinador antes da cobrança.

Se Zidane fosse brasileiro seria criticado veementemente por fechar o time muito cedo e ceder campo para o adversário.

Seria criticado por tirar dois jogadores importantes do nível de Kroos e Benzema e colocar em seus lugares substitutos discutíveis.

A condição física do time seria criticada por quase não suportar mais trinta minutos de prorrogação e o técnico seria criticado porque estava contando piada (sorrindo) com Cristiano Ronaldo antes da decisão dos pênaltis.

Diriam os puristas de plantão: “No momento em que devia estar concentrado (focado seria a palavra mais usada) na decisão não podia fazer isso. Não era hora para sorrir. Onde já se viu isso?”

Se viu na final da Liga dos Campeões num jogo de médio para bom e bem longe das expectativas de todos.

Para muita gente a culpa foi do Atlético de Madrid que tem elenco pior que Real, Barcelona e Bayern, mas que eliminou os dois últimos e chegou à decisão.

Mas se o jogo não foi melhor a culpa foi do Real. O Atlético teve posse de bola e soube o que quis o tempo todo.

Mais um grande trabalho de Simeone, um técnico mais rodado e mais experiente que Zidane, que tem a sorte de ser ídolo do Real e não trabalhar no Brasil.

Aqui seria crucificado até mesmo com o título. Perguntem para Tite, Dorival Júnior, Muricy, Bauza e outros como as coisas funcionam em nosso país.